Mostrando postagens com marcador coleções. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador coleções. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 26 de janeiro de 2023

Coleções: Esmaltes em 2022

 Para alguém que fica 2 a 3 anos sem pintar as unhas, não faz o menor sentido ter esmalte. Mas um pouco por causa das meninas, prefiro ter algumas opções em casa e pintar eventualmente. Só que na prática acabo comprando 1 ou 2 esmaltes novos por ano e não termino com nenhum. Ano passado comprei um óleo de banana para amolecer esmalte ressacado e tentar terminar com alguns dos que tenho em casa. Então, continuo tentando terminar 2 em 2022, mas é provável que nem isso eu consiga.

Acho que os esmaltes mais antigos que tenho foram estes 5 da Avon. Se você procurar no catálogo, o frasco já nem é assim mais e eu lembro que usei bastante na época que comprei, mas não o suficiente para acabar. Dois deles são praticamente só um brilho, por isso acabo não usando muito. E esse de glitter é prático para colocar por cima dos demais. A maioria está bem gasto e estou usando o óleo de banana para amolecer quando uso. E são estes que eu estava esperando terminar faz muito tempo e que muito provavelmente são os que vou terminar nos próximos anos.

Tentei separar cronologicamente, mas estou achando melhor separar por marcas. Da Colorama eu tenho estes 3. O vermelho é bem antigo, da mesma época que os da Avon. O rosa comprei um pouco depois e o azul comprei quando minha filha mais velha tinha 3 anos. O vermelho é bem chamativo e funciona bem. É uma cor bem básica (para um vermelho). Já os outros 2 que são cintilante são praticamente um brilhinho, só uma base. E parece que nem foram usados. Ignorem esta separação, enquanto eu puder usar vou manter, mas se não for possível misturar e amolecer vou descartar. Neste momento estão como uma opção para serem usados. E geralmente não são escolhidos. Acabo usando como base antes de aplicar um adesivo, ou precisaria fazer várias camadas para se fazer notar.


Nesta época também, minha filha ganhou estes 2 esmaltes da Avon, que também devem ter uns 8 anos. E olha que esse frasco já é diferente do anterior, como disse mudou. E deve ter mudado de novo. Aparentemente o azul claro não foi suficiente e ela queria um azul escuro. Mas esse é bem escuro para criança usar, então só deixo usar em alguns dedos para ficar mais colorido. Apesar disso, até que está bastante gasto. E tem um brilho metálico, então acabo usando também. Muitas vezes quando deixo as crianças escolherem. Este também é um forte candidato a acabar. E o rosa confesso que a cor está um pouco diferente, então não tenho certeza se vou chegar a usar. Mas também está mais gasto do que os da Colorama, por exemplo. Só não é o meu preferido entre os de cor rosa.

Não lembro quando vi estes esmaltes da coleção da Penélope Charmosa, da Risqué. Eram 7 ou 8 na coleção, em tons de rosa e roxo, mas eu só comprei estes 3, um de cada vez. São tons de rosa bem aceso e também só deixo as meninas usarem combinados com outras cores. Mesmo sendo antigos, eu ainda gosto bastante destas cores, gosto destes rosa e uso com alguma frequência. A consistência está boa e nem cheguei a dissolver. O rótulo não permite ver quanto tem em cada frasco, mas eles estão com 1/3 do pote aproximadamente. Eles são cintilantes, então para aparecer melhor preciso usar mais de uma camada. O roxo é o que está mais cheio. Eu não estou com pressa para usar. Quando penso em uma escolha para usar até o final, não seria um destes. Ainda tenho mais um desta marca, de cor clarinha, mas eu mostro depois.

Acho que metade da minha coleção eu vou colocar a culpa nas minhas filhas. E ela ganhou uma necessáire com todos estes esmaltes de diferentes cores. Estavam usados mas não muito gastos. O verde é o que está mais gasto, mas ela gosta muito do lilás e esse outro avermelhado. Geralmente deixo usar quando mistura as cores já que são todos de cores fortes. E o de glitter eu não tenho usado, porque o outro da Avon está mais gasto. Estes não são todos os da marca Impala que eu tenho, mas curiosamente eram a maioria desta bolsinha. E ainda veio este fortalecedor da Risqué, que eu uso como base na maioria das vezes, mas uso pouco.

Tentei atualizar a minha coleção com outras cores que eu me sentisse bem usando e comprei estes esmaltes. Este da Risqué é bem claro, mas não suficiente para fazer francesinha e nem tão transparente para ser só uma base. O vermelho eu ganhei num chá de panela da minha cunhada e nem cheguei a usar porque ainda tenho outros de cor parecida que eu gosto mais. Este dourado eu comprei parar usar no casamento do meu cunhado e usei bastante, é outro que pode ser que eu termine logo. Estes dois da esquerda são das minhas filhas: o roxo é da mais velha e o amarelo da mais nova. E são os que elas sempre usam, ou pedem para usar. Mas estão bem novos e pouco usados. O roxo está separando, mas ainda consigo usar. E o verde, eu comprei pela curiosidade com a marca. Eu queria experimentar o esmalte da Dailus que é vegano e comprei a cor que eu achei mais bonita (e inusitada, fora do meu gosto). Também queria comprar uma da Vult, mas deixei para a próxima. E estes dois fechados eu imaginava dar de presente para familiares, mas a minha filha não deixou, implorou para deixar para ela usar e estou deixando na embalagem até que ela peça para eu abrir, ou vou acabar dando de presente. 

Por fim, ainda tenho estes outros itens que complementam a esmaltação: um removedor de esmaltes, o óleo secante extrabrilho, o óleo de banana (que eu esqueci de fotografar), muitos palitinhos, lixa, algodão, alicate de cutícula e esta cera para as unhas e cutículas (que eu também esqueci). Para as meninas ainda tenho alguns adesivos com personagens infantis que às vezes usamos. Ainda tenho alguns, mas não muitos. Não encontro para vender, mas ainda bem que ainda tenho para bastante tempo. Este pote de esmalte infantil sai com água, mas eu não gostei muito. Por mais que dê trabalho pintar as unhas das meninas, ainda acho melhor do que usar este infantil.

Sinceramente falando, é completamente bizarro o tanto que eu tenho e certamente levarei uma vida toda para terminar alguns deles. Estou muito longe de poder chamar de coleção minimalista, mas assim como os perfumes, vou fazer um registro para poder voltar a comentar daqui a um ano e ver se consegui reduzir um pouco que seja.

sexta-feira, 30 de abril de 2021

Coleções: Borrachas

 Apenas como curiosidade, meu objetivo em falar de coleções, como uma pessoa que se diz buscando o minimalismo, é guardar registros das coleções que tive para não ter saudades e começar a acumular de novo. Coleção é só um nome pomposo para você fazer acúmulo de supérfluos.

Essa coleção de borrachas surgiu das mesadas que recebíamos (eu e meus irmãos) quando criança/adolescente. As borrachas eram tão fofinhas que tínhamos pena de usar. Quando eu estava terminando a faculdade, meus pais estavam desmontando os quartos dos filhos e dividimos o que sobrou desta época e minha irmã ofereceu o potinho das borrachas. Então muitas não eram minhas, foram um deles que ganhou ou comprou e, como herdeira, optei por usar. Depois disso vieram outras que eu mesma fui comprando em diferentes situações. Nem todas tem histórias, mas vale o registro. Assim como faço com lápis, que eu sei que tenho muito mais acumulado do que sou capaz de usar. Divido com as minhas filhas, meu marido, e eventualmente posso não pensar mais em coleção. Por enquanto é.

As borrachas mais antigas que eu tenho são de um kit que era de uma das minhas irmãs. As borrachas imitavam docinhos. Essa cheia de manchinhas tinha uma casquinha de plástico imitando um sorvete de casquinha. Seria um sorvete de morango com gotas de chocolate. Provavelmente será uma das próximas que eu vou usar. Apesar de velha está em boas condições para apagar, apesar de parecer tão feia. E a outra imita aqueles docinhos de corte (tipo foundant) e é azul. Também tinha uma rosa que eu não lembro se usei ou perdi. O kit também tinha outras duas, mas eu não lembro como eram.

Os adolescentes da década de 90 com certeza conhecem essas borrachas de sapinho. Tínhamos várias e de várias cores. Ganhávamos em sacolinha surpresa de aniversário (da época que ninguém fazia festa em buffet) e ninguém tinha coragem de usar. Acredito que tínhamos muitas, mas estas foram as que sobraram. Uma delas está usada e sujinha. Testei para ver como estava e está boa. Por ser pequena e magrinha deve acabar rápido. Também pretendo usar em breve (mas nunca é tão breve assim). 

E tem mais esta de estrela que também era das sacolinhas surpresa. Também muito anos 90. Eu cheguei a usar várias e sobrou uma. Provavelmente essa não era minha, veio de uma das minhas irmãs. Essa não é uma boa borracha, por isso não é prioridade minha usar. Em algum momento pode chegar a vez dela. Pelo formato, é comum rasgar antes de terminar de usar. Fora que fica difícil de segurar para usar. É mais uma lembrança mesmo. Como tenho muitas, não preciso me forçar a usar tudo.

Por favor entendam que a maioria destas borrachas têm mais de 25 anos. Apesar de serem um pouco mais novas, tenho algumas que vinham num kit com lápis ou aquelas lapiseiras que trocavam a ponta. Duas das que mostrei nas borrachas da vez no começo do ano também são destes kits, mas ainda tenho estas duas em forma de mini lápis com capinha. Eu gostei das borrachas que usei e provavelmente estão boas o suficiente. Tanto que foram duas das minhas últimas escolhas para colocar em uso, ainda que eu tenha preferido as menores dentre estas. Essa que tem na capinha uma menininha era minha mesmo, mas as outras deve ter sido de uma das minhas irmãs.

Outra tendência dos anos 90 que ainda aparecem hoje em dia eram as borrachas com formatos para colocar no lápis. A maioria vinha em lápis com estampa no mesmo tema. É o mesmo conceito de um lápis com borracha, mas estas se soltam e você consegue colocar em outro lápis. A outra vantagem é o tamanho da borracha que pode ser que dure mais tempo já que as pequenas borrachas que vêm no lápis acabam muito antes do lápis ficar pequeno. Enfim, sobraram estas duas da Hello Kitty que a minha irmã teve dó de usar e essa de morango é de um kit mais recente que eu comprei e guardei junto. 

Outro kit que eu acho que era do meu irmão, vinha um conjunto de lanche: o hambúrguer, a batata frita na embalagem vermelha e o copo de refrigerante. A borracha de hambúrguer estava num estojo quando eu tive a bolsa roubada e se perdeu no mundo. Muito criança, meu irmão achava divertido morder, então estava toda marcadinha e eu resolvi colocar para usar. Mas a batata e o refrigerante estão intactos. Impressionante a qualidade destas borrachas. Muitos anos depois comprei outro kit parecido, mas a borracha em forma de refrigerante melou e se desmanchou. Ficou na consistência de massinha e não voltou a endurecer. 

Para uma primeira parte não poderei demorar tanto em cada borracha, então agora um grupo maior de borrachas mais ou menos do mesmo também. Não tenho nada de particular sobre cada uma delas. Provavelmente algumas foram de sacola surpresa de novo ou compras aleatórias em papelarias. Têm um tamanho bom e provavelmente demora um pouco para usar. Não tenho a menor pressa em usá-las. Mas elas estão em bom estado e devem durar um bom tempo.


Eu gostaria de poder comentar mais sobre esta borracha de árvore de natal. Foi um presente que ganhei, bem mais recente, lembro que já havia me formado da faculdade. E ela é muito fofinha, mas eu esperei demais para usar. Eu não sei como se deve conservar as borrachas, mas aparentemente deixando todas juntas acontece alguma reação química devido a algum fator desconhecido (luz, calor, humidade, não sei). Sim, esta borracha começou a melar e já não vou poder usar. Esse passou a ser um registro da coleção, para o que eu vou usar até o final e para o que eu vou descartar. E essa devo descartar....
O que eu tenho mais de especial para contar sobre ela é que não é brasileira, foi uma lembrança trazida do exterior no natal. E nunca vi borrachas com temas comemorativos desde então.

Essas borrachas dos Backyardigans foram as que eu achei tentando retomar a coleção. Foi um período que eu não achava muitas borrachas legais e fiquei sem comprar, apenas usando o que já tinha.
E elas eu também sinto que não devem durar muito tempo. Estão moles demais e não sei se conseguem apagar sem borrar. Então a não ser que eu descubra um meio para recuperá-las, pode ser mais uma parte que irei descartar sem usar em breve.

Voltando para mais um grupo de borrachas muito antigas, estas foram distribuídas na escola que eu estudava no ginásio, numa campanha promocional da marca. Foi a única vez que algum anunciante fez campanha na escola (no período que estive estudando lá). E assim como tantas outras borrachas desta época, guardamos e não usamos. Sim, é em formato de Mortadela, mas do tamanho de uma borracha normal (uns 4 cm na maior dimensão).
Acho que as minhas irmãs também não ligavam muito por isso acabaram juntando no mesmo pote que depois veio para mim quando desmontamos o quarto na casa dos meus pais. O saudosismo que eu tenho é porque esta coleção foi uma das poucas lembranças que eu tenho da infância/adolescência.
Também da minha época de escola que ficaram guardadas por dó de usar, mas estas tem um formato retangular ao invés de um recortado. As duas de cima também são de um período que não tinha borrachas decoradas na papelaria, mas tinhas estas simples estampadas. Nem sei se havia alguma franquia com o tema duendes na época, mas compramos. Estas são um pouco grandes, das maiores que eu tenho. Por isso também foram ficando guardadas e sem uso. Acho que eu tinha mais uma que não tenho certeza se usei ou perdi.
As 3 debaixo provavelmente também foram borrachas promocionais que vinham "de brinde" quando comprava algum produto ou cadastrava em alguma promoção. Acho que destas eu tinha mais, mas só restaram estas mesmo. Não sei precisar quanto tempo estão comigo, mas dá para perceber que a dos quadrinhos da editora globo é bem antiga e deve ter vindo com alguma revistinha da Turma da Mônica.

Prometo que estou acabando. Cerca de 10 anos atrás participei de um amigo secreto que tinha que enviar um livro com mimos de papelaria. E eu achei um envelope da Estrela, vendido numa loja de brinquedos que vinha com duas borrachas surpresas que eu incluí no presente do amigo secreto. Depois que a pessoa recebeu e eu vi foto fiquei louca para ter uma também, mas nunca mais vi para vender. Uns 2 anos depois, em outra loja de brinquedos de uma cidade que eu estava de passagem, havia os envelopes de borrachas surpresa, mas já era outra coleção, a de objetos. E eu comprei um envelope só que veio esta caneca e a máquina fotográfica.
Terminando o pote em forma de lata de lixo de plástico que eu tenho, ainda têm mais estas 3 borrachas em formato de comidinhas. Eu comprei várias cartelas deste tipo de borracha nas lojas americanas. E gostaria de ter comprado muitas mais, mas é exagero e eu já tenho muitas borrachas. 
Este era um kit com 4, também tinha um copo de refrigerante com canudo, mas esta também melou e eu tive que descartar. Fiquei um pouco frustrada porque o copo era oco e eu imaginava inteiriço. Mas contando das que restaram, não são borrachas tão boas como as outras de lanche que eu mostrei antes, mas ainda me impressiono com a riqueza dos detalhes. Estas borrachas não são pintadas, são várias borrachas menores, cada uma de um cor, encaixadas umas sobre as outras para compor este formato. E isso também é muito legal.

Depois vieram outras borrachas com formato que eu comprei nas Americanas, principalmente. São produtos da China. Que as meninas gostam de usar para brincar. Também comprei algumas cartelas para elas. Então mostrei primeiro as da coleção mais antiga, depois mostro a coleção mais recente que está num estojo, algumas nas cartelas; e por último as das meninas. Desculpa ter ficado tão grande, mas eu queria fazer este registro logo antes de começar a ter que descartar as que estão ficando estragadas. Se alguém tiver alguma dica de conservação ou recuperação das borrachas meladas, eu aceito. A minha dica é não ter mais objetos dos que os que você precisa. Ter uma borracha reserva é importante, mas uma coleção de borrachas não acrescenta em nada.

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Coleções: Figurinhas

Esta coleção não é exatamente minha, mas começou como uma sugestão para auxiliar no processo de desfralde. Para nós funcionou muito bem, era o momento certo, e o adesivo surgiu como um incentivo para os resultados positivos. Mesmo depois do completo domínio das funções, ainda buscávamos as figurinhas para completar os álbuns. Resolvi vir contar porque finalmente começamos a descartar as figurinhas repetidas que sobraram em casa e os álbuns incompletos que sobraram em casa. Daqui a uns dois anos, terei que mudar a estratégia com duas crianças, mas acho que vai dar certo.
Desde sempre, eu guardei as cartelas de adesivos que eventualmente ganha, vem de brinde na compra de um produto e coisas assim. Então procurei para comprar um caderno de sticker (ou adesivo). Geralmente o nome está em inglês mesmo. Eu acho que um caderno dá pra muita coisa, mas se quiser, pode usar um caderno comum ou colar na porta do guarda roupa que dá na mesma. A dica é só deixar guardado para usar nos momentos oportunos. É o tipo da recompensa que não faz falta (se não completar) e ainda não pesa no bolso. Tem que ser algo barato, e de preferência, aproveitar o que já tem sem comprar. Essa dica eu sempre passo para outras pessoas que precisam encarar o desfralde porque realmente ajuda (ou não custa quase nada tentar) e não é traumático.
Além do caderno de sticker que está com os adesivos, tenho um outro caderno pautado pequeno que colamos alguns recortes interessantes. Apesar de não ter um propósito, quando dá vontade de fazer alguma coisinha e não quer jogar fora alguma lembrança, colamos neste caderno. É outra forma de descartar algumas coisas, mas guardar outras.
Com o tempo, percebi que realmente gostava de colar adesivos, então comecei a comprar também o álbum. É uma pena que nesta idade de uns 2 a 4 anos, não são muitas crianças que têm álbum de figurinhas, então tivemos dificuldades para trocar. De alguns álbuns acumulamos muitas repetidas. O que eu tentava fazer era assim que possível, comprar da editora os números faltantes. Mas sempre tem como opção conversar com o jornaleiro se estão combinando de encontrar em algum lugar para trocar, muitas vezes na própria banca. Em algumas cidades é possível achar encontros de trocas de figurinhas em praças e parques. E também dá para trocar pela internet com envio pelos correios, mas neste caso só compensa se puder trocar uma quantidade grande com uma mesma pessoa, o que é relativamente raro.
O álbum que descartamos foi o do Frozen. Este foi o primeiro que usamos no processo de desfralde e eu não podia ceder. Comprei os pacotes de figurinhas mas precisava guardar para o momento oportuno. Então, mesmo indo bem, em algum momento se desinteressou e passou o prazo para pedir na editora. Mesmo depois de 3 anos a criança ainda pede para comprar as figurinhas daquele álbum. Por isso achei importante descartar para não trazer a falsa expectativa de que vamos completar. Expliquei mais de 10 vezes, mas ainda sinto a expectativa quando converso sobre comprar figurinhas.
Também temos mais um álbum que veio de brinde num evento, mas a editora já não estava mais distribuindo os adesivos, por isso nem chegamos a comprar figurinhas para colar. Tínhamos o álbum vazio. Era uma coleção das princesas. Mas como tenho uma criança muito criativa em casa, ela usou o desenho do fundo de página para dar um toque especial e foi completando com o que faltava para dar lugar aos adesivos. Deve ter sido bem divertido fazer e nós gostamos do resultado. Guardei algumas páginas e fotografei outra mas descartamos o resto. Este, em momento algum trouxe a preocupação de comprar as figurinhas, funcionou mesmo como um livro de desenhos ou atividades.
Depois separamos as repetidas deste álbum do Frozen, também do álbum d'A Patrulha Canina para levar para a escola. Os professores também usam estas figurinhas como recompensa para as crianças (embora todos ganhem) e as agendas e mochilas estão cheias de adesivos.
Ainda temos estes outros álbuns completos guardados: Cinderela, Frozen: Febre Congelante, A Patrulha Canina e A Bela e a Fera. Recentemente também começamos o do dilme de My Little Pony. Pretendíamos comprar o da Moana, mas já foi recolhido pela editora. Então escolhemos este outro que está no início. Praticamente fizemos um álbum por ano, então, até que não é muito.
Conforme fomos separando as repetidas para dar, deu um pouco de saudades das coleções então ainda separamos algumas para o Caderno de Sticker. Achei mais algumas cartelas de adesivos em casa e também já colamos no caderno. Acho importante reforçar tudo isso e fazer aproveitar o que tem para acostumar a dar valor às coisas. A organização desta coleção foi concluída com o descarte de todas as figurinhas repetidas. Depois daquelas duas etapas que começamos a fazer em setembro, ainda usamos os meses seguintes para terminar de separar e descartar. Revemos grandes lembranças, relemos as histórias dos álbuns e então descartamos.
Felizmente em 2017 conseguimos organizar algumas coleções. Gostaria de ter feito muito mais, mas sei que não foi falta de vontade, mas de tempo mesmo. Espero conseguir realizar muitos projetos em 2018 também.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Coleções: Lápis

Eu não comecei a acumular lápis na intenção de montar uma coleção. Eu só admito uma coleção que foi intencional, as demais foram desequilíbrios. Mas lápis é um artigo barato que é fácil de adquirir como lembrança de lugares que visitamos e ainda por cima é um objeto útil que cada vez que usamos reavivamos as lembranças daquele lugar que visitamos, daquela pessoa que nos deu, etc.
Bom, o caso é que a vida digital requer cada vez menos o uso de lápis. E ainda por cima, a praticidade de uma lapiseira relega o lápis para segundo plano. 
Mas lápis é algo que eu gosto de usar. Tenho um apontador de lápis de bancada, mecânico, mas acabo pouco usando e optando pelo pequeno portátil. Então veja que tem todo um contexto destes lápis na minha vida e que não deve sair daqui tão logo. Ainda que se torne apenas um artigo sentimental, este deve continuar fazendo parte da minha vida.
Como é uma coleção, mesmo que eu use, ainda teria muito mais do que eu preciso. Então, para as pessoas que também gostam de lápis, vim mostrar um pouco da minha coleção.

O lápis que está em uso é um da linha grip da Faber Castell. Ele já está velhinho e perdeu o grip. A cor de fundo é cinza claro e o formato é aquele triangular. Foi o primeiro modelo que saiu. Lembro que eu ganhei na época que era novidade, uns dois ou três junto com uma borracha macia que eu acho muito boa e uma caneta que já acabou. A ideia era este lápis substituir o famoso preto nº 2 que estava em todas as listas de material da escola. Como fui usando este kit logo, os outros itens já acabaram mas sobrou este lápis. Ele já está pequeno, mas creio que vou continuar usando por mais uns anos. Provavelmente muitos lembram dele quando eu fiz o "Material da Vez" e depois atualizei o mesmo. Pois é, tem mais de dois anos que está sendo usado e ainda não acabou.

Como eu tenho muitos lápis, desde que o que está atualmente em uso diminuiu até a metade do comprimento normal, estou carregando o próximo no estojo. Ainda demora pra eu usar e acaba ficando como um reserva caso eu perca ou esqueça o outro que está em uso. E escolhi um lápis também bem antigo que ganhei na revistinha da Mônica, ainda da época que eram editados pela Editora Globo. Este é um lápis grande, estava novo quando peguei para usar e fui eu quem fez a primeira ponta, estava reto nas duas extremidades. Esse lápis é cilíndrico e o grafite é bem escuro. Junto com ele também veio uma borracha que eu também já mostrei por aqui na escolha da próxima borracha da vez. Já escolhi qual vai ser mas primeiro preciso terminar as duas que estão em uso, cada vez menores. Creio que este lápis também dura muito tempo até que eu tenha que substituir. Como tirei as fotos com a mesma caneta ao lado dá pra perceber a diferença do tamanho entre um lápis novo e um mais usado.

Eu queria contar sobre um lápis que eu tenho que nem gosto muito de usar. É um lápis flexível. Ele ficou bastante popular muito tempo atrás porque não quebra a mina quando cai e acaba sendo divertido para escrever num lápis curvo. Que eu me lembre, eu comprei numa loja que vendia coisinhas de papelaria e papel de carta com o dinheiro da minha mesada. Não tenho certeza. Mas eu não gosto da forma meio borrada que fica quando escreve. Também é bem claro e precisa escrever com força para ficar visível. Não é um lápis que eu pretendo colocar em uso contínuo. Aliás, não estava nem conseguindo achá-lo e pensei que já não estivesse na minha coleção, mas usei algumas vezes e deixei por cima no porta lápis. Também tenho outro desse guardado que eu ganhei anos depois. Agora que está menor é mais difícil deixar ele torcido, mas dá pra ver na foto que está meio tortinho. Ele também tinha uma borracha atrás, mas esta eu usei um pouco mais e ela acabou. Cheguei a apontar a parte de trás mas desisti de usar duas pontas. Eu não sei o que fazer com ele, não tenho coragem de jogar fora, certamente não vou usar mas também não saberia para quem dar. Por enquanto fica por cima.
Pra não ficar muito cansativo vou dividir os lápis em grupos ou lápis avulsos ou promocionais e depois venho mostra. Os grupos são coleções de lápis, geralmente de personagens, que eu tenho 3 ou 4 de cada personagem. Avulsos são os básicos que eu tenho e que serão bem sem graça, por isso pretendo mostrar de uma vez. E promocionais sãos os que eu ganhei em datas comemorativas ou comprei em lojinhas dos lugares que fui visitar.
Mais alguém gosta de coleção? Que tipo de coleção mais interessa?
Ainda tenho mais algumas para mostrar.

E pra concluir o assunto: Coleção e minimalismo combina? Claro que não. Mas escrever sobre estas coleções foi a forma que encontrei de finalizar a coleção, colocar em uso e descartar os produtos que não estão em boas condições. O primeiro passo, claro, foi parar de comprar. Mas mesmo colocando em uso tenho lápis para mais de uma vida. Por isso estou fazendo este registro e depois vou me desfazer deles aos poucos.