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segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

Os Sapatos de 2020

Depois da arrumação que eu fiz em 2019, o inventário, resolvi arrumar de novo no começo de 2020 exclusivamente para livrar uma gaveta. Acho que eu estou começando a me desapegar do que eu tenho em casa e me sinto mais segura de descartar o que me machuca, não me serve bem ou até mesmo está feio para uso.

O que Entrou:
Por tudo o que foi 2020, ficou fácil não comprar nada. Mas foram muitas as oportunidades de rever o que eu tenho.

O que estou colocando de novo, são os dois sapatos que escolhi usar neste fim de ano, e a partir de então, pelo próximo ano até acabar.
Como o que eu mais tenho são as rasteirinhas, uma das sandálias que separei, acho que eu já mostrei aqui, foi uma que ganhei de presente. Não é a sandália mais confortável do mundo, mas está funcionando, por enquanto. Parece muito com a que eu descartei no ano passado. Acho até que eu a tenho há mais tempo, mas combina com quase qualquer roupa, por isso tenho usado muito.


E como aconteceu por quase todo 2020, também separei uma sapatilha que eu imagino usar revezando com a sandália. Infelizmente esta sapatilha foi batizada de sapato de bruxa. Ela tem esta cobertura acamurçada que está saindo, então não sei se consigo usar por muito tempo. Também é mais velha do que a outra que eu vinha usando. Eu gosto por conta do bico fino. Tem uma aplicação de renda por dentro e acho que fica muito bom no pé. Apesar da cor, também consigo usar quase com qualquer roupa (já que as cores das roupas que eu uso são mais básicas).
Total: 0 (2)

O que Saiu:
No dia de natal de 2019 inventei de usar uma das sandálias que estava esquecida na gaveta e ela me fez uma ferida monstruosa. Só não descartei ela de cara porque era nova, de uma marca boa e valia uma segunda chance. Ainda tentei usar outras vezes, mas ela está no quase, tendo grande chance de ser descartada em breve.
Também tentei usar mais esta sapatilha que já estava no talvez há 2 anos e acabei por descartar também. Foi convenientemente usada durante os meses de quarentena nas poucas ocasiões em que era necessário sair. Como já havia comentado no balanço de 2019 a palmilha estava se desfazendo. Um pouco que eu usava já estava grudando no pé e precisava lavar de novo. Cheguei a conclusão que preferia usar outra coisa do que ficar a todo uso lavando a sapatilha. Posso garantir que o calçado é de ótima qualidade. Usei muito nos últimos 8 anos. Depois repensei que não era indispensável, seria melhor aproveitar só o tênis. E como o meu tênis ainda é bem novo, não preciso pensar em substituição. 
O outro sapato que estava no talvez e que acabei resolvendo descartar foi a sapatilha que eu escolhi usar mais intensamente. Apesar de ser de plástico e aparentemente durar bastante, o laço já vinha se soltando, a palmilha também e ela já perdeu a cor. Não posso negar que eu usei muito. Foi um presente muito querido e por isso fiz questão de usar bastante. A cor também é muito prática e por isso combinava com qualquer roupa que eu usasse, seja calça, seja saia. Não pretendo comprar nenhuma para substituir, mas já escolhi, dentre os sapatos que tenho, um para usar mais intensamente. Ainda tenho mais duas sapatilhas parecidas que eu uso às vezes e posso pegar para usar mais intensamente no futuro.

E o último que está no quase ainda é esta bota de cano médio. Não precisei usar este ano. Nos dias que fizeram frio e precisei sair com um sapato mais fechado, optei por uma botina que também tenho faz tempo e que uso pouco. Não quero tomar decisões precipitadas, então estou deixando calçados no talvez que eu poderia já ter descartado, mesmo sabendo que eu não uso. E veja que de uma forma ou de outra estou conseguindo diminuir entre os tipos de sapatos que eu tenho em maior quantidade.

Total: 2 (+2)


Balanço:
Como podem perceber, cansei dos meus sapatos, mesmo deixando muitos guardados para usar depois e não estou conseguindo usar o que eu já tenho. Vou tentar adiar o quanto puder comprar algo novo, mas está difícil escolher o que usar.
Também usei muito pouco calçado em boa parte do ano. Ficando direto em casa, acabei ficando descalça e vestia no máximo uma meia. Se precisasse sair de casa, elegi um par de sapato e um chinelo e só. Com isso, a maioria deles nem cheguei a usar. Não sei como será o novo normal, com que frequência precisarei de cada tipo de sapato, mas fico feliz de já estar reduzindo e poder fazer estas escolhas.

E um dos resultados que eu consegui foi mais este espaço vazio (que não está mais vazio!). Não foi fácil batalhar por mais este espaço. Esta gaveta da cama estava com sapatos que eu uso pouco. Agora estão na gaveta do guarda-roupa atrás da porta. Valeu muito a pena. E eu estou usando esta gaveta para as bolsas e sacolas que ficavam atrás da porta do quarto, que agora está só com casacos. Também consegui esvaziar outro nicho que eu tinha e pretendo reformar o móvel do quarto. Mas eu conto sobre isso depois. Meus espaços são muito preenchidos, por isso quero tanto reduzir as posses para ter um pouco de espaços vazios.
Total: -2

Reduzi bastante a quantidade de sapatos desde que eu comecei a fazer o balanço. Tenho certeza que ainda posso reduzir mais, mas estou bem perto de manter apenas os sapatos que atendem as minhas necessidades e descartar todos os que eu não pretendo usar. Eu comecei o ano com 31 calçados e pretendia diminuir para menos de 30. Consegui. Nos próximos anos, quero ter a chance de poder comprar sapatos novos, mas para isso terei que descartar mais coisas. Considero que ainda tenho muitos sapatos com a mesma função. A minha maior satisfação é sentir que o que estou fazendo está dando certo. Repetidamente reduzo em alguns por ano e tenho conseguido ficar sem comprar.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Os Sapatos de 2019

Já faz um tempo que faço os meus balanços, então não é novidade o que vou contar por aqui. Continuo evitando comprar e tentando usar até descartar os meus calçados que por hábito generalizei como sapatos. Agora, além de contar o balanço dos sapatos ainda posso fazer mais, já que pelo inventário sei exatamente de quanto de cada categoria eu tenho.

O que Entrou:
Nada. Acreditem. Já não tinha mais nenhum item listado para reposição e nenhum dos que eu consideraria essencial precisou ser substituído já que agora eu tenho uma visão melhor de tudo o que eu tenho e do que pode ser substituído com produtos que eu já tenho.
O que aconteceu é que escolhi um novo sapato para ser o meu de todo dia. Apesar de ainda ter sapatos guardados, estes eu estou reduzindo rapidamente. Em breve vou ter que pensar em repor pelo menos um.
E a outra coisa que estou fazendo diferente é tentar usar mais as sandálias que eu tenho. Não são muito boas para dirigir, mas se continuarem no armário vão ter que ir pro lixo sem usar. 
Total: 0

O que Saiu:
Logo no começo do ano já precisei descartar um sapato que se abriu no primeiro uso. Este da foto estava guardado faz um tempo e quando peguei para usar simplesmente abriu uma das tiras de dedos. Um tempo depois, abriu a tira do outro pé. E antes da hora do almoço, já tinha soltado toda a sola de um dos pés e a outra estava em estado lastimável. E foi para o lixo. Não era um sapato novo, mas mais um sinal que sapatos foram feitos para serem usados e não deixados guardados. Logo, pretendo ter poucos e usar tudo o que eu tenho. Que começo de 2019, hein?


Por incrível que pareça, já em março, resolvi pegar uma das minhas sandálias baixas para ir numa festa e também descascou na tira da frente e no calcanhar. Esta sandália não era muito velha, deve ter uns 3 anos. Ganhei de presente de aniversário. E eu usei muitas vezes. Era um pouco difícil de vestir por conta da posição do dedo e as tiras transpassadas para afivelar, mas não parecia que o material estava cedendo. Demorei bastante tempo para calçar e percebi que no calcanhar, a parte que amassa, o revestimento descascou. Não teve jeito, usei para a tal festa e já separei para descartar. Estou começando a ficar sem opções. Apesar disso, separei outra para usar com mais frequência.
E alguns meses depois, em outubro, acabei separando para descartar mais este sapato que foi o que eu escolhi usar por este ano. Aos poucos ele começou a me machucar, deu bolha e toda vez que eu usava, ficava saindo. Este sapato também não foi uma escolha minha, veio de outra pessoa. Ele costumava escorregar do pé enquanto eu andava e em pouco tempo já estava todo lascado. A cor também não ajudou, sujou muito e não é muito prático para limpar. Qualquer coisa já marca. A parte interna é bem macia, mas se soltou. Eu acabei usando só porque estava na frente e eu sabia que não iria durar muito. Tentei usar mais algumas vezes depois que me machucou e acabei desistindo. Infelizmente durou muito pouco e já teve que ir para o lixo. Apesar de ter outros para usar para trabalhar, estou considerando comprar mais um para repor este, desta vez do meu gosto, já que tenho certeza que logo vou sentir falta.
Em anos anteriores, debati bastante sobre uma sapatilha esportiva. Acho que eu tenho ela faz uns 6-7 anos. Desde que a coloquei no talvez, tenho usado-a muito. Ultimamente tenho sentido que não está tão confortável de usar. E ela está se acabando de dentro para fora. A palmilha é o que está pior. Resolvi usar até terminar, o que deve acontecer logo.
E o outro calçado que está no quase e devo descartar em breve é esta sapatilha que eu peguei para usar de forma mais frequente. Por incrível que pareça, a gaveta que eu guardo os chinelos e rasteirinhas tem se mantido em ordem depois da arrumação. Como um das categorias que eu mais tenho itens são os chinelos e rasteirinhas, tentei usar um pouco mais as minhas e separei uma para destruir até o final do ano como costumo fazer com os sapatos. Agora me arrependo um pouco da escolha, porque esta é uma das minhas sapatilhas mais novas e deixei as mais velhas envelhecendo na gaveta. Aparentemente, ela me venceu, mas eu continuo focando nela e sei que não vai durar muito mais. Oficialmente, ela estaria no quase. 
Dos sapatos que estavam na berlinda, novamente cogitei descartar a bota de cano médio que eu mostrei no balanço de 2018. Ela está bem desgastada e eu continuei usando. Neste inverno, tentei usar além dela os meus impermeáveis, pelo menos aos fins de semana. Com isso, consegui prolongar um pouco a vida dela, mas acho que o tempo dela já foi.
E o último que está no talvez é um sapato de proteção que eu ganhei para fazer atividade externa, mas eu já não venho fazendo este tipo de atividade faz uns 5 anos. Venho pensando em devolver faz tempo e espero dar um jeito nisso sem falta no ano que vem.
Resolvendo a indecisão dos que estão no talvez, consigo reduzir o espaço ocupado com calçados e posso liberar uma gaveta para guardar outras coisas. No próximo inventário espero já estar com uma gaveta a menos.
Total: 3 (talvez 5)

Balanço:
Apesar de ter saído pouco, também não entrou nada, por isso o balanço foi bom. Ainda tenho muitas peças que poderia descartar e nem chego perto já que muitas vezes prefiro ficar descalça.
Aumentei bastante a quantidade de sapatos no talvez, então devo terminar com eles em 2020.
Ainda estou longe de chegar na quantidade ideal, mas estou achando ótimo estar usando e descartando alguns sapatos sem precisar comprar novos.
Fizemos um balanço em casa com os sapatos das crianças também e estamos focando em só comprar para reposição quando não tiver mais jeito. E claro que ainda que tentasse aproveitar os sapatos para a menor, muita coisa acabou e teve que ser descartada. Acho que eu nesta idade também acabava com os sapatos, então é normal.
Consegui revender um sapato usado das meninas que eu tinha repetido. Comprei um tênis e duas sandálias. Depois precisei comprar mais uma sandália. Além disso, descartei três tênis, uma sapatilha e três sandálias. Mas os sapatos das meninas não contam.
Total: -3

Incrível, né? No último balanço eu não tinha muita coisa no talvez e já estava satisfeita com a diminuição que eu vinha fazendo. Não esperava que conseguisse ficar mais tempo sem comprar e de quebra descartar mais sapatos pelo uso. Imaginava conseguir terminar com um apenas. 
E finalmente consegui fazer o inventário. Limpei todos os espaços para sapatos e gavetas e contei tudo o que eu tinha. Até que já não é tanto, com estes que saíram baixei de 30. Esse ano foi diferente. E vamos chegar no número ideal de sapatos em mais alguns anos.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Inventário de Sapatos 2019

Eu estou bem atrasada. Precisava ter feito esta contagem tempos atrás. Mas só os balanços não fazem justiça; faz parecer que eu tenho pouca coisa. E não é bem verdade. Só pra ter uma ideia, agora que já publiquei a reflexão sobre as quantidades, vou usar a mesma lista de categorias.

Para trabalhar:
Acredito que 2 opções de sapatos com saltos médios está bom: um preto e um nude. Nesta categoria, contando inclusive sandália, tenho 4, com a bota são mais 3. Estes estou conseguindo alguma rotatividade.

Para usar aos fins de semana, festas, sair à noite e compromissos sociais:
Um salto alto preto e eventualmente uma sandália de salto alto. Contando uma sandália de festa e as duas anabelas são 3 em condições de uso e também tem um scarpin com salto bem alto. Além destes guardei um para refazer as pernas da bruxa e não pretendo usar como sapato.
Uma sapatilha baixa ou sandália rasteirinha. Também aqui eu passo da conta, tenho 3 sapatilhas que não acabam e três sandálias fechadas tipo rasteirinha. Fora estas tenho mais duas rasteirinhas tipo chinelinho que eu nem gosto muito de usar.

Para usar em casa:
Um chinelo. Eu sabia que tinha em excesso. São pelo menos 5 chinelos de borracha e mais 2 tipo pantufa. A maioria deles eu nunca usei.

Para prática esportiva:
Um tênis ou afim. São dois, um tênis e uma sapatilha para caminhada e mais dois do tipo bota de trilha que são impermeáveis. Depois de perceber que eu não precisava substituir o tênis, estou mais preparada para diminuir as opções nesta categoria também.

Além destes, tenho um sapato de proteção que eu nunca usei e preciso descobrir como faço para devolver.

O total deu 32 calçados. Conforme fui contando, achei que não iria chegar a 30, mas passei um pouquinho. Aqui já não tem um sapato que descartei no começo do ano, mas vou contar sobre isso no balanço de 2019.
Comparativamente, entre o que eu esperava ter e o que eu tenho, o excesso está bem distribuído. Mas eu acho que é natural que seja assim mesmo. Agora está bem claro onde se concentra o meu esforço. Quero continuar perseguindo estas quantidades de ideal para não perder sapato sem usar. Pode reparar nos meus balanços que metade dos sapatos que eu descarto é praticamente sem uso que deteriorou guardado no armário.
Aqui ainda preciso contar que durante a contagem, percebi que alguns espaços estavam pouco utilizados então resolvi reorganizar alguns sapatos que estavam guardados e coloquei para uso. Nisso tirei 3 caixas vazias de sapatos e esvaziei completamente uma gaveta. Isso era um desejo antigo que realizei. Ainda tenho muitos espaços que pretendo esvaziar, mas da minha lista, este foi o primeiro.

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

O Dia em que Eu Dispensei a Faxineira

Eu sonho com este dia devem fazer uns 3 anos. Toda terça, quando eu chego em casa, gasto pelo menos uma meia hora só colocando as coisas no lugar. Muitas vezes tenho que voltar e limpar o chão que ficou uma mancha. Quando vou por a roupa na máquina tenho que pedir ajuda para separar a roupa. E depois tenho que recolher a roupa seca e esconder o que eu não quero que passe. Muitas vezes pego uma roupa para usar e passo raiva ao descobrir que está manchada, descosturada ou queimada e só vi na hora de vestir. Geralmente cuidava destas coisas na hora de passar.
Mas por 3 anos aguentei firmemente pensando que tinha muito serviço e eu não daria conta. Separava roupas para dar ou para jogar fora e ficava pensando que só compraria mais quando tivesse a garantia que não estaria perdida na próxima vez que tentasse usar. Felizmente não senti falta e posso passar com menos coisas, mas senti que o meu esforço para reduzir o que eu tenho foi muito pouco. Quase não fazia diferença. E eu sempre tinha coisa demais para limpar e organizar.
Temos a impressão que a bagunça só diminui quando a criança completa 3 anos e já não usa fralda, não dorme em berço, não toma mamadeira e não precisa mais de carrinho. Mas não tenho condições de esperar mais 3 anos. Confesso que subestimei a minha capacidade de lidar com a roupa. Pela frequência com que lavo roupa em casa e pelo espaço que tenho, sei que já não gastamos tanto e estou conseguindo diminuir. O grande desafio com as roupas será voltar a passar, mas até para isso, as pilhas de roupa para passar têm diminuído bastante. Por isso volto a considerar dispensar a faxineira.
A outra grande responsabilidade que estava delegada à faxineira é a limpeza da casa, das superfícies em geral. A comida, a louça e as roupas, sempre fomos nós quem cuidamos, exceto passar roupa. E a limpeza da casa não é tão complicada assim. O apartamento não é muito grande, não ficamos em casa o dia todo, não temos animais de estimação e somos nós quem guardamos as coisas. Os brinquedos das crianças são as crianças que guardam, nem eu sei guardar tão bem. Tivemos vários episódios de passar semanas procurando determinados objetos que não foram guardados no lugar e a faxineira "escondeu". Por isso, é fácil direcionar mais esta responsabilidade às crianças.
Então porque eu tinha tanto medo de ficar sem ninguém para ajudar? Porque sentia que o tempo gasto com a roupa, a cozinha e até a arrumação da casa já era demais para ter que assumir inclusive a limpeza do chão, das superfícies e dos banheiros. O que eu comecei a questionar é que eu aumentei o tempo que passava arrumando para evitar os desgastes, mas será que eu não poderia gastar o mesmo tempo arrumando e limpando sem a contagem regressiva do dia da faxina se eu mesmo assumisse tudo?
É o que estou tendo que descobrir.
Estou cansada de separar coisas e de ficar guardando objetos para tentar diminuir os objetos expostos e facilitar a limpeza. Tentei reduzir a quantidade de coisas que eu tenho e inclusive estou controlando a compra de muitos objetos. Montar um enxoval de bebê não tem sido tão fácil. Ao mesmo tempo que sei que tenho muitas coisas e estar evitando comprar os itens que já tenho em casa, sei que ainda precisarei de muitas roupas e não as tenho. Tenho medo de não conseguir lidar com as pilhas de roupas e novamente ter que sair correndo para comprar mais e depois não conseguir guardar no armário e ter que deixar tudo por cima. Imaginei que melhorar os espaços para guardar os objetos no quarto ajudaria na organização. Mas ainda não vislumbro o fim do problema.
Durante toda a licença maternidade toda semana eu encarava um desafio. Fiz uma boa limpeza em alguns armários, organizei panos, sacolas, calças, roupa íntima, cadernos, gavetas de panfletos, ímãs de geladeira, embalagens de proteção, CDs, novamente sacolas, pastas de documentos... E sempre encontrando muito pó. Separei algumas sacolas de coisas para vender mas nem mesmo os livros estou conseguindo descartar. Enfim, em breve devo fazer um garage sale, mas enquanto isso, estou aprendendo a cuidar de tudo em família. E todos estão assumindo responsabilidades.

terça-feira, 28 de novembro de 2017

O que é o Fim?

Para mim, é difícil dar um item por terminado. Sempre tenho a sensação que ainda posso melhorar.
Quando fiz a minha lista de tarefas, coloquei uma descrição genérica e depois estabeleci quando estaria no fim. Cheguei a avaliar um divisão em etapas menores para tentar alcançar metas. Mas muitas vezes ainda me deparo com a pergunta: quando vai estar bom de verdade? É que nós vamos mudando, ainda que o objetivo seja o mesmo, a expectativa que temos se torna sutilmente diferente e passamos a querer chegar mais longe.
A minha expectativa com o minimalismo era ter pouca coisa e não precisar me preocupar com elas. Mas eu descobri que se for tentar acabar com o que tenho, vou passar anos tentando reduzir. Eu percebi isso com os cremes e sabonetes, depois com as canetas, lápis e borrachas, e então com as roupas de cama, mesa e banho. Às vezes é simplesmente conveniente se desfazer dos excessos ao invés de tentar chegar até o fim. Eu ainda prefiro buscar a sensação agradável de terminar. Mas então, quando vou poder deixar de me preocupar com estas coisas?
Quando vejo imagens (fotos principalmente) de ambientes esvaziados, tenho a sensação de simplicidade e o conforto desta simplicidade, não tenho a sensação de vazio. Por outro lado, ambientes com as coisas empilhadas, entulhadas e preenchidas me dá uma sensação desconfortável de bagunça e desequilíbrio. Algumas pessoas eu prefiro nem visitar, que a sensação não é boa. 
Pode chamar de coleção, mas ver um balcão com 30 porta retratos e uma parede com 20 pratos pendurados me dá náuseas. É muita poluição visual. E então uma cristaleira (armário com portas de vidro na verdade) com 40 copos de vidro de lugares diferentes como recordação? Desculpa, não quero dizer que a sua coleção é pior que a minha. Mas ninguém usa nenhum dos 40 copos. Faz sentido guardar por guardar? Ter pela coleção? Eu tenho muita coisa guardada porque não está em uso. E deixo muita coisa à vista para conseguir dar o destino certo para elas. Se eu guardar num armário com portas, vou esquecer que eu tenho e ficará lá para sempre. Estou muito longe de minimizar a minha casa. Certamente causo a mesma sensação de desequilíbrio nas pessoas que entram na minha casa. E sempre volto a repetir que o mais importante não é se desfazer; é deixar de comprar (ou trazer para dentro de casa). Outro ponto importante é não tirar da vista e até se possível diminuir os possíveis esconderijos secretos das coisas ainda que isso traga uma sensação desagradável. 
Mas eu vim falar sobre o fim. O fim de tarefas intermináveis que eu venho tentando fazer. Em breve venho contar algumas tarefas que eu finalmente estou terminando, e trazer a evolução das organizações que eu já fiz. Uma das postagens mais acessadas é a que eu falei sobre a Manutenção dos Espaços Vazios. Não nego que muitos voltaram a ser ocupados, mas garanto que hoje, meus espaços são menos lotados e entulhados.
O espaço que eu uso para guardar calças está bem cheio depois da organização. É que eu comprei 3 calças no final do ano passado/começo deste ano, mas pouco depois engravidei e não estou conseguindo usar nenhuma delas. Nos primeiros meses ainda havia 2 calças que me cabiam e fui usando tanto quanto possível, mas depois até elas ficaram guardadas. Provavelmente, ainda demora alguns meses para eu voltar a mexer nelas e quem sabe, separar as que eu sei que não vou mais usar. Mas também posso comentar sobre a quantidade de calças em outro momento. Já o calceiro que deveria estar vazio, estou usando para guardar as mochilas da minha filha embaixo. Vai ficar assim também por enquanto, mas não é definitivo.
O outro espaço que eu esvaziei, a gaveta da cômoda, já está cheia novamente, mas pouca coisa lá é minha. E já digo que as minhas coisas estão listadas para eu me desfazer. Espero que em breve. E as gavetas menores, continuam cheias, mas também consigo fazer um balanço entre o que entrou e o que saiu. Ainda que seja pequena a diferença, a tendência é melhorar.
Veja que não cheguei ao fim. Eu resolvi um problema, mas ainda tenho outros. Consigo fazer a manutenção dos espaços ocupados sem avançar, mas não consigo permanecer com espaços vazios. E a arrumação nunca chega ao fim. Eliminar grupos de itens e reduzir a quantidade ajuda a manter a ordem.
É o caso da arrumação dos sapatos que logo venho contar melhor. Ainda não é suficiente para esvaziar uma gaveta, mas creio que será em breve.
Também é cedo para eu concluir o meu Housekeeping. Mas olhar para a arrumação da casa e toda semana me dedicar um pouquinho, ajudou a avançar. Gostaria de terminar mais tarefas destas monstruosas, mas pelo menos estou conseguindo terminar algumas etapas. E se talvez eu conseguir chegar no fim da arrumação, vou ficar sem assunto e parar de escrever. Mas talvez, a morte chegue antes.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Housekeeping 2017 Parte 1

Ano passado eu fiz uma temporada de destralhamento. Ao longo deste período, e essa é uma das postagens mais populares, consegui fazer alguns cantos vazios. Este ano, comecei motivada pelos meus sucessos e acho que tive muitos bons avanços. Não consegui resolver tudo o que queria e estou muito longe de afastar os meus problemas. Olhando friamente, tenho ainda muitas organizações para fazer. Mas estou sendo pressionada para fazer um grande housekeeping. É difícil tentar explicar o que possa ser isso, mas vou tentar: é uma arrumação pesada, de tirar tudo do lugar e jogar fora metade. Como se estivesse mudando de casa.
Acontece que apesar de todos os esforços, mesmo diminuindo a quantidade de coisas, ainda temos muitas coisas. Todos os livros que eu fui capaz de tirar da estante não fizeram nem cosquinha. As pilhas de papeladas que eu joguei fora não esvaziaram mais do que uma gaveta. Os copos e potes que eu tirei da cozinha não liberaram nem uma prateleira.
Eu não acho que uma arrumação deste tipo vai resolver o meu problema. Apesar do maior problema ser falta de tempo e eu preferir fazer no método mais cuidadoso (e portanto mais lento), o que mais está me incomodando é não saber onde estão as coisas. Já tive pelo menos 3 vezes a dúvida sobre se eu ainda tenho e onde está determinada coisa. Então, mais do que arrumar e me desfazer, eu preciso arrumar o que eu pretendo manter de forma a conseguir achar. Então, quais são os planos?
Estou novamente escolhendo setores onde acho que consigo ter resultados ao fazer uma arrumação.
Também preciso dar um fim definitivo em todas as coisas que separamos para dar: um telefone sem bateria, um organizador de talheres, um kit de dispenser para o banheiro, um barbeador elétrico, um aparelho de som. Pretendo fazer uma caixa e mandar embora, mas o problema é: para onde? Até o fim do projeto tenho que definir e resolver.
O prazo que eu estou dando para esta ação é novembro.

No primeiro fim de semana, fizemos novamente uma grande organização do escritório. Conseguimos jogar bons sacos de papéis fora e das pilhas de roupas que perduram consegui diminuir uma. Aqui valeu bastante pelo esforço de devolver para o lugar o que sobrou da festa de aniversário. Já não temos mais tanta coisa guardada, mas ainda temos mais do que usamos.
No segundo fim de semana consegui reduzir um pouco da outra pilha de roupas e organizei parte dos papéis que não estavam classificados e precisavam voltar para a pasta. Infelizmente a pasta já não está mais fechando, vou precisar mexer nela de novo. Precisei arejar uma gaveta de sapatos, lavar alguns e acabei descobrindo uma sandália, com o preço, que eu nem me lembro de ter comprado. Quanto tempo faz que a tenho? Não faço ideia. Estas faxinas são importantes por isso. Ainda estou longe de reduzir os meus calçados numa quantidade que não seja exagerada, mas melhorei bastante em 2016.
Na terceira semana novamente investi no escritório e consegui reduzir mais um pouco da segunda pilha. Em breve devo começar com as sacolas. Também consegui guardar um pouco dos papéis que estavam na sala e no escritório. Aos poucos vou precisar me desfazer das lembranças que fazem na escola. Algumas coisas são muito volumosas. Mais uma caixa foi fora. E as coisas que estavam nela foram para seus respectivos donos. E finalmente conseguimos organizar os conjuntos de blocos de montar. Agora que cabem quase todas as caixas no módulo de brinquedos o quarto até parece um pouco mais arrumado. Ainda temos muito o que fazer neste quarto.
Na quarta semana do mês, consegui montar duas sacolas de roupas que vou passar pra frente e terminei de marcar e guardar a outra pilha de roupa que ainda era grande. A arrumação do guarda-roupa ainda não está boa e por isso mesmo com tudo guardado o acesso ainda é confuso. Terminando de marcar preciso novamente esvaziar, limpar e organizar. Sem ficar entulhado. Aproveitei para esvaziar as sacolas que ainda não havia classificado e sobrou uma nova pilha com o que estava nas sacolas, e este será o esforço para as próximas semanas. Assim que terminar de separar as roupas que estão no escritório ainda preciso terminar com os livros e as revistas.

Ainda estou fazendo a arrumação de forma lenta e confesso estar com uma certa má vontade. Não estou acreditando muito ser possível deixar os espaço mais vazios. A maioria das tarefas sou eu quem me impus, e não me sinto pronta para abandonar. Só espero conseguir avançar mais a partir de agora.
Uma grande verdade para você reduzir a quantidade de coisas é não trazer para a sua casa os excessos. Só o consumo irá reduzir aos poucos. A organização e o destralhe aceleram a redução. Mas o maior engano é esquecer de controlar o que entra na sua vida.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Mais Uma Gaveta

Quem me acompanha no instagram já deve ter visto esta foto. Eu precisei me adaptar às mudanças que vim fazendo na minha casa até que comecei a temporada de destralhamento. Ainda estou muito longe de terminar, mas fiquei com duas ideias na cabeça. Uma era de mudar umas coisas de lugar e tirar parte do que fica por cima da bancada da cozinha e a outra era liberar um espaço na cômoda para as roupas que sobraram na mudança. Eu fiquei maturando estas ideias por todo o último mês e resolvi colocar em prática essas mudanças na última semana. Foi uma mudança muito pequena que fiz na casa. Na cozinha, por exemplo, ainda tenho várias coisas na bancada. Mas agora, o espaço que eu tenho para a despensa de alimentos está reduzido, então não tenho como comprar a mais. Tenho certeza que isso pode me ajudar a controlar os excessos. Não quero mais ter produtos antigos armazenados. Claro que acabou ficando um pouco entulhado e posso começar a "perder" as coisas nos armários. Esse será meu desafio, mas acho que vai valer a pena. Futuramente, espero ter a bancada bem mais vazia do que está agora e poder fotografar.

A arrumação na cômoda tinha ainda outro propósito; na grande arrumação que fiz em dezembro, deixei para trás a gaveta de joias e bijuterias, as roupas íntimas e as minhas camisetas. A gaveta de joias e bijuterias eu já arrumei a ponto de caber tudo lá dentro. Ainda tenho muito mais coisa do que o que eu uso, mas não pretendo me desfazer de nada por enquanto. As minhas camisetas eu já sei como resolver. Não vou reformar para um tamanho que eu consiga usar com estava pensando, vou fazer um craft, mas ainda não sei se vou costurar à mão ou fazer uso de uma máquina. Se eu optar pela máquina, vou precisar pedir ajuda e não sei se estou disposta a ouvir palpites, então estou adiando este projeto para outro momento que eu esteja mais resolvida.
As roupas íntimas estavam na tal gaveta da cômoda que eu pretendia esvaziar e foram escolhidas para o projeto da vez. No fim das contas, eu já nem precisava mais do espaço para conter a temporada de destralhamento, então só precisava aproveitar melhor os espaços. Eu não me desfiz de tudo, nem me dei ao trabalho de separar o que vai e o que fica porque eu ainda não estou preparada para isso (acho que é porque não gosto de imaginar alguém aproveitando e prefiro jogar fora, só que parece um desperdício). O que eu fiz foi setorizar as peças por categorias, as mais novas, as mais velhas, as de uso geral, as de uso específico e coloquei em duas gavetas menores na outra parte do guarda roupa. Esta gaveta grande acabava deixando tudo entulhado. Fora que a maior parte das minhas roupas não está deste lado do guarda roupa. Agora esta gaveta está vazia. É o meu segundo cantinho vazio.
Por que valeu a pena se eu só mudei de lugar? Apenas uma das gavetas menores estava vazia, a outra estava com algumas blusas de manga comprida que foram para outra parte do guarda roupa. Algumas peças estavam sem lugar, rolando pelo quarto e agora acharam o cantinho delas. A gaveta estava muito cheia, não cabia mais nada. Depois da arrumação, as gavetas menores ainda estão muito cheias, mas eu vejo tudo o que eu tenho e consigo escolher sem ficar revirando, o que vai deixar mais arrumado e evitar que eu compre algo que eu não preciso porque eu não sei onde está. Outra vantagem é que o espaço está limitado. Não tem como avançar sobre outras peças. O grande saldo positivo está na diminuição da bagunça. Poderia ter feito mais, mas o trabalho não está concluído, só esta etapa.
Apesar de eu ter dito que não mexi nestas peças na arrumação de dezembro, eu cheguei a descartar umas poucas coisas. Depois disso já me desfiz de um biquíni, dois pares de meias, uma calcinha e um sutiã. Comprei dois maiôs, ganhei uma calcinha e só. Também posso comemorar que tirei todas as etiquetas das peças que estavam guardadas e voltei a usar 3 meias-calças que estavam guardadas fazia tempo. Também já percebi duas peças que estão passando do aceitável e não devem prosseguir em uso por mais tempo. Agora estou com mais coragem para descartá-las.
Desta vez, estou comemorando uma gaveta vazia. A partir de agora, posso usar tudo o que eu tenho e diminuir a quantidade de peças quando perceber que aquela já não atende as minhas necessidades e vontades. É mais fácil esvaziar uma gaveta menor, então primeiro troquei a gaveta grande por duas pequenas e depois vou tentar esvaziar uma das pequenas.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Um Cantinho a Menos

O título não é muito bom, mas espero conseguir me fazer entender. 
Uma grande realidade para se organizar é fazer um pouquinho sempre. De tempos em tempos, e daí fica a critério de cada um definir a periodicidade ou não, precisa revisitar tudo o que tem, arrumar, e resolver o que fazer com o que se tem.
O primeiro espaço vazio que eu conquistei foi um calceiro. O guarda-roupa que eu uso tem um calceiro pequeno e por isso eu usava também uma parte do calceiro da outra parte. Talvez para mim seria melhor ter prateleiras do que estes espaços de calceiro, mas neste momento, sem pensar em sair mexendo sem saber o que é melhor pra mim, eu queria juntar tudo num espaço só. E foi quando eu me dei conta que eu estava usando apenas duas das calças sociais e três das calças jeans. E o pior não era isso, o pior é que eu tinha calças que eu achava que um dia viria a caber em mim e calças que eu não gostava mas estava usando porque eram as que me cabiam.
Só isso foi suficiente para eu reconhecer que eu deveria me livrar de todas as calças que eu não usava e me resolver com as calças que eu usava mas não gostava. Se fosse o caso, poderia até comprar calças que eu gostasse para substituir as que me desfiz se as que restassem fossem poucas. Mas não foi o caso.
Pelo menos 3 calças que estavam guardadas sem uso, eu experimentei e senti que funcionaram bem para trabalhar. Outras 3 que não me serviam eu separei para doação. 
Das calças jeans, pelo menos duas estão feias e eu não preciso manter. Mas também separei mais duas que eu uso, mas não gosto muito. Agora creio que tenho uma quantidade adequada de calças e gosto das calças que eu tenho.
Claro que com o inverno chegando, não sei como vou me virar, posso descobrir ter feito a conta errada. Mas já faz um dois meses que eu estou evitando usar muita calça e estou usando saias. As saias que eu comprei também ficam bem para usar no inverno com meia-calça. Cheguei a usar um dia, mas não sei se vou me adaptar na rotina. Assim como no verão eu usava calça só uma vez na semana, vou tentar no inverno usar saia pelo menos uma vez na semana. 
Ainda tenho três calças separadas para costurar: uma que abriu na costura e dá pra arrumar, uma que está soltando a barra e vou tentar refazer e outra para fazer a barra e ficou esquecida no armário. As duas primeiras se eu não conseguir arrumar vou jogar fora, mas se conseguir vou doar. A última vai repor uma das que eu me desfiz.
Eu já tinha para quem levar as calças e fiquei satisfeita de não precisar ficar com uma pilha de roupa em casa para esperar um fim.
O teste final seria descobrir se as calças que sobraram caberiam num calceiro só para liberar o meu primeiro cantinho. 
Pensei em deixar no maior que estava do outro lado do quarto, mas eu queria muito deixar a minha roupa de um lado só.
Um dos varões precisou ficar com 3 calças. E eu não sei se vão caber todas ao mesmo tempo, geralmente tenho duas em uso e mais duas lavando/passando. Então acho que vai dar.
Este foi o meu primeiro cantinho esvaziado.
A minha listinha de tarefas rápidas da semana sempre tem um item de organização deste tipo. Em cada semana eu fiz uma parte, e a última foi guardar tudo de um lado só e limpar o que ficou vazio.
Todo fim de semana que eu não tenho compromissos, eu faço uma tarefa um pouco mais longas. Ainda quero resolver as costuras das calças que faltaram, mas elas já estavam em outro cantinho. Assim que eu terminar vou ter me resolvido também quanto a minhas calças.
De todos os itens do guarda-roupa que eu tenho que arrumar, diminuí um. Ainda tenho muitos, mas estou avançando. E deu gosto resolver este cantinho.