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domingo, 15 de janeiro de 2023

Menos Café, por favor!

 Um tempo atrás eu assisti um vídeo em inglês com uma crítica ao consumo do café e esse vídeo mexeu comigo. Não que eu concorde com o vídeo, inclusive bastante sarcástico, ou com a pessoa que compartilhou o vídeo da forma que chegou para mim.

Existe um viés cultural muito forte no tomar café. A primeira refeição do dia no Brasil chama café-da-manhã. Uma pausa no dia de trabalho é uma parada para um cafezinho (coffee break). E país grande produtor de café desde muito tempo, o café é sinônimo de riqueza, felicidade, raiz e pátria, dependendo de que lado você olhe. As crianças, desde pequenas começam tomando seu café com leite (ou pingado para quem é de SP), passam a consumir o café puro como um marco para a vida adulta. Talvez seu mundo seja diferente do meu, mas eu vi e vejo tudo isso o tempo todo.

Voltando ao vídeo, tendo todas estas referências por trás e sabendo que o vídeo era uma crítica às cafeterias americanas, tipo starbucks e tantas outras que existem por lá e são igualmente famosas, fiquei espantada como o café se tornou uma desculpa para o consumo de supérfluos. As pessoas se identificam como fãs de starbucks (ou mcdonalds, etc), viciados em café (ou cafeína, refrigerante de cola, açúcar, batata frita, etc) como se fosse algo positivo, elogiável. E indiretamente reforçam este hábito nos vídeos, filmes, fotos, comentários em redes sociais... Se você não acompanha para um cafezinho, você é anti-social.

Eu vivi este "isolamento" durante as gestações. Não é algo que seja proibido, mas recomendado. Em grande parte do tempo passei a consumir apenas o café descafeinado. E ficar completamente sem o café me fez ter dores de cabeça. Quem fica feliz de saber que um "alimento" torna tão grande a dependência a ponto de você sentir dor?


Eu virei adepta do café quando eu parei de tomar leite, aos 16 anos. O leite me faz mal, não é intolerância a lactose porque o leite de soja também me faz mal. E foi como eu consegui viver até então.

Não serei militante para convencer as pessoas a não tomar café. Mas recomendo que considerem com um pouco menos de paixão o quanto vale a pena, mesmo gostando de tomar café, continuar o consumo exagerado de café a ponto de tornar-se dependente.

Apenas comentando o meu exemplo, resolvi reduzir o consumo de café. Não dá pra tirar bruscamente este hábito tão enraizado no brasileiro. Em 2022 passei a tomar café apenas uma vez por dia, pela manhã. Substituí pelo chá no "café da tarde". Eventualmente, quando saio, estou na casa de outras pessoas, até tomo um café à tarde. Mas algumas vezes eu troco por um chocolate ou um chá.

Depois de alguns meses, optei por tirar também o café dos fins de semana, tomando apenas pela manhã de segunda a sexta. E funcionou bem, mas eu ainda queria reduzir mais. Em novembro passei a tomar café em dias alternados, substituindo pelo suco ou chá nos demais dias. E funcionou melhor ainda. Eventualmente sinto falta de café, mas é cada vez menos. Não tive mais dor de cabeça pela abstinência porque dei tempo para o meu corpo se acostumar em cada redução do consumo. Já não sinto a menor falta depois do almoço, mas em alguns dias sinto sono (porque a minha rotina de sono ainda não está boa).

Não estou com pressa para avançar numa etapa de não ter café em casa, mas admito que esta é uma possibilidade. 

Daqui a algum tempo, talvez ano que vem, eu tentarei reduzir ainda mais o café, até conseguir tomar só de vez em quando.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Livro interativo Procure e Ache

Desde que vi pela primeira vez fiquei encantada com os livros de edições Usborne. O desenho tem um traço simples e amigável, eles têm diferentes tipos de interatividade e níveis de dificuldades para as crianças.
Quando consegui uma boa oferta resolvi comprar vários, a maioria ainda está guardado em casa sem uso, para usar aos poucos. 
Os primeiros, para crianças menores, que usamos foi esta edição Procure e Ache e mais um com som que ensina algumas palavras em espanhol.

O Produto:
O livro de Procure e Ache possui algumas páginas com recortes complementados com imagens da página anterior ou posterior. Lembra um pouco "Onde Está o Wally" mas para crianças menores.
E o outro grande diferencial são os traços infantis característico da editora.
A editora Usborne é do Reino Unido e oferece livros no Brasil faz poucos anos. A impressão dos livros em português ocorre em países asiáticos (Malásia, China, Tailândia etc).
Além das edições com pequenas histórias são várias as opções de edições com atividades e passatempos: adesivos, coisas para achar, labirintos, colorir, livros sensoriais, com som. Apesar de não ser o foco, a editora também tem boas opções de livros em outras línguas (principalmente inglês e espanhol) disponíveis para compra no Brasil.
Apesar do site permitir filtrar por idade, os livros não trazem classificação indicativa.

O Problema:
Quando recebemos os livros e a minha filha pegou para ler, ela já havia descoberto a mágica da leitura. Ainda não estava completamente alfabetizada, mas era capaz de desvendar a maior parte do código. Apesar disso, de já ter passado da idade recomendada do livro, achei por bem que folheasse para incentivar os outros livros do tipo que temos em casa e que pareciam muito difícil.
O problema é que ela achou um erro grave em uma das páginas. Há bem pouca coisa escrita e a revisão deixou passar um "No Pracinha". Eu juro que fiquei olhando e tentando me convencer que não estava errado. Mas é lógico que o erro continuou lá.

O Contato:
Ultimamente tenho preferido fazer o contato no Fale Conosco do site. Enviei a mensagem em 21 de setembro de 2018 e já tinha esquecido disso. Até que limpando a caixa de email achei uma mensagem que recebi em 12 de outubro (na minha caixa de spam).

O Resultado:
Aparentemente, o sistema de atendimento funciona no Reino Unido e eles utilizam algum serviço de tradução (tipo um translator da vida).
A resposta agradeceu o contato e o informe do erro.
Eu havia perguntado se pretendiam corrigir o erro e podiam substituir o exemplar errado para amenizar a situação da criança. E a resposta por email foi: "Realmente um erro muito ruim, e passou. A correção será feita na reimpressão."
Ultimamente, este não é o tipo de resposta que me faz acreditar que o produto é bom. Eu vejo este mesmo livro em livraria e corro a folhear o livro para ver se é a mesma edição com o mesmo erro. E sempre é.
Provavelmente eu vou comprar outros livros da editora. Se já comprei depois deste, só se for pra presente, para as minhas meninas eu tenho certeza que não.
Eu esperei 2 anos e me desfiz deste livro. Minha filha queria desenhar a perninha do O para virar A e ficar correto. Mas eu achei melhor não.
Erros em livros ainda são muito comuns. Já foram mais, já foram menos. Realmente acontecem. Mas os erros em livros infantis, em fase de alfabetização e principalmente quando tem pouco texto e muita imagem deveriam ser evitados com ardor. Acho que se não fosse no título, eu teria desenhado a perninha que faltava.

Obrigada, editora Usborne por oferecer um livro com erro, não recolher dos distribuidores e lojistas e não fazer uma nova edição corrigida sem que tenha vendido todos os exemplares que já estavam impressos. Obrigada individualmente pela sua resposta, que não viu importância em substituir o livro que eu comprei por outra edição sem erros. E parabéns pelo seu sistema de Fale Conosco/Tradução/Revisão em português que não é realizado no Brasil, por brasileiros.

domingo, 2 de fevereiro de 2020

Sobre... Revista Pais & Filhos edição nov/17

Bom, tentando manter um ritmo de leitura, já venho contar sobre a edição seguinte da revista. Descobri que algumas edições se perderam no caminho e não foram entregues, então eventualmente vou pular as edições e não vou conseguir publicar na ordem.

A edição de novembro de 2017 veio apresentar a próxima edição do Seminário da própria revista. A minha maior crítica é que o evento é presencial e só consegue receber o público em SP. Se fosse disponibilizado para assinantes a transmissão online por streaming seria muito bom.
A reportagem da capa continua não me empolgando. Um dos pontos que me chamou a atenção foi uma referência a criar tradições na família, que é algo que estamos fazendo. E são muitas...
Uma seção que eu achei interessante foram sobre eventos e produtos para crianças. Mais do que expor e comentar, contaram um pouco da história de como o produto, a marca ou o evento foi criado e entrevista com o criador/idealizador.
A edição de novembro veio recheada de indicações de livros: para os pais, para os filhos, para problemas específicos e também trouxe uma matéria sobre Cartilha de Alfabetização. Já passamos pelo processo de alfabetização uma vez por aqui. Cheguei a cogitar adquirir uma cartilha de alfabetização para auxiliar no aprendizado em casa. Acabei não precisando usar, mas dependendo do método utilizado pela escola e do quanto a criança está acompanhando o processo, recomendo fortemente que os pais estejam preparados para complementar este processo. Em muitos casos, a mudança do método pode ser a solução. Se a própria escola não realizar a adaptação, melhor do que mudar de escola no meio do ano é já ir complementando em casa. Mas sobre isso, é importante ter paciência e deixar ocorrer no tempo certo. Não adianta se afobar e querer que a criança esteja lendo com 5 anos. Ela pode passar por esse processo até os 7 anos (ou 8 incompletos).
Outro tema trabalhado foi a chegada de um irmão. Vivemos este processo de adaptação em casa. Foi muito preparado e planejado, mas acredite que ainda existem momentos em que volta a questionar o tempo que os pais se dedicam a cada filho. Não é fácil. Sempre conto que a mais velha teve 5 anos do pai e da mãe só pra ela enquanto que a mais nova não vai ter isso nunca. 
A receita deste mês é um prato com ovos e espinafre que não pretendo fazer. O ingrediente de destaque é o abacaxi que, apesar de eu gostar muito, sei que tem muita gente que não tolera, racha a boca etc. Não acho relevante obrigar as crianças a experimentar.
Novamente, mesmo com o Leiturinha, gosto das dicas de livros. Por enquanto, nada que foi recomendado eu tenho em casa, o que me deixa com vontades.
De maneira geral, fiquei com uma impressão mais positiva desta edição. Até demorei bem mais para escrever porque não queria ser injusta e avaliar influenciada pela outra edição que havia lido.

O produto que eu me inspirei na revista para comprar foi o Salsep Jet. Eu faço uso praticamente regular do Rinosoro, mas não sou fiel à marca, uso o que está mais barato. Como sempre tenho em casa e não dá pra compartilhar, acostumei a comprar o família, que tem o bico pequeno do infantil e deixo sempre um fechado em casa e um para cada criança e mais um para adulto que eu lavo entre os usos eventuais. Como o último que estava usando era Salsep, quando fui na farmácia comprar peguei dois, sendo um Jet. A principal diferença é a dosagem, já que o spray tem uma dose fixa e se precisar de mais faz uma nova aplicação. Já o Jet você consegue dosar pela pressão no aplicador quando interromper o fluxo. O fluxo, por sinal, é maior, então é difícil aplicar pouco. E a outra vantagem é a posição. O spray precisa estar na vertical, ou o menos inclinado possível para a aplicação ocorrer. Já o Jet, permite inclinações maiores com o jato. É desconfortável, mas as meninas acharam mais divertido.
A embalagem vem mais e é mais caro, então não é na mesma proporção. Como o jato tem um fluxo maior, acaba mais rápido. 
A grande pergunta é: Valeu a pena? Sim. Eu gostei. Mas como já estava acostumada com o outro de spray, voltei para ele que é mais econômico. Compraria de novo? Só se estivesse mais barato que o spray, mas é bem provável que não. 
E sinceramente, o que eu mais queria mesmo é que a criança conseguisse assoar o nariz e tirar tudo sem precisar usar o spray de soro. Aos poucos, conforme foi crescendo, se tornou menos intenso o uso deste tipo de recurso. Extremamente indispensável no primeiro ano do bebê. 

terça-feira, 23 de julho de 2019

Mini Melissa tam. 17/18

Faz um tempinho eu contei a minha experiência com os sapatos e sandálias da Mini Melissa e comentei sobre a que usamos tamanho 15, por bem pouco tempo. Pois é, apesar de não ter usado nenhuma tamanho 16, no tamanho 17/18 foi o que eu mais usei.

Tamanho 17/18. Comprei uma sandália neste tamanho no final de 2018, perto da 1 ano da criança. Apesar de ficar grande, foi um grande incentivo nas tentativas de andar e foi o primeiro calçado que não tentou arrancar do pé. Inclusive na loja, tentou arrancar os outros modelos que experimentei e este foi o primeiro que não brigou. 
O modelo é recente, apesar de não ser lançamento mais quando eu comprei e inclusive comprei igual para as duas, tam. 17/18 e tamanho 28. Isso por si só já era motivo para calçar a sandália. Fiquei preocupada que tentasse arrancar o pirulito que tem em cima, mas está muito bem colado.
Não fotografei logo que comprei então está com muitas marcas de uso e está com o nome escrito na lateral por cortesia da escola. Havia outras opções de cores na coleção, mas combinando o tamanho das duas da mesma cor, precisei escolher este rosa com o pirulito amarelo. Ficou uma combinação bonita, alegre e caiu bem com a maioria das roupas das meninas.
E o grande ponto positivo destas novas sandálias é esta parte interna super macia que ajuda a abraçar o pé.
Faz um pouco de barulhinho quando anda em alguns pisos mas certamente não escorrega mesmo que calce com o pé molhado.
Este modelo chama Mar Sandal II, aparentemente não faz parte de nenhuma coleção, mas foi entre as coleções de 2018 e 2019. Eu gostei da opção com duas tiras, que eu sempre achei que faltava na Melissa. E como é de plástico, acaba sendo bem confortável, praticamente abraça seu pé. 
Agora, especificamente a minha experiência, eu tive duas experiências. A mais nova adorou, usou praticamente todos os dias por meses até não caber mais. No calor era só a sandália e no frio era a sandália com meia. Optei por não comprar chinelo, então a sandália fazia as vezes de chinelo. Também não queria colocar tênis na criança, então usei bem mais a sandália do que o tênis no período que ambos serviam. E foi curioso que muitas vezes ela pedia para ficar de sandália mesmo dentro de casa que a regra geral era ficar descalça ou de meia.
E a mais velha foi uma situação nova. Pela primeira vez precisei descartar uma sandália que ainda cabia no pé e não pude guardar para a mais nova usar. O problema foi que, por a sandália ser molinha, ela dobrava a frente e pisava em cima enquanto usava. Foi meio que uma brincadeira de criança. Já havia descartado outros sapatos que estragaram, mas nunca de forma intencional como com essa. De tanto dobrar, a tira da frente rasgou do solado nas laterais e ficou pendurado. Já não conseguia andar e arrastar a sola, então descartei. Foi um momento triste, mas um aprendizado para cuidar melhor apesar de não parecer que precisava cuidar.
Enfim, a melhor parte foi as meninas saírem com um sapatinho igual. Na hora de calçar era uma festa e não tirava do pé.

Além desta, que comprei o par, eu tinha uma versão guardada que a mais velha ganhou quando era bebê e eu guardei para usar em outra criança. E foi a minha primeira experiência com uma Melissa.
Eu não lembro se já estava usada ou não. Mas é um modelo O Pequeno Príncipe de 2011. Acho que foi a primeira Mini do Pequeno Príncipe. Depois dessa ainda teve outra.
Como não fui eu quem escolheu, a cor rosa claro tende a combinar com muitas roupas das meninas, mas acabou sendo ruim por não ser tão neutro. Muitas vezes acabava destoando. Mas usamos assim mesmo.
Apesar da numeração, existe alguma diferença nas sandálias, então este modelo é uma forma um pouco maior. Por conta disso, demorou um pouco mais para caber e coube por mais tempo. Mesmo tendo duas opções do mesmo tamanho, usava bastante as duas, mas não vejo necessidade de ter mais de uma do mesmo tamanho.
O que eu mais gostei é a segurança do modelo Aranha. Apesar de que aperta um pouco o peito do pé de pés gordinhos. Eu usei muito na piscina e para tomar banho já que esses pezinhos são muito finos e escorregam.
Como deve ter sido uma das primeiras versões, o velcro de fecho é apenas colado na sandália. E por conta disso começou a descolar com tanto uso e tanta água. Testamos colar com várias opções de cola até que uma delas obteve um bom resultado. As versões mais recentes já tem o fecho de velcro colado e costurado.
O solado é liso e plano, também dá mais firmeza, mas não é tão macio quanto a de pirulito. A sola é bem fina, então também dá mais equilíbrio ao pisar.
Essa versão as duas usaram, uma em 2013/14 e a outra em 2018/19. Durante o período que ficou guardada se manteve conservada e não mostrou sinais de deterioração.
Nossa, muita coisa para contar, hein. Mas essa era a nossa queridinha. Também foi muito usada apesar da desvantagem de ter duas do mesmo tamanho.

Ah, desta vez, todas as fotos são minhas...

domingo, 19 de maio de 2019

Descarte Consciente - Remédios

Estão surgindo numa velocidade cada vez maior, canais de descarte correto de objetos. Muitas vezes eu falo de separar as coisas para descartar e da preocupação de não jogar simplesmente no lixo e parece apego da minha parte esta dificuldade de descartar. Então vou trazer os exemplos de descarte correto que eu descobri na cidade que eu moro e que prestam um senhor serviço na minha consciência.

Um descarte muito relevante e que possibilitou organizar o armário de remédios é que as farmácias são obrigadas a recolher remédios vencidos e frascos de remédios vazios. Apesar de embalagens, bulas, caixas e etc poderem ser descartados no lixo reciclável comum, sem risco de contaminação, prefiro entregar tudo na farmácia e eles separam.
Frascos, flaconetes, bisnagas, seringas medidoras não podem ser descartados no lixo reciclável, mesmo que vazios ou lavados. Lavar, inclusive, pode contaminar a água que corre para o sistema de esgoto. Comprimidos então, nem me fale. Parecia inofensivo descartar na descarga, mas contamina a água que mesmo depois do tratamento de esgoto pode conter resquícios dos componentes (não sei se é verdade, mas prefiro não arriscar).
Ainda na linha da busca da verdade, é tão fácil divulgar notícia falsa que eu acabo preferindo escolher a verdade que me conforta. E são muitas notícias falando da contaminação da água e do ar. Se o que foi divulgado é verdade, estamos nos envenenando aos poucos. Imagina que faz uso contínuo de medicamentos ou busca um remédio logo nos primeiros sintomas? Está ingerindo uma quantidade monstruosa de drogas. 
Tentando equilibrar de forma racional, tanto evito tomar medicamentos a não ser em último caso, como também faço a minha parte para tentar diminuir a contaminação da água com estes medicamentos.

Pelo menos uma vez ao ano, retiro tudo o que eu tenho no armário de remédios, confiro a validade e separo para descartar o que está vencido. Como todos os remédios controlados têm que ser vendidos na quantidade prescrita, geralmente logo que termina a administração eu já descarto os frascos e embalagens. Às vezes sobra um xarope, um soro fisiológico ou algo do tipo. E são mais estes produtos que eu tenho no armário de remédios. 

Na minha casa, separo por tipo de produto e vou colocando no corredor as sacolas para descartar. No caso dos medicamentos, uma ida à farmácia ou à padaria que tem uma farmácia no caminho e eu já levo para descartar. É relativamente fácil. Alguns descartes requerem um pouco mais de programação. Mas estamos nos organizando para descartar de forma correta o máximo de itens que conseguimos. 

Sugiro consultar na internet, lugares como o www.ecycle.com.br, e perguntar na farmácia mais perto da sua casa ou do trabalho. Assim, você não fica juntando lixo em casa, descarta da forma correta e não precisa se desviar da rotina para ter a consciência mais tranquila.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

O que Eu Uso: Mini Melissa

Bom, já faz muitos anos que eu compro a sandália Melissa para as meninas. E agora que eu estou começando a deixá-las partir, percebi que preciso voltar a contar sobre elas aqui. E ao invés de contar na linha do tempo de aquisição e uso, vou contar por tamanho, já que algumas vieram para mim depois de muito usadas.

Tamanho 15. Quando eu tive a minha mais velha ainda não havia a coleção My First... A primeira numeração era 17/18. Então, para esta numeração eu só tive uma sandália, na verdade, uma sapatilha. Cada criança é de um jeito, mas nesta numeração, a maioria das crianças sequer apoia o pé no chão. Por isso mesmo, é muito difícil achar um sapato com solado para esta numeração para as crianças que precisam. 
O modelo que eu "usei" é este da foto, e neste caso, a foto nem é minha porque esqueci de fotografar antes de passar para frente.
Uma coisa muito legal da sapatilha de plástico para o bebê é o tanto que ela é macia e flexível e também é um bom isolante térmico. Só por isso já acho vantajoso.
Este modelo fez parte da Coleção Open Vibes Outono-Inverno de 2018, conforme informações do site. É uma das mais recentes que adquiri, mas na verdade foi um presente. Quanto ao modelo, este modelo tricô é muito bonito, mas considerando o tamanho do pezinho, achei que ficou muito volumoso, digo pela espessura da parede da sapatilha e por isso não era tão confortável. E o outro ponto é este cadarço. É algo muito divertido para a criança ficar puxando, desamarrando e inclusive é perigoso estar desamarrado com a criança aprendendo a andar e experimentando os primeiros passos.
Agora, especificamente a minha experiência, eu tive dois poréns. O primeiro é o tempo (clima) que fazia na fase de desenvolvimento do bebê em que começou a se equilibrar em pé e apoiar o corpo se sustentando. No nosso caso, precisava estar descalça para se apoiar, mas como o tempo estava frio, não adiantava por meia com antiderrapante que ela removia, por isso tentei buscar a opção do sapato. E o segundo ponto é o ritmo de crescimento, que como sempre foi pequena, eu tive dificuldades em encontrar opções de sapatos que conseguisse calçar e que tivessem solado no tamanho do pé. Fiquei com duas opções: este sapatinho e a meia com solado de borracha que não achei em nenhum lugar para vender. E nesse caso, este sapato não resolveu meu problema porque ela sempre arrancava, arrancava o cadarço. Inclusive destruiu outro sapato que tentei usar. 
Enfim, acabamos usando pouco. Muitas vezes usava só até conseguir tirar a foto e depois arrancava do pé. Como foi o caso desta foto.
Recomendo esta opção de calçado para bebês já desde o tamanho 15. No caso da criança que ainda não pisa, este modelo é bonito o suficiente para usar e ainda acostuma a criança a ter alguma coisa no pé. A escolha da cor não é relevante para bebês, combina pelo menos com o bebê. No caso de de bebês que já se equilibram, caso seja opção ficar descalços é melhor do que ter algo ao pé, mas acredito que dentre todas as opções de calçados, o que dá mais firmeza e sensibilidade para a criança é a meia com solado de borracha e na falta desta, um calçado de plástico como as melissas. Infelizmente este modelo quase não usei e por isso passei pra frente antes de fotografar, mas era o momento certo para a criança que a recebeu.

Quando senti que já estava perdendo este sapato, peguei as opções que tenho na numeração 17/18 para usar. Então nem procurei na numeração 16 e em breve venho contar sobre as opções que usei na próxima numeração. Aos poucos vai diminuindo a diferença entre os números e o pé passa a crescer mais devagar, então consegue usar um calçado por mais tempo. Por enquanto, ainda destrói muito o sapato, então vou tentar trazer fotos antes que se desmanche. Eu aproveitei muita coisa entre as meninas da família e só uma precisei descartar, mas eu vou contar uma por uma.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Sobre ... Revista Pais e Filhos - edição out/17

Vamos ver se eu consigo chegar ao que me proponho. Eu troquei uma assinatura da revista Claudia por uma da revista Pais e Filhos. Neste momento da minha vida, é esta a revista que vai me agregar alguma coisa. Apesar de eu ter lido todas as edições de revistas que recebi, geralmente as leio atrasadas, então nem tenho muito o que comentar, alguns produtos saem de catálogo e alguns assuntos estão atrasados. No caso da Revista Pais&Filhos, o conteúdo tem mais aplicação o momento da minha vida do que com o período de publicação. Não quero fazer disto uma regra, então vou tentar comentar o que eu mais gostei de tudo que eu li na edição e que produto eu experimentei em decorrência deste exemplar, seja por ter recebido como brinde ou por compra recomendada. Eventualmente, não vou publicar na ordem, mas este é referente à primeira edição que recebi.

A edição de outubro de 2017 foi a primeira que recebi e a primeira que pretendo comentar. A temática ficou em torno do Dia das Crianças. Obviamente, muito se falou de presente, programas e atividades para fazer com as crianças.
A reportagem da capa, normalmente um perfil com uma família, achei bem sem graça. Não quero ficar com uma má impressão.
Outra seção que me decepcionou foram as perguntas aos especialistas, que responderam coisas mais fáceis sem se comprometer. Os assuntos podiam ser mais explorados. Em resumo: pergunte ao seu pediatra.
Outra seção interessante que pretendo aproveitar é a de receitas para crianças. Esta edição tem algumas opções com abóbora, um alimento que eu sempre tive preconceito.
Por fim, a outra seção que trouxe muita sugestão foram as recomendações de leitura. Apesar de eu ler muito e ter muitos livros para as crianças, sempre tem opções inusitadas que felicito em conhecer.
Tem uma matéria sobre investimentos com os filhos que era algo que eu já pensava, mas coloca muitos pais fora da caixa. Não faz parte da rotina do brasileiro se planejar para longo prazo, a maioria só sonha com o futuro, o que não é a mesma coisa, e por isso muito mais difícil de realizar.
Alguns temas são bastante polêmicos e portanto, não tem como evitar debater. Nesta edição de outubro, creio que o ponto mais polêmico discutido foi a inclusão. A matéria é parcial, é um ponto de vista, mas tem todo o seu mérito. Não é algo que me atinja diretamente, mas tenho conhecimento de muito que isso vem sendo discutido e as opiniões são opostas.
De maneira geral, achei que a revista tem uma ótima diagramação, com muitas imagens. Mas o conteúdo escrito é muito limitado. Gostaria de receber mais material. Eu dividira a revista em duas partes: a primeira de puro ego e consumismo e a outra que tenta ser politicamente correta e leva ao ponto. Digamos que, desde que a proporção de cada uma das partes se mantenha, está ok. Porque não se pode ser perfeito.
Sobre os anúncios, eu sabia que teriam bastantes, mas não achei excessivo. Claro que, se a revista tivesse mais páginas por edição, teria mais anúncios. Mas eu queria mesmo mais informações sobre produtos para me auxiliar na compra. E o outro porém é que muitas propagandas não me atingem. São atrações em São Paulo/SP ou produtos que só se encontra facilmente pela internet.

Junto com a revista veio um encarte da Granado. Eu acho os produtos da marca caros, mas pelo menos a linha baby é acessível e vende em farmácias. O produto que eu não conhecia e resolvi experimentar foi o talco em gel. Minha filha mais velha tinha bastante irritação na pele pelo suor na região da fralda: na perninha e nas laterais. A recomendação do pediatra foi usar polvilho. Eu usei talco e usei polvilho, mas achei que o que mais ajudou foi aumentar a frequência de troca de fralda e alternar a marca e modelo da fralda descartável. Não adianta dizer que a fralda da Pampers não dá alergia e deixa a pele do bebê respirar, tem a menor parcela de plástico... Ela irritava a pele do meu bebê. Enfim, não recomendo nem condeno. Desta vez me propus a testar este novo produto. Apesar de ter comprado em dezembro, depois que o bebê nasceu, só tive oportunidade de usar nos últimos meses já que não estava calor. (Em dezembro e janeiro que também fez calor, era muito nova e ainda não transpirava).
A aplicação é mais segura que o talco e espalha bem fácil. Gostei de usar para dormir porque alivia o incômodo da pele sensibilizada. O produto é indicado para usar como preventivo de assaduras, mas eu prefiro não usar creme preventivo de assaduras para deixar a pele respirar melhor. Só quando percebo que começa a ficar irritada que uso o creme ou a pomada.
Sendo assim, achei que é uma solução um pouco "cara", prefiro fazer uso de produtos mais em conta. Mas considerando o perfil que fizeram na revista, o produto realmente atende aquele público.
Para a irritação na pele, usei algumas vezes e confesso que nem sempre foi suficiente, algumas vezes tive que apelar para a nistadina, mas em geral tem um resultado mais rápido que outros cremes.
No meu caso, a ideia era experimentar mesmo, formar opinião e descobrir o que funciona melhor para mim. Têm outros produtos para bebês que eu gostaria de experimentar e uma das formas de eu me informar sobre os produtos têm sido a revista.
Acredito que não será necessário comprar novamente. Mas fiquei com muitos produtos que experimentei para a mais velha e que não usei depois que cresceu. Entretanto, recomendo este bastante para os casos de pele sensibilizada de bebês.

Espero não demorar muito para comentar sobre a próxima edição. O que mais demora é experimentar o produto, nem é ler a revista, mas estou deixando para fazer os dois meio junto.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Desapegando de mais uma Marca em Minha Vida

Eu não me meto em quem faça diferente, mas atualmente não gosto da ideia de me ver associada a uma marca. Talvez por isso tive este iniciativa de comentar sobre a minha experiência como consumidora.
Quando uma relação se desgasta é importante perceber o momento de deixar ela para trás e seguir em frente. Eu já abri mão de algumas vantagens por conta de menos dor de cabeça. Provavelmente faço um pouco disso quase todo dia, mas novamente quero vir contar outra experiência de consumo.
Quando escolhi fazer coleções de figurinhas e comprar os álbuns, optei pelos álbuns de figurinhas da Abril. Depois de uns tantos álbuns, fomos escolher o próximo, mas nenhum dos títulos novos parecia interessante, apenas os que já estavam no fim. Então o jornaleiro recomendou o álbum da Patrulha Canina que foi editado pela Panini. Não via problema algum com a editora então acabei comprando. Na hora de completar entrei na página para fazer a compra e achei estranho a forma de cadastro. Depois, na hora do pagamento, redirecionou para a página na Itália. É como se eu estivesse importando algo que é produzido no Brasil. Não gostei. Eu diria que deu tudo certo apesar de ter demorado bastante para chegar e uma das figurinhas ter vindo com defeito. Pensei em reclamar mas acabei deixando passar. É o tipo de coisa que eu preciso sempre fazer logo que ocorre. E eu nem sempre reclamo de tudo o que me acontece.
Quase dois anos depois novamente compramos outro álbum da Panini, desta vez do filme My Little Pony. Sabendo que tive problemas da outra vez, estava ansiosa para terminar logo, fazer o pedido e me preparar para o próximo álbum. Quando entrei na página para listar os cromos faltantes, estranhei não pedir o cadastro. Depois, para confirmar a compra, não reconhecia meus dados de cadastro então fiz um novo. Acredito que eles tenham reformulado a página porque desta vez não redirecionou para a página italiana para realizar o pagamento. Talvez por isso meu cadastro não funcionou. Então com a compra finalizada, não achei opção para sair então conferi se havia um email de confirmação e fechei a página.
Mas os dados do meu cartão foram copiados e comecei a receber mensagens de compras que eu não realizei com ele. Pois é, ao invés de melhorar a página, permitiram que os dados fossem copiados e eu tive que cancelar o meu cartão. Eu poderia ter feito em outro computador, poderia ter usado aqueles cartões virtuais para uma única compra e poderia ter feito no boleto bancário. Mas tentei fazer de forma mais simples, como já havia feito antes e confiar na segurança desta loja virtual. Mas agora só posso dizer que tive uma péssima experiência, não recomendo e JAMAIS voltarei a usar. Poderia também entender que eu não deveria mais fazer compras no cartão de crédito ao invés de por a culpa na Panini, mas eu sei o quanto que eu uso, os lugares que eu compro e o tempo que eu gasto com isso. Um site que me faça ter que tomar uma série de medidas extra de segurança não oferece o tipo de serviço que eu procuro. Com certeza serei muito mais cuidadosa com qualquer compra virtual e qualquer uso do meu cartão, mas não tenho porque voltar a me arriscar com algo que eu já tive problemas antes. A cópia dos dados foi apenas a última gota para romper um relacionamento que já não vinha bem.
Um tempo atrás comentei sobre ter cancelado o meu cadastro no portal Dinda e nunca mais entrei lá, não fiz novo cadastro e nem ouvi de outras pessoas recomendações deste portal. Espero um dia rever este texto e lembrar como me fez bem simplesmente adotar a postura de não dar mais nenhuma chance para a Panini.

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Mistura para Preparo de Risoto

Organizando os textos que mantive salvos, terminei esta avaliação que estava com a publicação pendente há muito tempo. E vamos começar o ano, limpando a casa.

Ok, eu falei que estava evitando o consumo de produtos industrializados, tanto quanto possível. Mas além do meu estoque fixo, permito a compra de alguns produtos excepcionais desde que não fiquem muito tempo na despensa.
Depois de muito tempo evitando, resolvi experimentar esta mistura para preparo de risoto da linha Tio João Cozinha & Sabor. Escolhi o Risoto Milanês que eu gosto bastante. Quando comecei a ler as instruções de preparo, o meu primeiro espanto foi o modo bastante complicado. Quer dizer, é o preparo de um risoto como outro qualquer que eu tenho muita preguiça de fazer. Primeiro tem que esquentar a água, depois é um arroz especial e conforme a água vai secando você vai colocando mais até dar o ponto. Segui rigorosamente as instruções e ficou gostoso, mas não foi isso que eu vim contar.
Como eu fiz de noite, para o jantar, estava bem cansada e com pressa e não me atentei a muitos detalhes. A primeira coisa que concluo é que as medidas passadas para a quantidade de água para o preparo não precisa ser seguida à risca, precisa parar de por água quando dá o ponto do cozimento. E a quantidade de sal que coloca na água é todo o sal do preparo. Como pus um pouco menos do descrito ficou levemente sem sal.
E eu só descobri depois o motivo: foi alterada a composição do preparo e foram retirados todos os sais e conservantes e o corante foi substituído por corante natural. Está escrito na embalagem e eu não havia me dado conta.
Eu gostei. Errei parte do preparo, mas foi culpa minha.
Bom, esta experiência só veio parar aqui porque resolvi que nem só de reclamações vive um consumidor. E neste caso, entrei em contato com o fabricante e relatei a minha experiência. Contei que fiquei surpresa e satisfeita por iniciativas que reduzem a quantidade de sódio e de sal nos alimentos preparados.
Usei o formulário de fale conosco do site. É o mesmo tipo de formulário padrão. Aproveitei para consultar o nome correto da linha de produtos e me despreocupei do resto. No dia seguinte recebi uma mensagem de agradecimento e só isso. A mensagem seria repassada ao setor responsável (?).
Duas semanas depois, já nem me lembrava mais disso e, preocupada com uma encomenda que comprei e ainda não havia chegado, encontrei na caixa de correio em casa um encarte com receitas e dicas de preparos dos produtos. Fiquei satisfeita com a atenção que recebi. Claro que me interessa experimentar receitas indicadas pelos fabricantes, tanto que prefiro pegar as sugestões nas embalagens e no site da marca.
Depois disso, ainda voltei a receber em algumas ocasiões um novo encarte com receitas que são estes da foto.
Já recomendei para outras pessoas e pretendo comprar novamente para tentar acertar melhor o preparo. Também quero experimentar algumas das receitas que vieram no encarte e fazer as minhas anotações de rodapé.
Não vai entrar para os produtos de uso corrente, mas passou a ser um produto indicado para o consumo eventual.
Agradeço ao fabricante pela atenção prestada ao receber um pequeno elogio e espero ser prestigiada novamente em outras oportunidades.

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

O que Eu Uso: Elian

Eu não estou ganhando nada para fazer esta divulgação, mas não havia como não fazer. Todos os produtos descritos ou exibidos foram adquiridos através de pagamento. Eu já experimentei comprar várias marcas de roupas para criança, mas quando eu avalio o custo e o benefício, considerando o pouco tempo que a criança usa cada roupa e a quantidade de vezes que temos que lavar, não tem como dizer que é tudo igual.
Ainda que a diferença de preço seja pequena, a durabilidade das peças varia bastante. Se considerar que a durabilidade seja igual, o preço tende a ser muito menor. E as roupas não são tortinhas, as estampas não são genéricas demais e mal acabadas.
A primeira vez que vi esta marca foram roupas adquiridas de um distribuidor. A pessoa me mostrou 5 ou seis conjuntos e escolhi 3 para comprar. Comprei um vestido e dois conjuntos de legging com bata. O conjunto mais caro foi 48 reais, o vestido e o outro conjunto foi perto de 30 reais cada. Comprei estas roupas tamanho 1. Achei que tinha as fotos, mas não estou achando. 
Depois de usar umas duas vezes, comparando com as outras roupas de outras marcas, percebi que foi uma ótima escolha. 
Então comecei a ficar mais atenta a produtos desta marca nas lojas, sejam lojas físicas ou virtuais. E encontrei algumas promoções muito interessantes. O único problema destas compras em lojas virtuais e principalmente de comprar em promoção é que geralmente são peças de estação invertida e demoram pra chegar, então preciso comprar um número maior e deixar guardado correndo o risco de não chegar a usar. Pelo menos enquanto as crianças são menores. Depois que começa a crescer mais devagar tem mais chance de aproveitar.
Demorei bastante para encontrar novamente a marca e depois desta primeira experiência positiva voltei a comprar roupas de inverno tamanho 3. Esses dois conjuntos foram pouco usados, mas estiveram disponíveis nos momentos que mais precisei. O vestido foi 50 reais e o conjunto 53 reais. Não encontrei tantas ofertas assim, mas pela qualidade dos produtos, acho que a compra valeu. O vestido foi usado em um casamento. A meia e o casaqueto usei com outros vestidos também. Este conjunto do vestido e do casaqueto são as roupas que minha filha está usando em duas das melhores fotos que temos.
O conjunto do casaco com a calça usou menos vezes. Tanto a calça como o casaco são flanelados por dentro. Mas ela alcançou este tamanho em um ano que não fez muito frio. Quando resolveu esfriar, já não cabia mais. Usou muito pouco e já perdeu.

Na mesma época, também procurei para comprar as roupas de verão tamanho 3. A primeira compra foi um vestido e um conjuntinho sem manga. O conjunto usou bastante, mas o vestido usou pouco. O conjunto consegui tirar uma foto, tem dois laços que ficam do lado na blusa e um botão de pressão para fechar atrás. A calça corsário está mais para uma bermudinha. É bem confortável para os dias de calor. E do mesmo estilo de roupinhas que eu havia comprado da primeira vez. A blusa mais comprida e larguinha dá uma sensação de vestido. E a bermuda é sempre estampada. O vestido é de malha com estampa do Snoopy. Tem um corte reto sem manga e uma faixa de amarrar na cintura. O vestido eu não consegui fotografar. Infelizmente usou muito pouco e já perdeu. Ambos custaram 26 reais cada.

Meses depois comprei mais alguns conjuntos, todos de uma malha muito gostosa e estampas bonitinhas.  Este macaquinho é bem fresquinho, mas ela reclamava um pouco para usar. Depois caiu no gosto e não queria tirar. O tecido contém elastano e ele tem bolsos laterais no short. É bem confortável. Não tem botões ou zíper. Veste pelo pé.
Desde a primeira compra, gostei de conjuntos de calça corsário com blusinha tipo bata que veste mais confortável para menina. Eu me confundi com o tamanho e acabei comprando dois conjuntos iguais em cores diferentes. Era pra ser um 3 e um 4, mas os dois são tamanho 3. Achei um charme o detalhe da dobra na manga com um botão de enfeite. A blusa também tem um babado na barra e é um pouco mais comprida que uma camiseta. A calça tem estampa de maçãs e também está mais para uma bermudinha de cotton. As maças também estampam a blusa. Cada um destes 3 primeiros custou 30 reais. Veja que por serem muitos do mesmo tamanho, acabava não usando muito. Eu realmente comprei errado.
E o quarto conjunto desta compra é tamanho 4. A blusa tem uma prega atrás com um laço que deixa ela mais solta e também um detalhe com sobreposição nas mangas. A bermuda tem a mesma estampa do macaquinho e é o mesmo estilo das outras. Escolhi em vermelho porque não gosto de ficar apenas no rosa e tento variar um pouco em cores e estampas. Este conjunto foi um pouco mais caro e paguei 35 reais. Usou bastante e ainda está usando, mesmo estando mais certinho. 

Depois de reduzir e controlar mais as compras, não havia adquirido nada. Mas como criança cresce de repente, peguei uma promoção em que cada conjunto de moleton custou pouco mais de 50 reais. Não achei tão caro. E foram muito mais que aprovados, foram comemorados. Passei para frente os poucos conjuntos que ainda tinha tamanhos 2 e 3 e estávamos usando estes e mais dois, tamanho 4. Existe uma diferença na modelagem já que apesar de serem tamanho 4 são tamanhos diferentes. Então os da outra marca ficaram curtos, mas estes da Elian ainda consegue usar. Pela primeira vez minha filha está participando das escolhas das estampas e das cores. Agora que aceita casacos que passem pela cabeça, ao invés de só usar os abertos na frente, ela ajudou a escolher um com capuz e outro sem. Novamente tentei fugir um pouco do apenas rosa.  Por isso o de tênis é rosa claro com rosa escuro, mas o de estrelas tem a calça preta e a blusa num tom avermelhado. Por incrível que pareça, esse de estrelas é o preferido.
Quando fui completar com as blusas de manga comprida, acabei encontrando esta em cotton com a estampa na frente. Como já havia escolhido uma em amarelo, acabei pegando esta em rosa. Como ela veste mais certinho, acabou perdendo logo. Não fica confortável escapando na barriga. Apesar de ser tamanho 4 também já passei pra frente. E esta foi nossa coleção de inverno 2016 e 2017.

O maior ponto negativo que eu vejo são os pontos de venda. A marca Elian não tem loja própria que eu conheça, mas está presente em muitas lojas físicas. Na maioria das vezes eu compro pela internet o fim da coleção em sites de ofertas. Neste caso compro tamanhos maiores para usar no ano seguinte. E algumas vezes foi difícil encontrar as numerações que precisava. Veja que comprei bastante roupas tamanho 3 mas não tenho conseguido comprar nos outros tamanhos.
Como disse, pelo preço que venho pagando nas peças, a qualidade do produto é impressionante. Ainda preferia mais variações nas cores das peças e nas estampas. As mensagens que vêm escritas são inocentes, mas a criança geralmente não sabe o que está escrito. É importante atentar se não está passando a mensagem errada.

De certa forma reconheço que estou fazendo propaganda gratuita, mas lembro como foi difícil confiar nas compras que fazia e acabei escolhendo as minhas preferidas. Como esta marca, têm outras. Vou trazer mais algumas aqui também. Não pretendo fazer propaganda negativa embora algumas marcas eu desaconselhe. Mas é uma opinião pessoal. Se eu não me preocupasse de gastar um valor justo provavelmente indicaria ainda outras marcas.

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Dicas para Balancear o Orçamento Doméstico

Eu não gosto de colocar desta forma, como se eu soubesse o que eu estou fazendo, mas por outro lado quero muito divulgas as minhas iniciativas que deram certo. Mas vamos lá, sei que algumas coisas que funcionaram podem ajudar outras pessoas que passam por problemas parecidos.

Inventário e estoque mínimo. Não adianta, alguns produtos sempre temos que ter em casa que não dá pra sair pra comprar só quando acabar, como por exemplo o papel higiênico. É o caso também do leite e o pão para quem toma café da manhã em casa, ou a água mineral para quem não utiliza um filtro. A dica é fazer duas coisas: identifique os produtos que você prefere ter sempre em casa, que utiliza quase que diariamente e a quantidade mínima de cada item para que dure até a próxima compra. Faça da ida ao mercado um compromisso periódico ao invés de deixar para ir quando precisar. Isso ajuda a calcular a quantidade mínima. Eu escolhi fazer compras semanalmente e aos domingos de manhã para comer comida sempre fresquinha no domingo e ter frutas e verduras frescos a semana inteira. Os produtos secos, de limpeza e todos os demais industrializados, evito comprar em quantidade maior do que um para não ter estoque, quase que apenas as embalagens abertas. Já falei sobre isso por aqui. Assim sempre tenho os alimentos mais frescos e não perco produtos pela validade. Caso encontre uma super promoção de algum produto e não queira perder, verifique quanto tempo terá para consumir antes de sair comprando determinada quantidade maior que o estoque mínimo. Com isso eu consegui reduzir a minha despensa a pouco mais do que uma prateleira de produtos fechados (tipo estoque mesmo) e mais uma prateleira com os mantimentos (que eu mostrei aqui quando resolvi trocar todos os potes de armazenamento). Minha geladeira e meu freezer não são muito grandes, então não estou trocando o estoque de lugar, realmente tenho pouca coisa em casa e faço 3 refeições por dia para 3 pessoas com estes alimentos.

Listas. Tenha listas de compras para todos os tipos de produtos e não apenas para os itens de supermercado. Assim você evita comprar coisas que não precisa e sair muitas vezes para procurar um produto e acabar comprando outro. Itens para a casa, utensílios, objetos de decoração e presentes, liste até meses antes para definir exatamente o que quer e evitar comprar errado ou comprometer o orçamento antes de ter um imprevisto. Eu dificilmente saio de casa para comprar apenas uma coisa e volto com duas. Geralmente tenho a lista dos produtos, a especificação de modelos e marcas que quero e o valor que estou disposta a gastar para cada um deles. Se eu preciso de um item de papelaria, já listo todo tipo de produto que tem naquela loja que eu posso precisar nos próximos meses. Eu coloquei uma página aqui com a lista de desejos que é bem isso. Quando eu ainda não sei exatamente o que eu quero, pesquiso imagens de produtos na internet e visito algumas lojas só para ver o que tem antes de decidir o que eu quero comprar. 

Imprevistos. O chuveiro queimar, a máquina de lavar parar de funcionar ou você perder os seus óculos não são coisas que você possa prever e acrescentar no orçamento. Nem sempre é possível ter um valor guardado para a pior situação (sei lá, o valor de uma geladeira ?), mas eu sugiro sempre pensar num plano B antes de comprar algo para substituir. Eu tenho uma resistência de chuveiro remendada para usar nestes casos, posso levar a roupa para lavar na casa da vizinha e lavar algumas peças na mão por algumas semanas, e tenho um óculos reserva que a lente está só um pouco menor do que a atual para usar até que tenha tempo e dinheiro para levar para trocar as lentes. Muitas vezes com isso consigo esperar mais umas semanas, pegar um adiantamento, pesquisar o menor preço e taxa de entrega, comprar usado que geralmente pede pagamento à vista e até mesmo negociar melhor o valor e as parcelas da compra sem precisar recorrer a um empréstimo do banco. Neste caso, a dica não é nem para não gastar, mas para não ter que gastar a mais. Mas a dica é não entre em desespero e analise quais as possibilidades de fazer uso antes de comprar os itens de substituição. De preferência, tente mais de uma coisa.

Planejamento. Nunca gostei de fazer planejamento, sempre achei que estava sendo bitolada demais. Até as listas me soavam como excesso de planejamento. Mas conforme fui ficando mais experiente, percebi que nunca tinha tempo para fazer as coisas com calma e acabava aproveitando pouco o evento por conta da tensão de terminar, fazer tudo o que queria, chegar na hora ou acertar na expectativa das outras pessoas. Então reconheci que um pouco de planejamento não faz mal a ninguém. Antes de assumir um compromisso penso o que eu vou poder assumir, o que eu vou ter tempo para fazer e o que eu vou precisar comprar antes de dizer sim. Eu sempre mostro aqui alguns projetos que eu faço e a minha lista de metas. Mas para não pesar no orçamento, eu escolho o que eu vou assumir e o que não dentro do tempo que eu tenho disponível. E eu escolho ter noites que eu não faço nada, que eu durmo cedo, e também escolho ter fins de semana que eu passo fora de casa e deixo as tarefas do fim de semana para fazer durante semana. Claramente não posso fazer isso sempre, eu me planejo para ter dias de rotina e dias sem rotina sem sobrecarregar.

Despesas. Avalie pelo menos uma vez ao ano o que pode ser feito para reduzir cada uma das despesas mensais, seja o gasto com combustível, com supermercado, com plano de saúde, com celular, escola e cursos, hobbies... tudo. Eu consegui renegociar um desconto maior de pontualidade ao pagar a mensalidade da escola, um desconto à vista para pagamento em uma parcela do seguro de vida, fiz uma contraproposta na renovação do aluguel já que seria um novo contrato, troquei o plano de celular, troquei algumas marcas de produtos da lista de compras e substituí alguns produtos dando preferência para os produtos da estação, me desfiz de uma geladeira por outra mais nova e mais econômica. Claro que não de uma vez e nem sempre muita coisa em um mesmo ano. Geralmente os ganhos são pequenos, mas 5% de desconto, em 12 meses acaba sendo mais do que o rendimento que teria para o mesmo valor em uma aplicação. Aqui a ideia não é ver isso como um investimento e ficar rico (a maioria ficaria satisfeito de poder se aposentar), mas não ter um aumento maior do que o da inflação, que é quando você perde o seu poder de compra e diminuir o seu padrão de vida.

Fim de Ano. Seria bom se você pudesse aproveitar o seu 13º e as férias sem se sentir sabotado. Nem sempre dá pra negociar as férias para outra data e evitar viajar no fim de ano, mas veja um destino menos procurado, a casa de parentes que possam te receber, compre com antecedência, diminua a quantidade de diárias viajando um pouco antes e voltando antes ou indo no meio e voltando um pouco depois. Se viajar já estiver fora de cogitação, tenha algumas opções de confraternização mais em conta para não pesar para ninguém, aproveite para ajudar alguém que você conhece que pode prestar um serviço de fazer uma ceia, mesmo que pouco convencional, bole algumas brincadeiras que permitam a interação dos familiares e amigos sem necessariamente ter que comprar presentes, ou ainda aproveite para um momento de introspecção. Nesta época também estamos com a preocupação de pagar o 13º, presentear os colaboradores, pagar tributos (IPVA, IPTU), matrícula de escola e material escolar.... Veja o que pode ser feito para espaçar estes gastos. Muitos são inegociáveis, mas outros podem ser dados outras medidas.  Depois venho comentar algumas ideias que podem ser usadas.

Senso de justiça. As pessoas sempre que falam de dinheiro caem em dois estereótipos, ou se colocam como espertos que sabem gastar dinheiro ou se colocam como coitados por que nunca tem dinheiro e tudo está sempre pior. Eu não quero discutir distribuição de renda ou se a remuneração é justa ou se um ou outro estão fazendo o uso correto do dinheiro. Mas veja, independente de se você ganha bem ou mal, você tem que viver dentro do seu orçamento. Se você entende que deveria ganhar mais, tem que ver o que pode ser feito para isso. Mas não é você que vai mudar o mundo (não sozinho e não porque você quer), mas se adaptar. Viva o momento presente, com o orçamento atual e procure não comprometer o valor total de sua renda. Não é porque você tem aquele dinheiro e pode gastar com um novo smartphone que você vai trocar o telefone que já te serve. É difícil encontrar esta justiça. O que sempre me incomodou foi a impressão que eu deveria ter alguma coisa. Eu tinha walkman quando era mais nova, mas nunca senti a necessidade de ter um mp3 player, um Ipod, um Itouch. Mas não é por que eu não podia comprar este ou aquele, eu realmente não ligo para ouvir música. Nem tenho aplicativo de música no celular ou arquivo de música na memória. Desta forma eu fui deixando de consumir várias coisas que para outras pessoas são importantes. O equilíbrio está em relacionar o custo com o benefício. E ter uma folga no orçamento é um benefício que pode ter um custo (no sentido de sacrifício) menor ou maior. Então não é que a pessoa deva ter uma vida frugal, mas adaptar o estilo de vida ao orçamento.

Eu pretendia escrever de forma rápida mas percebi que alguns assuntos já foram tratados enquanto que outros eu poderia falar muito mais. Também percebi que deixei de retomar vários assuntos e que posso contar mais. Se houver interesse, posso contar mais.

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Eu Aceito

Eu não quero ver a minha casa entulhada de produtos que não me servem para nada. Por isso, eu não quero comprar produtos para experimentar que eu talvez me arrependa.
Cada vez está mais difícil escolher produtos e vir escrever sobre eles. Tenho algumas experiências muitos boas e outras nem tanto, mas tem sido mais fácil comentar sobre as ruins. 
Mais produtos estão saindo de casa para nunca mais voltarem, mas eu continuo com vontade de experimentar as coisas.
Sobre lugares a frequentar, confesso que tenho uma lista enxuta de lugares. Apesar de aceitar as recomendações de mídias sociais, principalmente de indicações de amigos, poucos são os lugares que valem a pena e eu passo a frequentar. Felizmente os lugares abrem e fecham com uma rapidez assombrosa. Geralmente não tenho muita chance de voltar a algum lugar e já descubro que não existe mais.
O que eu vim contar é que eu aceito dicas, recomendações e produtos para experimentar. Quero escrever opinião sobre os produtos sem que eu tenha que ficar escolhendo e depois sinta culpa pelas escolhas. Mas não aceito qualquer produto. Quero produtos que estão no meu padrão de consumo.

Então vamos lá:
Livros: Literatura, Administração, Gestão, Minimalismo.
Livros Infantis Didáticos: Cartilha, Livros de História, Artes, Música, Religião, Lógica, Caligrafia.
Produtos de Higiene e Beleza: para bebês, crianças, gestantes, para tratamento de cabelos (encaracolados) e para pele seca.
Utensílios Domésticos: que facilitem a vida em preparos mais naturais.
Produtos Alimentícios: Naturais, orgânicos, funcionais, de rápido preparo.
Produtos Infantis: principalmente roupas e artigos de segurança, brinquedos.

Sempre consulte antes de enviar um produto. Posso fazer alguma exceção.
No caso de dicas e recomendações, não crio o compromisso de comprar tudo o que for sugerido, mas caso compre, seu nome será citado na minha avaliação.
Não pretendo fazer avaliação negativa, mas se for o caso, deixarei claro a minha opção de consumo quanto ao produto.
Utilize os meios de contato: comentários e e-mails e se for o caso, encaminhe o seu contato.
Não me comprometerei com prazo para a publicação, mas pretendo que saia sempre de forma rápida. Algumas avaliações dependem de tempo de uso e de oportunidades. 

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Mini Bolo da Linha Infantil

Eu não gosto de fazer propaganda gratuita nem fazer propaganda negativa. Algumas experiência me fazem repensar o padrão de consumo, mas boas experiências de after market são reconfortantes.

O Produto:
O produto da vez é um bolinho embalado individualmente. Como tem um personagem de desenho infantil estampado na embalagem é a procura preferencial em casa. Como são bolos recheados com creme, não estaria nas minhas escolhas preferenciais, mas pelo tamanho da porção e do preço, sempre tenho em casa.
A linha infantil tem 3 sabores: um bolo com gotas de chocolate e recheio de chocolate com a estampa do cascão na embalagem, um bolo de chocolate com recheio de chocolate com a estampa do cebolinha, e um bolo branco com recheio de baunilha e a estampa da mônica. Compro dos 3, não tem uma preferência. Além da embalagem que é metalizada por dentro, o bolo vem enformado em papel na parte inferior. Brincamos que tem que tirar a roupinha do bolo para comer.
Eu lembro que teve uma vez que ao retirar a roupinha o bolo foi se desmanchando, e quebrava, não dava para segurar. Apesar do choro e da frustração, comeu mesmo assim. Não considero que isso seja um problema, realmente acontece, mas dá pra comer mesmo assim.
Provavelmente, o grande mal dos produtos de casa é o supermercado que eu faço compras. Gostaria de ter mais opções, mas por enquanto, ainda continuo no mesmo lugar.
O Problema:
Eis que minha filha pede para abrir a embalagem do bolo e logo de cara o cheiro não me agrada. Quando olho mais diretamente, a parte de cima está completamente tomada por fungos brancos. A primeira reação foi conferir na embalagem se o produto estava vencido, mas não estava. A embalagem também não estava violada ou teria sido mais fácil de abrir e não teria pedido ajuda. Lembro claramente dela tentando antes de pedir. Não teve jeito. Fotografei o estado e a embalagem e joguei fora. Não teria como deixar guardado com o risco de contaminar outros alimentos. Fiquei bastante assustada da criança não perceber que o produto estava estragado e tentar comer mesmo assim. Conversamos, expliquei por que estava jogando fora e ofereci outro bolinho que ainda tinha lá de outra marca. Felizmente consegui trazer uma experiência ruim ter o aprendizado com o cuidado do estado dos alimentos. Não tivemos dias muito quentes e o armário que guardo estes produtos não tem umidade. Recentemente reduzi ainda mais a quantidade de produtos que mantenho armazenado para uso recente então diminui muito a possibilidade da contaminação ter ocorrido na minha casa.
O Contato:
Não perdi tempo e no mesmo dia enviei uma mensagem no Fale Conosco do site. Como logo de entrada aparece "excelência em confeitaria" estou confiante de receber um bom atendimento. O site é simples e possui um canal adequado para informações e entrar em contato. Como não havia possibilidade de anexar foto, informei a existência dela e descrevi a ocorrência. Não achei válido solicitar qualquer coisa. Estava mais é indignada com a situação e assustada de que minha filha comesse um bolo estragado sem entender o que estava acontecendo.
O Resultado:
Depois de dois dias recebi uma mensagem por email avisando que estavam tentando contato telefônico sem resposta. Pediram que eu avisasse um horário em que fosse possível contato ou outro telefone. Respondi no mesmo dia. Depois entraram em contato por telefone para pedir a foto que eu havia tirado. Assim que recebi o recado já enviei. Apesar de pouco conversar e não deixar claro as intenções da empresa, percebi bastante cuidado, o que é muito bom.
Depois do envio da foto novamente foi realizado o contato telefônico. A atendente queria me convencer de que o produto deles é bom e não tem nenhum problema de qualidade. Eu é que tive azar de ter feito muito calor e o produto ter mofado. Só achei engraçado que a embalagem é metalizada por dentro. Não teria como o produto suar como a mulher falou. Se aconteceu é por que o produto já estava contaminado quando foi embalado e por isso o calor pode ter atrapalhado. No mínimo teve falha no processo de embalagem. Ou não foi feito o vácuo adequado, ou o produto ainda estava muito quente quando foi embalado, ou a embalagem estava contaminada e mesmo assim foi utilizada.
A atendente perguntou se eu aceitava receber o produto para me convencer de que o produto deles é bom. Eu aceitei. E recebi pelos correios um pacote com 2 unidades do bolo de mesmo sabor que o notificado. Desculpe não ter fotografado o produto. Recebi e já consumimos em 24 horas. Nestas duas unidades não tive problemas.

Entre o problema identificado e receber estas duas unidades, abrimos mais um produto que tinha em casa, do mesmo bolinho que deu problema. O bolo em si não estava estragado, mas estava quebradiço. Ao tirar o papel ele se quebrava todinho. Não foi a primeira vez que aconteceu isso. Das outras duas vezes também foi este sabor de baunilha com recheio de baunilha que estava assim quebradiço. A criança comeu chorando que "o bolo chato fica se desmanchando e ela não gosta de bolo assim". Entendi que este também era um momento de tirar da minha vida algo que não estava funcionando.

Obrigada, Casa Suiça, pela tentativa de me satisfazer, mas o seu produto não atende o nível de qualidade esperado da minha consumidora. Vamos optar pelos bolos do ursinho e da menininha que até agora não deram nenhum problema. O bolo de natal de nozes ainda será consumido sempre que possível já que é um produto sazonal, mas esta linha infantil não funcionou.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Reconhecendo o que Eu Preciso Tirar da Minha Vida

Já faz um tempo que estou preparando material a respeito das minhas escolhas. Já contei algumas experiências como consumidora. Infelizmente não tenho muito tempo para trabalhar todas as ideias, mas algumas tento vir contar.
Uma amiga virtual me indicou um "clube de compras coletivas" que na verdade é um portal de ponta de estoque para produtos infantis. Mesmo com a curta duração das campanhas, sempre haviam opções de produtos. 
Felizmente não precisei comprar muitas coisas no primeiro ano de vida da minha filha: aproveitei as roupas que não cabiam mais na minha sobrinha e em outras crianças da família. Mas o que mais me atraiu foi a possibilidade de conhecer produtos a baixo custo. Praticamente todas as marcas eram novidades para mim, uma mãe de primeira viagem. Algumas eu aprovei e outras nem tanto. Depois de um tempo, conhecendo melhor, passei a aproveitar as ofertas sempre que me conviesse. E foram várias compras, algumas vezes cheguei a fazer uma por mês. 
A minha primeira compra foi em 2013. Como o portal era novo, a primeira vez que tive problemas e senti a frustração de não receber o produto que eu gostaria de comprar fiquei por uns dias chateada, saí para procurar o mesmo produto em outros lugares, mas claro que não achei. Fiquei um tempo sem comprar lá. Mas precisei de uma mochila nova em setembro. Como não era época de material escolar, tive dificuldade em achar opções. A maioria estava mais caro do que eu pretendia gastar. Então novamente me vi comprando pela internet um produto fora de catálogo em promoção que eu deixaria guardado para a época que precisasse. Peguei promoção que tive 60% de desconto. Mas não é certeza de pegar promoções tão boas. 
E então voltei a ter problemas com as compras neste portal. Acionei o serviço de atendimento para tentar devolver e não obtive retorno dentro do prazo. Chegou um momento que eu desisti. Usei o produto como estava. 
Depois voltei a ter problemas numa outra ocasião de cancelarem o meu pedido. Ok, o valor foi estornado no cartão, mas eu não tive como adquirir o produto em nenhum outro lugar.
Como podem ver, acreditei que eram problemas transitórios e que seriam corrigidos. Cheguei a responder as pesquisas de satisfação e enviar reclamação no serviço de atendimento no próprio site e não fui bem atendida em nenhum momento. 
Esta semana percebi que era o momento de dizer tchau. Sim, porque paciência tem limite e eu preciso gastar o meu tempo com o que me faz bem. 
Fico satisfeita de dizer que a maioria dos produtos que vim a gostar, conheci com despretensiosas compras neste site. Mas tenho outras opções de sites que oferecem os mesmos tipos de produtos e as mesmas marcas. Muitas vezes não com um preço tão bom, mas é o custo da segurança e da tranquilidade de ser bem tratado.
Alguns produtos que se esgotaram eu tinha esperança de conseguir comprar em outra campanha, mas muitas vezes os produtos e as marcas não voltam. Enquanto que outros que não me interessam estão sempre por lá.
De forma alguma eu penso que o problema é exclusivamente deste ou daquele site. Quando eu decidi que controlaria mais as minhas compras, não foi esforço nenhum deixar de passear em lojas. Nunca tive este hábito. Também abri mão da fidelidade em cartões e por isso compro cada vez menos na internet. Mas controlar as compras pela internet requer um pouco mais de trabalho. Eu vou ajustando as necessidades com as oportunidades. Nestes tipos de site, os preços são muito bons, mas duram apenas poucos dias. Demoram cerca de 20 dias para chegar, então não adianta deixar para comprar só quando está precisando. Compensa comprar antes e deixar guardado. Vejam que eu estava acompanhando quase que diariamente as ofertas, comprando produtos para deixar guardado que eventualmente nem chegaria a usar. Além disso tinha que acompanhar os pedidos, prazos de entrega por vários dias, às vezes mais de um mês. Isso tudo é quando está tudo certo, por que se tem algum problema, ainda precisa acompanhar os emails, entrar em contato com o atendimento, remeter para devolução, aguardar o estorno, ligar para o banco e de novo para o atendimento... Coisas desse tipo e tantas outras.
A minha proposta não é fazer propaganda negativa, mas contar como chegou um momento em que precisei me desapegar das facilidades que nos trazem transtornos. Um site que oferece produtos ponta de estoque é muito bom, principalmente para quem não mora num grande centro que oferece opções de compras de produtos de baixo custo ou direto ao fabricante. A sensação de ficar suplicando pelo direito de comprar um produto e pagar por ele é ridícula. Prefiro viver sem ela. Vou me adaptar, vou tentar conhecer outras opções. No valor que eu tentei gastar com 2 pares de tênis, acabei comprando um só na loja física. Mas paciência, pude experimentar e sei que vou usar.
E em 05 de dezembro de 2016, confirmando o estorno no cartão de crédito para um pedido cancelado, estou cancelando a minha conta no Dinda. Sinceramente, não recomendo a dor de cabeça.
Estou assumindo gastar um pouco mais para tirar da minha vida esse tanto de preocupações. E recomendo avaliar se estes ganhos financeiros são ganhos reais diante da preciosidade que é o nosso tempo.
Eu preferi escrever desta forma porque a minha decisão está na experiência com o portal, e não um atendimento pontual. Mas posso escrever no formato anterior se for de interesse. Se quiser saber sobre as escolhas que deram certo, tenho alguns rascunhos que pretendo trabalhar melhor antes de publicar.

quarta-feira, 30 de março de 2016

Torrada

Depois de ter ficado insatisfeita com as torradas de uma marca, resolvi apostar em outra que também é muito boa e não havia tido problema. Consumo regularmente torradas, da tradicional e principalmente da integral para os lanches. Novamente, depois de ter notado um erro, resolvi entrar em contato com o fabricante.
A proposta não é fazer avaliação ou divulgação do produto, como muitos fazem nas redes sociais, mas contar a experiência com o Fale Conosco. Se quiser ver reclamações, algumas marcas têm mais, outros têm menos, mas praticamente todos têm. Produtos com problemas também vão aparecer sempre por aí, mas reconheço que se houver um atendimento adequado, não me importo.


As torradas da Wickbold vêm numa embalagem protegida, são fresquinhas e nunca peguei uma que esteja murcha. Resolvi experimentar uma linha nova de torrada integral que foi um sucesso. Navegando pelo site descobri ainda outras que não havia visto para vender, também vou procurar para experimentar.

O defeito: Na verdade não é um defeito. E também neste caso pode ter sido um caso isolado. Como disse antes, não era fiel consumidora desta marca de torradas. Num dos pacotes de adquiri, ao abrir o pacote não encontrei a embalagem zip. Ainda conferi na embalagem se anunciava este componente ou se o produto havia sido alterado e eu não havia percebido a diferença. Ao verificar que era esperado mas não veio, resolvi notificar ao fabricante.

Sobre o contato: O fabricante possui site com um canal para receber reclamações e sugestões. O formulário é bem simples, não requer cadastro e possui as informações necessárias. Desta vez, como era um caso isolado e apenas um produto, eu havia tirado foto da embalagem caso fosse solicitado mas não foi.

Sobre o atendimento: Dois dias depois tive uma resposta simples com um pedido de desculpas avisando que o comentário havia sido enviado para o setor responsável e que eu seria ressarcida pelos Correios. Não vejo necessidade de ressarcimento, mas desta vez nem retornei mensagem com este aviso. Também não perguntei o que seria o ressarcimento. Fiquei "comovida" pelo pedido de desculpas. Pelo tratamento, não vejo necessidade de deixar de consumir.

O Resultado: Recebi uma caixinha pelos correios com uma embalagem de torrada do mesmo modelo que o consumido. Estava na expectativa de receber apenas a embalagem zip, o que foi bom. Mas o pacote de torrada estava apenas numa caixa de papelão e a torrada acabou chegando toda quebradinha. Veja que no canto esquerdo tem a embalagem zip enroladinha, mas a torrada está quebrada no meio. Conforme fui consumindo, a maioria estava quebrada, mas haviam algumas inteiras.

Agradeço ao fabricante pela gentileza do envio e a postura correta tomada de não negar a possibilidade de falha ou ignorar o cliente.

Se eu tiver outra experiência deste tipo com outros produtos ou serviços venho contar como foi.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Suco Pronto de Caixinha

Não sou super fã de comprar suco de caixinha para levar no lanche da escola, mas uma vez que a minha filha não come frutas, uma das formas que ela aceitou experimentar os sabores foram com estes sucos. Sempre que posso faço o suco natural e a bebida padrão a qualquer momento é a água.

Os sucos de caixinha da Maguary vêm com o desenho dos personagens: princesas para meninas e carros para os meninos. Claro que em casa entram princesas e carros. Infelizmente, no supermercado que geralmente faço compras, nem sempre tem, e quando tem só encontro os sabores morango, uva e laranja. Já vi outros sabores em outros supermercados, mas não onde faço compras geralmente.
Não sou adepta da Maguary com exclusividade, algumas marcas eu não gosto, mas entre os que permito entrar em minha casa, estes tem grande saída por conta dos personagens. 

Minha proposta não é fazer propaganda negativa, mas comentar a minha experiência já que admito que faço uso do produto. Também por que, não estou ganhando nada por isso. 

Já faz algum tempo não tenho conseguido usar os canudos que vêm nas embalagens. Eles têm vindo parece que derretido e com a embalagem rasgada e grudada. Alguns eu cortei a parte que estava exposta para usar, em outros precisei descartar o canudo e virar o conteúdo da caixinha num copo. Confesso que eu deveria ter verificado cuidadosamente a embalagem antes de comprar e não fiz. Mas como tem aparecido de forma reiterada, resolvi colocar uma mensagem para o fabricante.

Sobre o contato: O fabricante possui site com um canal para receber reclamações e sugestões. O formulário é simples, não requer cadastro e possui as informações necessárias.

Eu entendo o lado da empresa de precisar de todas as informações, mas acho chato ficar guardando as embalagens em casa, lembrar a data da compra ou ter a nota fiscal. Como foram vários produtos com problema que encontrei em casa durante um período, ao menos um eu tinha em casa para passar os dados. É pouco, mas é o que posso fazer.

Sobre o atendimento: Todos os contatos foram feitos por email de forma ágil. No dia seguinte recebi uma mensagem pedindo várias informações sobre o produto e uma proposta para a troca. Passei os dados à noite e no dia seguinte pela manhã já havia uma mensagem de resposta (impessoal) falando sobre o produto, o compromisso com a correção e o envio de outro produto para o meu endereço em até 10 dias.

Vários produtos deixei de consumir por conta do atendimento que recebi e as constantes falhas nos produtos. Apesar das falhas, este produto não pretendo deixar de consumir.


Recebi uma caixinha pelos correios, mas demorou um pouco por conta da greve. Na caixa constavam 6 caixinhas do suco das princesas. E estes fizeram sucesso em casa. Gostei bastante de ter recebido os sabores pêssego e maracujá que não havia encontrado no supermercado. Pena que não veio de laranja. Mas fiquei bastante satisfeita com a lembrança.

Agradeço ao fabricante pela gentileza do envio e a postura correta tomada de não negar a possibilidade de falha ou ignorar o cliente.

Se eu tiver outra experiência deste tipo com outros produtos ou serviços venho contar como foi.