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quarta-feira, 25 de janeiro de 2023

Sobre... revista "Pais & Filhos" edição março/18

 Acho que agora estou pegando o jeito de organizar os pensamentos sobre as matérias que leio.

Desta vez, o tema da edição de março é casa. E a importância da casa para a sua família. 
A seção sobre respostas do médico foram feitas muitas perguntas sobre prisão de ventre. Sem me apossar das falas do médico, acho importante diferenciar bebês de crianças, já que bebês podem ficar até uma semana sem evacuar e é normal. Para as crianças no entanto, 3 dias sem evacuação já é um alerta. Outro aspecto importante que ele relatou é que muitas vezes a prisão de ventre aparece na tentativa da criança de evitar a dor. E a consequência pode ser uma dor maior ainda.
O editorial sobre diferenças tem o depoimento de uma mãe de 4 filhos que precisou se mudar de cidade e deixou os dois filhos mais velhos com o pai. É difícil a separação, mas pela idade deles, era importante permitir a escolha de acompanhar a família ou ficar no ambiente que já estavam acostumados.
A mini celebridade da vez foi o filho do Mion e seu gosto por roupas confortáveis e tênis. No mesmo estilo do pai. 
A rotina acompanhada deste mês é de uma mãe regular que parou de trabalhar num emprego formal para estar presente com os filhos e acabou iniciando um negócio próprio com a mãe. Desta forma ela consegue ter um horário mais flexível, se ajustar aos horários da escola e estar presente para os filhos quando há necessidade.
Na coluna do casal Piangers eles falam sobre a convivência com as filhas. Ana fala sobre a mais velha e Marcos sobre a mais nova. A proposta era mostrar como as duas são únicas. E talvez alguns pais esqueçam isso.
A entrevista desta edição foi com uma jornalista que trabalha a inclusão. O trabalho de pesquisa foi tão amplo que ela conseguiu abrir uma escola para preparar profissionais para trabalhar de forma inclusiva. E vários projetos são iniciados para incluir no dia a dia estas pessoas que requerem um tempo maior para acompanhar, aprender ou realizar tarefas que para os outros parecem simples, sem as limitações impostas.
O brinquedo de destaque foi a boneca Lol, febre do momento (lá em 2018). E apesar da proposta de ser surpresa e você colecionar e trocar depois, muito usada deste sempre, o boneca Lol não custa 20-30 reais, mas mais de 100. Chegaram a fazer versões mais baratas, mas continua sendo um brinquedo de luxo, fora da realidade para a maioria das famílias normais. Até me espanto de ver crianças da escola falando em dar de presente uma boneca Lol.
A seção de conectando os pontos apresenta o trabalho empreendido de uma família para desenvolver, fabricar e vender artesanalmente brinquedos montessorianos. E tudo começou estudando os trabalhos de Montessori, a mudança da própria casa e a forma como a casa pertencia às crianças. A rotina de empreendedores com filhos não é fácil, geralmente exige que faça as coisas no tempo livre, sendo que nunca sobra muito tempo. Incluir as crianças nas tarefas da casa ajuda, mas não é fácil.
O pai selecionado para contar sobre sua experiência com a paternidade reflete sobre a importância do exemplo na formação do caráter dos filhos. 
A dica de livros da vez foi de livros com personagens coelhos. Alguns eu conhecia e até tenho em casa, mas um deles, que fala do Coelho que Queria Dormir, achei interessante já que sempre tive dificuldades em fazer as crianças dormirem.
Outro editorial fez a reflexão sobre como lidávamos com crianças com síndrome de Down na década de 80. A aceitação e a estimulação de menos que vinha da própria família, internalizado na visão deturpada da sociedade de que essas crianças viviam pouco e era só cuidar e esperar morrer.
A família da capa é uma família "grande" para os padrões atuais, já que foram abençoados com um terceiro filho sem planejamento. E eles comentam sobre o perfil das crianças e, principalmente da família.
A matéria de destaque foi sobre o futuro de nossos filhos, o que devemos ensinar a eles. Não tenho dúvidas de que o mundo está mudando de uma forma que afeta a forma de planejar a vida e que o roteiro, faculdade e trabalhar já não está em linha reta e sequer é obrigatório. Mas saber o que precisa ser feito e o que oferecer para as crianças é complicado, principalmente porque o que elas precisam aprender não está na escola. Uma coisa é certa, teremos que esperar uma infância e uma adolescência longa e ensinar a ter responsabilidade por seus atos, ou estaremos sempre como tutores deles quando adultos. A matéria também destaca a importância de construir junto, empatia e viver frustrações.
E a matéria sobre comportamento fala sobre os selinhos trocados entre pais e filhos. Assunto polêmico. A matéria colocou como sendo um hábito desnecessário e apresentou várias justificativas para não praticar e apenas a tradição familiar para aceitar. Não vou me pronunciar a favor ou contra, mas essa é uma intimidade que ninguém fora da família deveria saber se é feita ou não. 
A matéria sobre saúde comentou sobre o movimento dos hospitais para preparar áreas dedicadas para o atendimento de crianças, separado de adultos e com profissionais dedicados. Cada um escolheu as ações que melhor conviessem e todos relatam um bom retorno no sentido de famílias mais satisfeitas e menos tempo de internação. Mas o que a matéria coloca como sendo mais importante é a abordagem da criança de forma direta, numa linguagem que seja compreensível para a criança, para ela saber o que está acontecendo, seja pelos pais antes de sair de casa e pelos profissionais que interagem com elas.
Outra matéria de destaque veio falar de pesquisas genéticas sobre fecundação que indicam que o óvulo consegue, de alguma forma que ainda não foi esclarecida, selecionar qual espermatozoide vai o fecundar. E desta forma evitar os que podem carregar problemas genéticos. Não é uma seleção que limpa 100% das possibilidades, mas de fato reduz significativamente. Também há de se pensar que mesmo nos casos em que tem problema, era o menos pior, ou o óvulo que tinha problema, mas não vamos ficar falando disso.
Nas dicas de organização, foram colocados exemplos de brinquedos que podem ser usados na decoração para fazer peso de porta, abajur, prateleiras, puxadores de gavetas, ganchos de pendurar e outras coisas que conseguir imaginar. Acho que é bem interessante, principalmente quando são peças que estão faltando e a criança já não brinca mais.
E falando de comida, já preparando ideias para a páscoa a revista trouxe uma receita de recheio de nutella ou de maracujá para ovo de páscoa, daqueles de colher. Mas nem imagino ovo de páscoa sobrar. O ingrediente de destaque foi a cenoura.
E na coluna sobre escola, voltando a pensar na volta às aulas, desta vez comentando sobre a organização da rotina de estudos que pode ser pensada logo no começo para facilitar o processo de aprendizado sem sobrecarregar na semana de provas.

Dos produtos que foram mostrados, o destaque da vez é um repelente infantil da marca Granado que eu recebi de brinde, não sei se junto com esta edição ou com outra. Na época que recebi eu já tinha e usava o repelente de insetos em loção da Johnson's. E quando acabou então aproveitei para usar o outro, mas não tive necessidade de comprar outro porque a mais nova completou 2 anos e já pude usar os outros repelentes que comprava para a mais velha e menos um produto diferente em casa.

terça-feira, 10 de janeiro de 2023

Sobre... Revista "Pais & Filhos" edição fevereiro/18

Pior do que publicar atrasado, é demorar tanto tempo para comentar a revista de anos atrás. Vou tentar fazer ainda mais rápido, só para aproveitar o material que já recebi e está parado em casa antes de virar recorte das atividades da escola.

O tema da edição de fevereiro é carnaval. E tudo o que isso implica na vida de pais com crianças pequenas. 
A seção sobre respostas do médico foram feitas muitas perguntas sobre protetores solares que você tem a resposta no rótulo do produto e o médico pacientemente informou a resposta. Mas algumas perguntas pertinentes sobre o tipo de protetor solar (creme, gel ou aerossol) poderia ser melhor trabalhado, assim como as roupas com fator de proteção solar.
Outro editorial que teve sobre a rotina de um pai que é piloto de avião e não consegue ter uma rotina de trabalho que combine com a rotina dos filhos e, apesar de estar parte do tempo ausente, nos momentos em que está presente são longos fins de semana.
Na edição anterior eu já reclamei pela escolha de itens mais caros como sinônimo de estilo das "mini celebridades". E desta vez, escolheram uma celebridade internacional, North West, uma das Kardashian e o padrão dos produtos foi condizente com o histórico familiar.
Escolheram acompanhar a rotina de uma mãe que assumir a maternidade em tempo integral ao se mudar para Nova Iorque. E é uma rotina bem comum de qualquer família americana para uma família de brasileiros.
Na coluna do casal Piangers eles falam sobre como estão encarando uma situação preocupante de câncer na família e procuram viver o agora, sem se prender em planos para o futuro. E principalmente por continuar vivendo plenamente o dia presente, sem adiar interminavelmente as coisas para o momento propício que pode nunca chegar.
A entrevista desta edição foi com o Diretor que estava trabalhando no filme Laços da Turma da Mônica. A época da entrevista, ele ainda estava na expectativa de não saber como o público receberia, mas depois de ter assistido o filme, sei que foi um ótimo trabalho e fico feliz com o que relatou.
O brinquedo de destaque foram os bebês reborn, uma febre entre as crianças. Sua origem é até bem popular, o reaproveitamento de partes de bonecas para fazer uma nova, mas o trabalho artístico das versões atuais justifica o alto custo de aquisição destas bonecas.
A dica de livros da vez novamente foi para um autor nacional bem conhecido: Pedro Bandeira. E o livro recente dele foi para crianças mais novas e a importância dos livros para as crianças.  
Outra seção interessante é a de conectando os pontos que traz exemplos de mães/pais empreendedores. Neste mês, a mãe empreendedora é uma artista digital, que faz ilustrações e estampas, trabalho que vem crescendo e não se tem visto muita criatividade. Ter um bom portfólio e conhecer a história de seus clientes faz toda a diferença para esta artista/mãe/empreendedora.
O pai selecionado para contar sobre sua experiência com a paternidade reflete sobre os aspectos comuns, que todos falam, sobre de descobrir pai com a criança no colo. Mas ele sutilmente coloca a preocupação de tentar ser o melhor pai que pode ser e se compara com o pai que ele teve. E acho que poucos se dão ao trabalho de questionar que tipo de pai querem ser e, se como filhos conseguem absorver e reproduzir tudo o que tiveram de bom de seus pais, e mudar tudo o que os traumatizou de seus pais. Vale a reflexão. Ter uma infância feliz não significa ter tido bons pais. 
A família da capa é uma família de músicos, com um pequeno de 1 ano e 3 meses. E por mais que pareça diferente de uma família comum, eles viveram algo que é muito comum: a gravidez no momento inesperado (os dois desempregados), improvisaram o que puderam com a ajuda da família e se reinventaram para trabalhar e estar perto deste menino que não para quieto, super vivo. E se tem uma coisa que é muito real sobre maternidade/paternidade é que nunca acontece do jeito que a gente quer.
A matéria de destaque foi sobre a expectativa de vida dos filhos. Devemos nos preparar para viver 100 anos. O principal ponto desta matéria é a preocupação que os pais devem ter de que seus filhos sejam independentes, o que é importante, indiferente se forem viver 30 ou 100 anos.
E a matéria sobre comportamento aborda o transtorno opositivo-desafiador. É um tema um pouco polêmico. Tenho um extenso histórico de família de crianças que não gostam de seguir regras. Mas é importante diferenciar quando o problema é seguir regras, avaliar e entender o porquê antes de agir ou é o caso do transtorno. Temos toda uma geração questionadora que não gosta de receber ordens e só age pela própria cabeça. E só lembrando que toda criança saudável gosta de desafiar e testar os limites dos pais, questionar as ordens destes e agir conforme a sua cabeça. Os cuidados especiais e as terapias para auxiliar quem tem este transtorno, só com um diagnóstico médico e o acompanhamento prolongado do comportamento da criança. 
A matéria sobre saúde comentou sobre a importância da meditação, inclusive para as crianças. E desacelerar tem sido um desafio cada vez maior neste mundo imediatista. Independente ter ou não um problema de ansiedade, concentração ou hiperatividade, a meditação, quando utilizada, tem se mostrado útil.
Aproveitando a volta às aulas colocaram uma matéria sobre o lanche das crianças. E são dicas relativamente fáceis para preparar, ou nem tanto, mas na verdade tem que ser de acordo com a realidade alimentar de cada criança. Evitar o uso de muitos itens industrializados mas ter um preparo prático é algo a ser negociado. Eu faço um cronograma semanal de lanches e repito todas as semanas o mesmo cronograma. É claro que quando não tenho algum produto em casa, principalmente as frutas que dependem da estação, preciso improvisar, mas vou negociando opções com a criança. Participando do processo é mais provável que ela aceite e coma tudo. E sempre é bom ter um dia livre, nem que seja uma vez por mês. Para os maiores, é bom aproveitar o lanche da cantina, para já acostumar com o valor do dinheiro e o poder de compra.
Nas dicas de organização, focaram no roupeiro, peças de cama, mesa e banho. Algumas dicas são boas, mas voltaram com a ideia dos organizadores, que ocupam espaço e escondem as coisas. Se você precisa usar caixas para separar e etiquetas pra identificar, quer dizer que você tem muita coisa. Pode abrir mão de um pouquinho. E novamente, pressupõe espaços grandiosos de armazenamento, que não são a realidade da maioria das pessoas. A escolha de onde guardar está muito mais em função de onde o espaço está, de preferência no local de uso, ou se tiver disponível um espaço para isso na lavanderia ou em outro armário no corredor são boas opções para organizar.
A receita deste mês chama Buraco Quente, mas é parecido com uma carne louca, para comer com pão. E o ingrediente de destaque é o açaí, que eu também não faço questão de comer, fico só nas frutas com granola.
E na coluna sobre escola, as autoras destacaram a importância de alguns aprendizados que devem começar em casa, ao invés de esperar que a escola ensine: focar em uma atividade de cada vez, respeitar os outros e assumir responsabilidades (sobre si mesmo).

Dos produtos que foram mostrados, eu fiquei interessada em um livro: Pequenos Guerreiros - A Força de Vida do Bebê Prematuro, de Tilza Tavares. Mas não cheguei a comprar. O livro só está disponível para revenda (novo ou usado) e muito caro. É uma pena que temos várias opções de livros sobre os mesmos assuntos, traduzidos e não adaptados para a realidade brasileira, mas alguns livros nacionais sobre assuntos pouco falados sejam tão difíceis de achar. 

sexta-feira, 2 de abril de 2021

Sobre... Revista Pais & Filhos edição jan/18

 Antes que confundam, eu acabei por cancelar a assinatura e por isso fiquei desmotivada a ler as revistas que tenho em casa e comentar. Vou fazer ainda mais resumido, mas vou continuar tentando passar por todas as seções.

Uma coisa interessante das edições de 2018 é que marcam o aniversário de 50 anos da publicação das revistas. Apesar de trazer matérias "especiais" a quantidade de páginas é a mesma das edições anteriores. Então o conteúdo pode ter sido melhor selecionado, mas não foi acrescentado ao conteúdo normal da revista.
A seção sobre respostas do médico ele afirma que não existe congestão da criança comer e praticar esportes (ou brincar na piscina/mar). Mas sugere "moderação".
Eu assinei Claudia por pelo menos 2 anos, então ainda me choco de ver no editorial de moda opções de artigos usados por "mini celebridades", já que não tem opções de baixo custo ou de grandes redes varejistas. E a personalidade da vez foi Titi Gagliasso.
Estreou um editorial novo para falar de diferenças. E a colunista deste mês fala sobre a percepção de que não se deve pregar que são todos iguais, mas que são todos diferente. Qualquer afirmação absoluta, na verdade, é burra. A presença de diferentes simplesmente não era vista pela autora. Mas a campanha tem sido em aceitar as diferenças e ter empatia pelas outras pessoas. Ela se coloca como aprendiz em inclusão.
Outra personalidade que foi acompanhada foi Ingrid Guimarães. Apesar da proposta ser acompanhar mãe e filha, pouco contou da filha.
Toda edição tem uma seção com os jornalistas Pop, que são pais de 2 meninas, o casal Piangers. Duas páginas de nada. São relatos do que poderia ser um diário, mostrando o tanto que eles são individualistas e permissivos mas sentem culpa por não fazerem as melhores escolhas. Como a maioria dos pais. E contam orgulhosos quando conseguem fazer a escolha correta, e que qualquer um poderia fazer. Mas... Não me impressiona em nada. O tema que refletem: férias. 
Acho que eu já reclamei disso antes, na seção entrevista conhecemos uma escritora e as perguntas são diretamente ligadas ao livro. A apresentação que é feita é boa, bem resumida, para dar vontade de comprar o livro, mas eu preferia que tivesse uma passagem para eu conhecer um pouco da escrita e ficar com vontade de ler. A autora desta edição é uma mãe que manteve um blog por cerca de 10 anos falando sobre maternidade e lidar com a perda. Seu marido faleceu 2 meses antes do filho deles nascer. É uma situação impactante. E remendar o coração e ainda ensinar uma criança a amar a vida não é fácil.
E a outra personalidade que é apresentada é Ruth Handler, a criadora da boneca Barbie. Essa seção eu gosto bastante.
Outra seção interessante é a de conectando os pontos que traz exemplos de mães/pais empreendedores. A deste mês é a criadora da linha de vestuário Pano de Mãe que tem por filosofia artigos sem diferenciação de gênero e sem prazo de validade. Dois conceitos interessantes já que as crianças perdem roupa muito rápido conforme vão crescendo. 
Eu sempre gosto das dicas de livros. Desta vez não fiquei com vontade de comprar nenhum, mas a indicação de livro da Eva Furnari... É uma pena que sejam tão caros. Gostaria de ter mais em casa. 
Como o tema desta edição é a diversidade, a família da capa vive de uma forma pouco convencional em uma casa compartilhada. E esta é a forma de vida dos pais e a criança está bem inserida no contexto. 
As matérias em geral devem fazer um professor de redação entrar em desespero. O jornalista vai e volta, fala de pontos fortes e o lado ruim dos pontos fortes, depois fala do mesmo aspecto como um ponto fraco e destaca os lados bons dos pontos fracos... Dá para entender? Claro que não. Enfim, na matéria sobre o equilíbrio para uso de eletrônicos por crianças, ficou assim. Citou estudos que mostram os ganhos no aprendizado e os estudos que mostram o desequilíbrio emocional que esta forma de aprender proporciona. E os pais têm que ser o exemplo. 
E a matéria seguinte fala sobre as escolas adotarem a disciplina de inteligência emocional que é uma das formas de tentar equilibrar o desequilíbrio causado pelo excesso de telas. 
Outra matéria anunciada na capa é sobre viajar grávida. O segredo é conversar com o seu médico. Cada gravidez é de um jeito. As dicas oferecidas pela revista são válidas, mas a verdade é que é melhor não ficar viajando.
Muitas dicas para organizar uma despensa. A realidade da maioria das pessoas é quase nenhum espaço para ter despensa ou sequer um estoque de alimentos. Então só para os consumistas e que possuem folga no bolso vale a pena dar uma olhada. Para uma vida mais simples, veja as dicas que eu deixei sobre potes de armazenamento. 
A receita deste mês é uma torta de frango que fiquei com vontade de fazer. O ingrediente de destaque é o coco mas não mudou o meu não gostar de água de coco.
Existe um movimento geral, de casais dividindo a responsabilidade com a casa e os filhos. E a revista insiste em mostrar pais que se dedicam à paternidade. E eu admiro todos eles, bem como os muitos que eu conheço que são ótimos pais. Mas fica uma sensação que eles são uma exceção, mas eu acho mais que o contrário está caindo em desuso.

Nesta edição não tive nenhuma compra inspirada. Fiquei encantada com uma lancheira de elefantinho da marca Girotondo. Um kit com 5 itens (prato, copo, talher), muito bonitinho. Mas a s meninas já passaram desta fase. Ainda tem disponível em lojas como Extra e Americanas.

quinta-feira, 2 de abril de 2020

Sobre... Revista Pais & Filhos edição dez/17

Assim como as outras, li com bastante atraso da publicação e demorei bastante para terminar, mas sempre tem algo que desperta para algo mais.

A edição de dezembro de 2017 já está em clima de Natal e fim de ano. E foram tantas coisas para contar.
Na coluna sobre saúde as perguntas foram a respeito de um problema até que simples: o sangramento nasal. Foi bom para desmistificar uma série de recomendações.
O produto de destaque desta edição é a versão da Mini Melissa que eu já comentei aqui.
Também foi bastante comentado sobre o evento da revista, que trouxe palestra com mais do mesmo para mães blogueiras e youtubers. Esse tipo de evento não me interessa.
Foi feita uma entrevista com a Diretora de um documentário que trata de novas formas de elogiar. Na minha singela opinião, as pessoas são preguiçosas. Entregam aquele elogio fácil. Sequer se preocupam o que a criança espera ouvir e o que isso significa para a formação do caráter infantil. O importante do elogio é ele ser sincero. E pessoal. 
Acho importante entender as mudanças nas relações que estão ocorrendo. No caso, pensando nas relações com o dinheiro e nas escolhas de compras, achei a reportagem sobre o aluguel de brinquedos uma iniciativa muito interessante. Algo que aconteceu após o nascimento da mais nova foi ter descoberto que a maioria das pessoas já não compra brinquedos novos para os filhos, opta por brinquedos usados em bom estado. É uma forma mais consciente de consumir sem gerar lixo. Pouco tempo depois, estes brinquedos ficam esquecidos, e os pais de hoje colocam novamente à venda. Esse sistema de aluguel também é vantajoso. Tem uma pessoa responsável por adquirir e repassar estes brinquedos, mediante uma taxa de administração: o aluguel.
A família da capa continua não me empolgando. Eles mostram um exemplo de união e cumplicidade, mas foi o adjetivo escolhido pelo entrevistador. É outra família, parente dos editores, dos donos da editora, dos colaboradores... Enfim, é alguém da família de alguém. Não é um anônimo, não é alguém normal como eu e você.
Em uma matéria sobre o Natal fala sobre os rituais familiares formados nesta época do ano. Não é novidade que, apesar de não ser um costume no Brasil, venho fazendo Calendário do Advento com as meninas. Considero uma forma saudável de se preparar para o Natal, comprometendo a criança com atividades em família e os preparativos para as festividades. Mas o importante é reconhecer o que funciona e achar a sua forma de construir os rituais.
Outro tema trabalhado, a alimentação de bebês daria um livro, mas a reportagem ficou apenas no básico. E a verdade é que não se deve apresentar programas de introdução alimentar como se costumava utilizar. Os princípios se mantem: aleitamento materno tanto quanto possível, introdução da alimentação pastosa e quando a criança possui dentes os pedacinhos. Quando acontece e a duração de cada fase, depende de cada criança e de cada rotina. Adiar temperos mais condimentados, açúcar e alimentos processados deveria ser óbvio, mas não tem uma fórmula mágica. O importante é trazer a alimentação balanceada e sem exagero.
Na época desta edição estavam relançando vários brinquedos que fizeram parte da infância dos pais e avós de hoje. A revista trouxe uma lista destes brinquedos e mais uma lista com recomendações dos tipos de brinquedos para cada idade. Essa lista é ótima para quem não tem filhos. Geralmente os pais sabem o que comprar para presentear outras crianças.
O ingrediente destaca nesta edição é o iogurte. Aqui em casa ele teve um papel fundamental para retirar a mamadeira e até hoje faz parte da alimentação diária da mais velha. Mas não consigo fazer a mais nova experimentar, com ela o que funciona é o leite com cereal.
A receita desta edição é um pudim de rabanada que eu não pretendo fazer. Pudim nunca foi unanimidade em casa.
Demorei muito para terminar a leitura desta edição. Tentei espremer e retirar toda a informação possível desta leitura, mas tenho certeza que muita coisa vou esquecer logo. Vou tentar ler com mais frequência para aproveitar melhor o conteúdo dentro do contexto.

Desta vez, o produto destacado pela edição que eu recebi um exemplar para experimentar foi a Fralda Pompom Colo de Mãe. Ao utilizar a amostra, uma unidade, não tive nenhuma reclamação que desabonasse em relação às demais marcas que uso. Um dos inconvenientes é que recebi a fralda no tamanho G mas a criança é pequena e só pude usar em 2019. Esse foi o menor dos problemas porque tinha já outras fraldas guardadas do chá de fraldas em tamanhos G esperando que a criança tivesse peso para usar. Novamente, com um pouco de planejamento tive oportunidade de usar todos os pacotes de fralda que tinha em casa sem precisar ficar comprando muito, trocando ou até mesmo doando as de tamanho menor que a criança perdeu. A parte boa de publicar atrasado é que tive tempo para experimentar o produto recebido.
A amostra não foi suficiente para me tornar consumidora da marca simplesmente porque esta marca não está tão disponível quanto as outras marcas que eu costumo comprar. O outro argumento na escolha da fralda é o preço unitário que eu recuso a pagar mais de 1 real. E para conseguir este preço numa fralda que tenha um bom resultado em casa, acabo comprando no atacado. E nos supermercados atacados que tem perto de casa não tem essa marca de fralda Colo de Mãe. Já aconteceu de comprar fraldas na farmácia ou em outros supermercados e ainda assim, dependendo do tamanho eu também não acho esta marca.
Enfim, com uma boa estratégia de distribuição e preço competitivo, facilmente estaria presente na casa de mais pessoas porque não falta qualidade no produto.

domingo, 2 de fevereiro de 2020

Sobre... Revista Pais & Filhos edição nov/17

Bom, tentando manter um ritmo de leitura, já venho contar sobre a edição seguinte da revista. Descobri que algumas edições se perderam no caminho e não foram entregues, então eventualmente vou pular as edições e não vou conseguir publicar na ordem.

A edição de novembro de 2017 veio apresentar a próxima edição do Seminário da própria revista. A minha maior crítica é que o evento é presencial e só consegue receber o público em SP. Se fosse disponibilizado para assinantes a transmissão online por streaming seria muito bom.
A reportagem da capa continua não me empolgando. Um dos pontos que me chamou a atenção foi uma referência a criar tradições na família, que é algo que estamos fazendo. E são muitas...
Uma seção que eu achei interessante foram sobre eventos e produtos para crianças. Mais do que expor e comentar, contaram um pouco da história de como o produto, a marca ou o evento foi criado e entrevista com o criador/idealizador.
A edição de novembro veio recheada de indicações de livros: para os pais, para os filhos, para problemas específicos e também trouxe uma matéria sobre Cartilha de Alfabetização. Já passamos pelo processo de alfabetização uma vez por aqui. Cheguei a cogitar adquirir uma cartilha de alfabetização para auxiliar no aprendizado em casa. Acabei não precisando usar, mas dependendo do método utilizado pela escola e do quanto a criança está acompanhando o processo, recomendo fortemente que os pais estejam preparados para complementar este processo. Em muitos casos, a mudança do método pode ser a solução. Se a própria escola não realizar a adaptação, melhor do que mudar de escola no meio do ano é já ir complementando em casa. Mas sobre isso, é importante ter paciência e deixar ocorrer no tempo certo. Não adianta se afobar e querer que a criança esteja lendo com 5 anos. Ela pode passar por esse processo até os 7 anos (ou 8 incompletos).
Outro tema trabalhado foi a chegada de um irmão. Vivemos este processo de adaptação em casa. Foi muito preparado e planejado, mas acredite que ainda existem momentos em que volta a questionar o tempo que os pais se dedicam a cada filho. Não é fácil. Sempre conto que a mais velha teve 5 anos do pai e da mãe só pra ela enquanto que a mais nova não vai ter isso nunca. 
A receita deste mês é um prato com ovos e espinafre que não pretendo fazer. O ingrediente de destaque é o abacaxi que, apesar de eu gostar muito, sei que tem muita gente que não tolera, racha a boca etc. Não acho relevante obrigar as crianças a experimentar.
Novamente, mesmo com o Leiturinha, gosto das dicas de livros. Por enquanto, nada que foi recomendado eu tenho em casa, o que me deixa com vontades.
De maneira geral, fiquei com uma impressão mais positiva desta edição. Até demorei bem mais para escrever porque não queria ser injusta e avaliar influenciada pela outra edição que havia lido.

O produto que eu me inspirei na revista para comprar foi o Salsep Jet. Eu faço uso praticamente regular do Rinosoro, mas não sou fiel à marca, uso o que está mais barato. Como sempre tenho em casa e não dá pra compartilhar, acostumei a comprar o família, que tem o bico pequeno do infantil e deixo sempre um fechado em casa e um para cada criança e mais um para adulto que eu lavo entre os usos eventuais. Como o último que estava usando era Salsep, quando fui na farmácia comprar peguei dois, sendo um Jet. A principal diferença é a dosagem, já que o spray tem uma dose fixa e se precisar de mais faz uma nova aplicação. Já o Jet você consegue dosar pela pressão no aplicador quando interromper o fluxo. O fluxo, por sinal, é maior, então é difícil aplicar pouco. E a outra vantagem é a posição. O spray precisa estar na vertical, ou o menos inclinado possível para a aplicação ocorrer. Já o Jet, permite inclinações maiores com o jato. É desconfortável, mas as meninas acharam mais divertido.
A embalagem vem mais e é mais caro, então não é na mesma proporção. Como o jato tem um fluxo maior, acaba mais rápido. 
A grande pergunta é: Valeu a pena? Sim. Eu gostei. Mas como já estava acostumada com o outro de spray, voltei para ele que é mais econômico. Compraria de novo? Só se estivesse mais barato que o spray, mas é bem provável que não. 
E sinceramente, o que eu mais queria mesmo é que a criança conseguisse assoar o nariz e tirar tudo sem precisar usar o spray de soro. Aos poucos, conforme foi crescendo, se tornou menos intenso o uso deste tipo de recurso. Extremamente indispensável no primeiro ano do bebê. 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Sobre ... Revista Pais e Filhos - edição out/17

Vamos ver se eu consigo chegar ao que me proponho. Eu troquei uma assinatura da revista Claudia por uma da revista Pais e Filhos. Neste momento da minha vida, é esta a revista que vai me agregar alguma coisa. Apesar de eu ter lido todas as edições de revistas que recebi, geralmente as leio atrasadas, então nem tenho muito o que comentar, alguns produtos saem de catálogo e alguns assuntos estão atrasados. No caso da Revista Pais&Filhos, o conteúdo tem mais aplicação o momento da minha vida do que com o período de publicação. Não quero fazer disto uma regra, então vou tentar comentar o que eu mais gostei de tudo que eu li na edição e que produto eu experimentei em decorrência deste exemplar, seja por ter recebido como brinde ou por compra recomendada. Eventualmente, não vou publicar na ordem, mas este é referente à primeira edição que recebi.

A edição de outubro de 2017 foi a primeira que recebi e a primeira que pretendo comentar. A temática ficou em torno do Dia das Crianças. Obviamente, muito se falou de presente, programas e atividades para fazer com as crianças.
A reportagem da capa, normalmente um perfil com uma família, achei bem sem graça. Não quero ficar com uma má impressão.
Outra seção que me decepcionou foram as perguntas aos especialistas, que responderam coisas mais fáceis sem se comprometer. Os assuntos podiam ser mais explorados. Em resumo: pergunte ao seu pediatra.
Outra seção interessante que pretendo aproveitar é a de receitas para crianças. Esta edição tem algumas opções com abóbora, um alimento que eu sempre tive preconceito.
Por fim, a outra seção que trouxe muita sugestão foram as recomendações de leitura. Apesar de eu ler muito e ter muitos livros para as crianças, sempre tem opções inusitadas que felicito em conhecer.
Tem uma matéria sobre investimentos com os filhos que era algo que eu já pensava, mas coloca muitos pais fora da caixa. Não faz parte da rotina do brasileiro se planejar para longo prazo, a maioria só sonha com o futuro, o que não é a mesma coisa, e por isso muito mais difícil de realizar.
Alguns temas são bastante polêmicos e portanto, não tem como evitar debater. Nesta edição de outubro, creio que o ponto mais polêmico discutido foi a inclusão. A matéria é parcial, é um ponto de vista, mas tem todo o seu mérito. Não é algo que me atinja diretamente, mas tenho conhecimento de muito que isso vem sendo discutido e as opiniões são opostas.
De maneira geral, achei que a revista tem uma ótima diagramação, com muitas imagens. Mas o conteúdo escrito é muito limitado. Gostaria de receber mais material. Eu dividira a revista em duas partes: a primeira de puro ego e consumismo e a outra que tenta ser politicamente correta e leva ao ponto. Digamos que, desde que a proporção de cada uma das partes se mantenha, está ok. Porque não se pode ser perfeito.
Sobre os anúncios, eu sabia que teriam bastantes, mas não achei excessivo. Claro que, se a revista tivesse mais páginas por edição, teria mais anúncios. Mas eu queria mesmo mais informações sobre produtos para me auxiliar na compra. E o outro porém é que muitas propagandas não me atingem. São atrações em São Paulo/SP ou produtos que só se encontra facilmente pela internet.

Junto com a revista veio um encarte da Granado. Eu acho os produtos da marca caros, mas pelo menos a linha baby é acessível e vende em farmácias. O produto que eu não conhecia e resolvi experimentar foi o talco em gel. Minha filha mais velha tinha bastante irritação na pele pelo suor na região da fralda: na perninha e nas laterais. A recomendação do pediatra foi usar polvilho. Eu usei talco e usei polvilho, mas achei que o que mais ajudou foi aumentar a frequência de troca de fralda e alternar a marca e modelo da fralda descartável. Não adianta dizer que a fralda da Pampers não dá alergia e deixa a pele do bebê respirar, tem a menor parcela de plástico... Ela irritava a pele do meu bebê. Enfim, não recomendo nem condeno. Desta vez me propus a testar este novo produto. Apesar de ter comprado em dezembro, depois que o bebê nasceu, só tive oportunidade de usar nos últimos meses já que não estava calor. (Em dezembro e janeiro que também fez calor, era muito nova e ainda não transpirava).
A aplicação é mais segura que o talco e espalha bem fácil. Gostei de usar para dormir porque alivia o incômodo da pele sensibilizada. O produto é indicado para usar como preventivo de assaduras, mas eu prefiro não usar creme preventivo de assaduras para deixar a pele respirar melhor. Só quando percebo que começa a ficar irritada que uso o creme ou a pomada.
Sendo assim, achei que é uma solução um pouco "cara", prefiro fazer uso de produtos mais em conta. Mas considerando o perfil que fizeram na revista, o produto realmente atende aquele público.
Para a irritação na pele, usei algumas vezes e confesso que nem sempre foi suficiente, algumas vezes tive que apelar para a nistadina, mas em geral tem um resultado mais rápido que outros cremes.
No meu caso, a ideia era experimentar mesmo, formar opinião e descobrir o que funciona melhor para mim. Têm outros produtos para bebês que eu gostaria de experimentar e uma das formas de eu me informar sobre os produtos têm sido a revista.
Acredito que não será necessário comprar novamente. Mas fiquei com muitos produtos que experimentei para a mais velha e que não usei depois que cresceu. Entretanto, recomendo este bastante para os casos de pele sensibilizada de bebês.

Espero não demorar muito para comentar sobre a próxima edição. O que mais demora é experimentar o produto, nem é ler a revista, mas estou deixando para fazer os dois meio junto.