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domingo, 26 de março de 2023

Livros Comprados em 2011

 Eu e minha mania de listas. Costumo tentar ler os livros que eu tenho na ordem que comprei. Só que daí passo na frente os livros que eu pego emprestado ou os livros de metas. E quando eu fico vários dias sem conseguir ler eu pego livros aleatórios e faço uma grande bagunça.

Pelas minhas listas de leitura, estou lendo em 2022 os livros que eu comprei em 2011. Mas consegui ir tão bem nas leituras das minhas metas que consegui avançar entre estes livros e em janeiro faltavam 9. Depois de terminar 2 cheguei à conclusão que faltava muito pouco para ler para eu ignorar por mais um ano e deixar ver onde vai dar.

Pois é, e então cá estou eu, repensando nas minhas metas de leituras bizarras que eu ignoro e finjo que não existem, sendo que está muito perto de terminar. Eu acordei para este pequeno detalho em maio, quando estava batalhando para terminar com a meta de vou ler mas não tenho. 

Preciso reforçar este contexto, porque aparentemente eu adoro me enganar. E uso uma meta como desculpa para ignorar a outra. Mas eu sentia que não estava chegando a lugar nenhum. Por isso usei as leituras de maio para focar em pelo menos 3 livros desta lista dos comprados em 2011 e consegui ler 2. Em junho tentei ler mais 3 e li 4. 

Então veja só, sem deixar em focar nos livros da meta vou ler mas não tenho, eu li uns poucos por mês desta lista e terminei de ler em julho. Foram só 3 meses de dedicação.

Não lembro se eu falei em algum lugar, mas também haviam os 40 livros da Coleção Guerra. Mas é uma coleção ilustrada. E eu não pretendo tomar nenhuma ação em relação a esta coleção depois de terminar a leitura. Então optei por adiar mais um pouco a leitura da coleção para focar em outras das minhas metas bizarras.

E olha, sem sofrimento, peguei para ler os volumes da coleção encaixando entre outras leituras e praticamente terminei de ler em 2022. Para ser precisa, faltam 4, que eu podia ter terminado. Mas estava tão confiante com o avanço das minhas metas atrasadas que preferi deixar pra lá.

Estou satisfeita de ter terminado, ainda que tenha demorado muito para ler todos os livros que comprei em 2011. Apenas para esclarecer, passei a comprar muito menos livros depois de 2012. Então não vou ficar muito tempo empacada nos livros comprados em 2012 até avançar. E acredito que rapidamente posso estar em dia com as minhas leituras se continuar me dedicando.

A minha meta de ler os livros na ordem que foram comprados, ou na ordem que chegaram em casa, continua bizarra. Mas acredito que dei um passo muito importante para por ordem na minha bagunça e logo não terei mais tantas metas bizarras.

terça-feira, 14 de março de 2023

Vou Ler Mas Não Tenho

 Não costumo contar vantagem quando vergonhosamente termino uma meta antiga 4 anos depois, mas esta é uma meta de quase 10 anos que eu anotei, mas em seguida larguei.

Eu já me coloquei tantas metas que não me dava conta que eu não iria nunca atingir todas elas enquanto não começasse a diminuir as minhas obrigações que eu me auto impus. Aos poucos estou conseguindo reduzir uma ou duas metas das listas antigas por ano, mas não consigo ficar com mais do que umas duas das antigas. 

Em 2020 eu consegui atingir uma meta bem antiga que também resistia, em 2021 consegui atingir mais uma e então achei que era o momento de olhar para as metas que estou perto de atingir.

2021 como um todo, não foi um ano muito bom para as metas. Deixei muita coisa para trás por ter ficado sem conseguir ler em alguns meses. Mas tentei fazer com que 2022 fosse diferente. Toda a minha rotina de leitura precisou ser um pouco diferente.

Essa meta de vou ler mas não tenho foi de uma época que eu cadastrei muito livro na estante mas não priorizei para a compra, sequer marquei como desejado. E alguns deles eu até perdi o interesse de ler, por isso procurei edições eletrônicas fáceis de descartar. Outros eu consegui através de trocas e até tem alguns que eu comprei. Não pensem mal de mim.

A meta era fazer esta lista reduzir para 100 livros, e estava com pouco mais de 150 quando abandonei. Depois de tirar um tanto de livros que eu consegui por troca e os poucos que comprei ainda restavam cerca de 30 para chegar a 100, mas alguns eram leituras rápidas. Então peguei para ler em abril e foram leituras bem rápidas. Fiquei tão animada que resolvi priorizar a leitura daqueles que eu dificilmente compraria e que seriam leituras rápidas. Em abril reduzi para 19, em maio para 9 e em junho faltava só 1, que eu li em julho.

Não sei porque me torturei por tanto tempo empurrando esta meta. Agora estou animada para limpar a lista e voltar a cadastrar os livros que estão em desejados, mas não estão como vou ler. Pela minha pequena experiência, até o fim do ano consigo colocar ordem na minha lista sem passar de 100 desde que continue tentando ler mais alguns livros desta lista.

E o mais importante, é que agora posso voltar a organizar e cadastrar outros livros que eu vinha adiando para não deixar a lista crescer. Talvez em breve eu consiga ter uma lista confiável de desejados e pare de comprar livros repetidos.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2023

Coleções: Esmaltes em 2022

 Para alguém que fica 2 a 3 anos sem pintar as unhas, não faz o menor sentido ter esmalte. Mas um pouco por causa das meninas, prefiro ter algumas opções em casa e pintar eventualmente. Só que na prática acabo comprando 1 ou 2 esmaltes novos por ano e não termino com nenhum. Ano passado comprei um óleo de banana para amolecer esmalte ressacado e tentar terminar com alguns dos que tenho em casa. Então, continuo tentando terminar 2 em 2022, mas é provável que nem isso eu consiga.

Acho que os esmaltes mais antigos que tenho foram estes 5 da Avon. Se você procurar no catálogo, o frasco já nem é assim mais e eu lembro que usei bastante na época que comprei, mas não o suficiente para acabar. Dois deles são praticamente só um brilho, por isso acabo não usando muito. E esse de glitter é prático para colocar por cima dos demais. A maioria está bem gasto e estou usando o óleo de banana para amolecer quando uso. E são estes que eu estava esperando terminar faz muito tempo e que muito provavelmente são os que vou terminar nos próximos anos.

Tentei separar cronologicamente, mas estou achando melhor separar por marcas. Da Colorama eu tenho estes 3. O vermelho é bem antigo, da mesma época que os da Avon. O rosa comprei um pouco depois e o azul comprei quando minha filha mais velha tinha 3 anos. O vermelho é bem chamativo e funciona bem. É uma cor bem básica (para um vermelho). Já os outros 2 que são cintilante são praticamente um brilhinho, só uma base. E parece que nem foram usados. Ignorem esta separação, enquanto eu puder usar vou manter, mas se não for possível misturar e amolecer vou descartar. Neste momento estão como uma opção para serem usados. E geralmente não são escolhidos. Acabo usando como base antes de aplicar um adesivo, ou precisaria fazer várias camadas para se fazer notar.


Nesta época também, minha filha ganhou estes 2 esmaltes da Avon, que também devem ter uns 8 anos. E olha que esse frasco já é diferente do anterior, como disse mudou. E deve ter mudado de novo. Aparentemente o azul claro não foi suficiente e ela queria um azul escuro. Mas esse é bem escuro para criança usar, então só deixo usar em alguns dedos para ficar mais colorido. Apesar disso, até que está bastante gasto. E tem um brilho metálico, então acabo usando também. Muitas vezes quando deixo as crianças escolherem. Este também é um forte candidato a acabar. E o rosa confesso que a cor está um pouco diferente, então não tenho certeza se vou chegar a usar. Mas também está mais gasto do que os da Colorama, por exemplo. Só não é o meu preferido entre os de cor rosa.

Não lembro quando vi estes esmaltes da coleção da Penélope Charmosa, da Risqué. Eram 7 ou 8 na coleção, em tons de rosa e roxo, mas eu só comprei estes 3, um de cada vez. São tons de rosa bem aceso e também só deixo as meninas usarem combinados com outras cores. Mesmo sendo antigos, eu ainda gosto bastante destas cores, gosto destes rosa e uso com alguma frequência. A consistência está boa e nem cheguei a dissolver. O rótulo não permite ver quanto tem em cada frasco, mas eles estão com 1/3 do pote aproximadamente. Eles são cintilantes, então para aparecer melhor preciso usar mais de uma camada. O roxo é o que está mais cheio. Eu não estou com pressa para usar. Quando penso em uma escolha para usar até o final, não seria um destes. Ainda tenho mais um desta marca, de cor clarinha, mas eu mostro depois.

Acho que metade da minha coleção eu vou colocar a culpa nas minhas filhas. E ela ganhou uma necessáire com todos estes esmaltes de diferentes cores. Estavam usados mas não muito gastos. O verde é o que está mais gasto, mas ela gosta muito do lilás e esse outro avermelhado. Geralmente deixo usar quando mistura as cores já que são todos de cores fortes. E o de glitter eu não tenho usado, porque o outro da Avon está mais gasto. Estes não são todos os da marca Impala que eu tenho, mas curiosamente eram a maioria desta bolsinha. E ainda veio este fortalecedor da Risqué, que eu uso como base na maioria das vezes, mas uso pouco.

Tentei atualizar a minha coleção com outras cores que eu me sentisse bem usando e comprei estes esmaltes. Este da Risqué é bem claro, mas não suficiente para fazer francesinha e nem tão transparente para ser só uma base. O vermelho eu ganhei num chá de panela da minha cunhada e nem cheguei a usar porque ainda tenho outros de cor parecida que eu gosto mais. Este dourado eu comprei parar usar no casamento do meu cunhado e usei bastante, é outro que pode ser que eu termine logo. Estes dois da esquerda são das minhas filhas: o roxo é da mais velha e o amarelo da mais nova. E são os que elas sempre usam, ou pedem para usar. Mas estão bem novos e pouco usados. O roxo está separando, mas ainda consigo usar. E o verde, eu comprei pela curiosidade com a marca. Eu queria experimentar o esmalte da Dailus que é vegano e comprei a cor que eu achei mais bonita (e inusitada, fora do meu gosto). Também queria comprar uma da Vult, mas deixei para a próxima. E estes dois fechados eu imaginava dar de presente para familiares, mas a minha filha não deixou, implorou para deixar para ela usar e estou deixando na embalagem até que ela peça para eu abrir, ou vou acabar dando de presente. 

Por fim, ainda tenho estes outros itens que complementam a esmaltação: um removedor de esmaltes, o óleo secante extrabrilho, o óleo de banana (que eu esqueci de fotografar), muitos palitinhos, lixa, algodão, alicate de cutícula e esta cera para as unhas e cutículas (que eu também esqueci). Para as meninas ainda tenho alguns adesivos com personagens infantis que às vezes usamos. Ainda tenho alguns, mas não muitos. Não encontro para vender, mas ainda bem que ainda tenho para bastante tempo. Este pote de esmalte infantil sai com água, mas eu não gostei muito. Por mais que dê trabalho pintar as unhas das meninas, ainda acho melhor do que usar este infantil.

Sinceramente falando, é completamente bizarro o tanto que eu tenho e certamente levarei uma vida toda para terminar alguns deles. Estou muito longe de poder chamar de coleção minimalista, mas assim como os perfumes, vou fazer um registro para poder voltar a comentar daqui a um ano e ver se consegui reduzir um pouco que seja.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

Quantos livros não lidos você tem na estante?

 Como uma pessoa exagerada e apegada que resiste em se entregar no minimalismo, eu estou, faz alguns anos, controlando as compras mas acumulando livros não lidos na estante.

Quando eu lembro de publicar o balanço do mês, eu vou colocando alguns balanços com as metas e inclusive algumas contagens que eu tenho. Mas um valor que nunca está aparente e que numa conversa colocaram como sendo relevante é a quantidade de livros não lidos.
Por que livros que eu quero ler são muitos, lista de livros desejados é talvez maior ainda; mas livros que eu tenho e não lidos também é uma lista grande, que eu gostaria que fossem menos de 100, ou pelo menos a metade do meu total de livros. Você imagina quanto seja isso?
Agora é o momento da vergonha. Eu tenho por volta de 500 livros. Varia mês a mês mais por conta de trocas, eventualmente alguns presentes, do que por conta de compras. Mas eu tenho muitos livros infantis não cadastrados e/ou livros que eu eventualmente compro para as meninas e posso não ter cadastrado. Então dizer que eu tenho 500 livros é bem perto da verdade.
Destes 500, um pouco mais de 100 livros eu já li. E este também é um valor que varia bastante porque muitos dos livros que eu leio depois coloco para troca e o que eu recebo em troca demoro muito para ler. Mesmo que leia uns 30 livros por ano, o total de livros lidos nos últimos 3 anos variou entre 96 e 108. Então acredito que dizer que eu tenho 100 livros lidos em casa é bem perto da verdade.
O resultado agora está claro: eu tenho cerca de 400 livros não lidos em casa. 
É aceitável?
Entendo que não. Eu tenho até vergonha disso. Principalmente porque eu vejo que eu leio bastante coisa e vou me desfazendo, compro bem pouco, mas continuo na mesma.

Como todo ano eu me proponho novas metas, em 2022 começarei a olhar com mais fervor para este indicador. Não quero que continue sendo tão alto e está na hora de começar a diminuir. 
Vou controlar melhor este total. A minha intenção era reduzir a minha lista de espera primeiro e depois tentar reduzir as minhas metas bizarras. Como continuo fazendo trocas, tinha esperança de só focar em reduzir isso depois. Mas eu avanço muito devagar nas minhas metas e estou sempre longe de cumprir os meus desafios. Não vou conseguir fazer avanço significativo até terminar a próxima meta, mas vou informar nos balanços o meu total de livros não lidos e ano que vem passarei a focar para reduzir esta meta.
Reforçando enquanto não publico os balanços atrasados, o ponto de partida está em 358 livros não lidos pela minha contagem. Ao longo do ano, além dos livros lidos, e os livros recebidos em trocas, posso ter que cadastrar livros que eu havia esquecido, e somar na contagem. Então é provável que fique o ano todo igual, pouco maior ou pouco menor.
As minhas metas bizarras estão descontroladas (por isso são bizarras). E longe de conseguir um bom resultado. Mas eu acredito ser possível mudar este cenário em alguns anos.

sábado, 25 de julho de 2020

Minhas Metas Bizarras que eu Nunca Alcanço - Parte 2

Nos últimos anos, além de diminuir a quantidade de cursos que eu faço, passei a ter apenas apostilas digitais, sem a necessidade de armazenar. Só que essas em papel têm algumas anotações que eu gostaria de manter.

Eu não esperava chegar a este ponto, mas vai ser interessante mostrar qual é o tamanho do monstro que eu quero terminar. A pilha de apostilas que eu acumulei em cerca de 10 anos de atividade profissional no mesmo lugar quase chega na altura da divisória. Já deixei embaixo da mesa por um tempo mas precisei voltar para cima.

Ano passado, além de alguns papéis de anotações consegui descartar cerca de 6 apostilas. Digitei o que não achei, juntei com as minhas anotações, salvei num diretório de cursos, com o nome do curso e o nome da apostila, separei as folhas que podem ser utilizadas para rascunho e as demais rasguei e joguei. O espiral e as capas guardei para reaproveitar em outros projetos. Algumas apostilas têm grampos.

Considerando o tanto de tarefas que eu tenho para realizar, as apostilas não são prioridade, mas facilitaria muito a minha vida se eu tivesse menos coisa para guardar. O outro ponto, é que fica muito mais fácil consultar quando o arquivo é eletrônico. 

Eu estabeleci como meta descartar uma apostila por mês, mas em 2018 descartei 3 e em 2019 umas 4. Considerando as encadernações ainda faltam cerca de 40. Neste ritmo, vou precisar de cerca de 10 anos. A informação destes cursos passa a ser ultrapassada em 10 anos, vale apenas para consulta histórica. E meio que é o que eu estou fazendo mesmo, arquivando para consulta histórica só. Não tem confiabilidade nenhuma como fonte de dados.

Esta é mais uma meta bizarra porque eu não tenho a menos expectativa de terminar. Demorei uns 4 anos para tomar coragem para começar, mas sequer consegui baixar a pilha para que pareça menor. Todo mundo que olha acredita que ela está crescendo. E a minha mesa de trabalho está diminuindo. Se eu não resolver logo vou ter que levar para casa, onde eu tenho ainda menos espaço para isso e mais um tanto de apostila para fazer a mesma coisa. Materiais de consulta da graduação e da pós que eu acabo não consultando pela dificuldade de localizar a informação.

Vamos ver como avanço neste projeto. Espero em 2020 conseguir avançar o suficiente para acreditar que tenho chance de terminar. Esta meta também não é uma meta para um ano, mas tem um motivo, tem uma certa lógica, mas não tem a menor viabilidade de ser terminada.

As minhas metas bizarras não acabaram, ainda tenho mais.

terça-feira, 24 de março de 2020

Minhas Metas Bizarras que Eu Nunca Alcanço

Eu tenho infinitas metas que nunca consigo atingir. Lá no fundo, eu sei que é uma forma de tirar algumas coisas da minha cabeça, mas como eu me pego a outras, ainda não consegui me sentir mais leve. Será que um dia eu consigo acabar?

Uma meta que eu quero alcançar é eu posso contar mais facilmente que um dia eu alcanço é terminar de ler as edições kindle. Eu baixei muitos livros na época que esteve em vigor a campanha do kindle by samsung de 1 livro grátis por mês da seleção de 4 livros. Creio que eu usufruí por cerca de 1 ano e meio, não mais do que isso. Então devo ter baixado cerca de 15 a 18 livros. A maior parte deles eu não li. Então juntei todas as edições gratuitas que eu baixei nas várias promoções e quero terminar de ler, apagar os arquivos do celular e excluir o aplicativo. Porque por mais que eu goste da praticidade de ler no celular, eu prefiro ter menos este compromisso e menos esta funcionalidade. Já bastam os joguinhos que eu vim apagando nos últimos anos.
Só para terem noção, eu já não uso este celular, que a bateria não dura mais do que uma hora. Também está com um problema para acessar rede de dados, então deixei de usar, tirei o chip e só conecto no wi-fi. E como o aplicativo funciona off-line, consigo usar ainda para este fim. Além de apagar o aplicativo pretendo descartar o aparelho, bateria, cabos e etc.

Eu cheguei a fazer uma lista no caderno (uma das agendas). Mais uma das minhas listas de leitura. Na última contagem eu estava com 42 títulos, sendo alguns contos e vários em inglês. Algumas leituras são livros mais técnicos que eu prefiro fazer uma leitura mais lenta. Então pensei em fixar 2 leituras por mês e tentar ler sempre que tivesse um tempo livre. Mas como eu também queria atingir as outras metas e peguei alguns livros mais trabalhosos para ler, devo ter concluído 4 edições em 2019. Neste ritmo, eu vou precisar de 10 anos para acabar. Eu acho que o aparelho de celular não aguenta tanto tempo e se acaba antes. Então preciso tentar ler mais coisa este ano e terminar com os arquivos. A maioria deles é compatível com o aparelho kindle, mas alguns não. E estes que eu preciso terminar logo. Só que mesmo o meu kindle, não sei se a bateria dura tanto tempo, porque já está velhinho. 

E esta é a bizarrice da meta. Eu tenho um propósito, ela tem alguma lógica, mas não tem nada que propicie atingir a meta. Ainda outro dia eu estava navegando entre os livros grátis e baixei mais 3. 

Vamos torcer para conseguir avançar nesta meta em 2020. E no fim do ano venho contar o balanço. Em janeiro eu tive um bom avanço e terminei o que estava empacado. Agora preciso continuar avançando todos os meses. Se for bem nas outras metas também posso me programar para terminar alguma meta bizarra em 2021. O problemas é que essa não é a única. É só uma delas.