segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Sem pensar muito nas consequências

Eu comecei a encarar tantos desafios que não sabia o que iria sobrar de mim. Eu tinha como meta encerrar algumas coisas no carnaval, só não tinha me dado conta que o carnaval seria tão cedo.
Então, para terminar algumas etapas no carnaval, finalmente encarei todas as pilhas de roupas antes de viajar e estou perto de deixar o quarto da minha filha em ordem. Sem dúvida foi aqui que eu mais avancei.
Por conta destas arrumações no quarto, peguei mais algumas peças para costurar e espero acabar a pilha em breve. Ainda não sei se em seguida vou pegar as camisetas ou continuo com a marcação das roupas, mas certamente que agora vai ser mais rápido o avanço. E toda a seção de organização está indo muito bem.
Então na primeira semana do período eu fiz muita coisa e nas seguintes praticamente mais nada.
Não avancei mas também não regredi nos meus cuidados pessoais. Também não consegui realizar nenhum dos passeios listados.
Com os produtos que deviam ser consumidos tenho avançado bastante. Penso que alguns itens poderiam ser dados como concluídos, mas quero avançar um pouco mais.
As tarefas relacionadas a trabalho estão sendo empurradas com a barriga. Não é que eu não esteja fazendo, mas não tem me despertado interesse suficiente para eu me dedicar considerando o pouco tempo que tenho.
Eu estou começando a avançar na construção de imagens e fotos para usar no blog e estou concretizando algumas ideias que são mais a minha cara. Penso que não tem muito mais o que definir, mas estou fixando alguns temas que aos poucos vai me situando. Pelos marcadores estou organizando alguns assuntos e está ficando bem legal. Para mim, ao menos.
Nas minhas leituras, meu maior avanço foi nas leituras em inglês. Não tenho me dedicado muito e o feriado foi uma grande lascada. Errei a mão bastante.
Eu estou conseguindo manter as leituras de revistas em dia. E finalmente limpei os livros da mesa. Eu gostaria de enviar mais livros para troca, mas estou sentindo que as pessoas estão mais conservadoras, preocupadas com outras coisas que não procurar livros para trocar. Como não havia posto como meta trocar livros e as trocas pioram uma as metas, até que está bom, mas gostaria de deixar a estante mais arrumada.
Estou aos poucos retomando algumas atividades online procurando tutoriais então vou tentar fazer as montagens das fotos com os presentes de casamento para poder começar a montar o álbum. Ainda não dá pra dizer que eu comecei, mas estou perto disso. O que me falta é tempo.
Também estou retomando os vídeos com os capítulos da novela. Não sei se terei pique para terminar, mas procuro avançar um pouco.
Nos fins de semana, que são os dias mais produtivos, tive alguns compromissos que deixaram minhas metas meio paradas. Devo ter que fazer mais algumas adaptações na rotina para encaixar mais tarefas.
E então finalmente estou com menos da metade dos itens pendentes mas ainda com muita coisa para fazer e um prazo diminuindo cada vez mais.

Balanço Mensal do Projeto de Organização
Resumo do Décimo Nono mês
itens concluídos: 18
itens em andamento: 38
itens pendentes: 49
itens cancelados: 0

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Diário de Leitura - Resumo da Sétima e Oitava Semanas

Não sei explicar o que está acontecendo, mas dizendo em poucas palavras: não vai. Eu tenho a impressão que não fiz nada, mas também não li nada. E estou cada vez mais atrasada nas leituras. Não quero uma cobrança que me faça mal, apenas um incentivo. Então talvez sejam só os resumos cada vez menores que estarão por aqui. Entre 12 e 18 de fevereiro novamente não concluí nada, embora tenha passado um tempo normal lendo. E fiquei com vergonha de vir contar aqui só para contar isso.

O pior é que na semana 19 e 25 de fevereiro avancei um pouco e só concluí uma coisa.

A Hora das Bruxas II foi outra leitura que eu vinha adiando terminar. Infelizmente afastei muito da leitura do primeiro volume e me foi indicado terminar esta série antes de continuar as Crônicas Vampirescas que é a série que eu me propus a terminar em 2016. A história é muito densa, mas não foi isso que a deixou arrastada. São gerações da família Mayfair que insiste em se relacionar sempre dentro da família e por isso manifesta de forma reincidente casos de bruxaria com diferentes níveis de paranormalidade. A história da Rowan que trata este volume está mais focada nos dias de hoje e além do Lightner ainda temos o Michael. E a Rowan parece ser a maior bruxa de até então, a única capaz de abrir o portal. Mas inclusive entender o seu poder é bastante curioso. Novamente, assim como em A História do Ladrão de Corpos, achei que a Anne Rice colocou algumas coisas que não me agradaram, mas espero começar a ler o próximo volume logo para acabar a série e ter uma visão mais completa da história. Terminei em 22 de fevereiro e avaliei com 4 estrelas.

Ainda estou insistindo e avançando nas muitas outras leituras que estavam empacadas. Não está sendo fácil mas pretendo terminar mais alguma coisa ainda em fevereiro. Em março também começo a fazer as leituras de acordo com a escolha e para estas quero fazer resenha. Então não quero deixar muita coisa na lista para tentar dar conta ao menos a estas que têm data.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Capitães de Areia

Apesar de "Capitães de Areia" ser um livro bastante conhecido e muito lido, eu ainda não havia tido coragem de encarar nada de Jorge Amado. Eu lembro de ouvir alguém falando que "Jorge Amado nem era tudo isso, a emissora de televisão que gosta muito dele e fica promovendo como se fosse bom. Até para a Academia Brasileira de Letras o cara entrou por influência dela."
Filtrando o comentário, eu havia tentado ler Capitães de Areia em 2010 mas não consegui. Por algum motivo, o começo era muito diferente do que eu estava preparada para encarar e acabei deixando de lado.
Ultimamente, venho tentado fazer uma limpa nos livros e arquivos que tenho em casa e acabei pegando este para ler. Nem lembrava porque eu havia abandonado, mas foi bom, porque foi uma experiência completamente nova.
Capitães de Areia é a história de meninos abandonados, moradores das ruas que foram se unindo pelas ruas e passaram a atuar juntos, chegando em mais de cem no bando. Como meninos de rua, aplicam golpes e realizam furtos, a maioria pequenos, em Salvador. Existe todo um conflito de classes, uma realidade totalmente atual na maioria dos locais em que alguns estão procurando a fonte do problema e outros querem deixar tudo como está. 
Aparentemente, mudar de vida, ninguém quer. Não importa que as crianças tenham sido largadas, não importa que você não consiga consertar a vida de todas estas crianças, o problema não é da Polícia, o problema não é do reformatório, o problema não é a falta de assistência e o problema não é da Justiça. É tudo um grande processo de negação.
Aos poucos vamos nos apegando àquelas crianças e queremos poder entrar na história para salvar elas, mas não acredito que iria funcionar. As próprias crianças têm dificuldade de aceitar a possibilidade de mudança de vida. É tudo parte de um código de conduta entre os que são do bando e os que não são.
A narrativa não é rigorosamente cronológica, é mais um apanhado de pequenos contos com algumas passagens sobre a vida de alguns destes meninos. Claro que não dá para falar de todos.
Embora tenha algumas passagens mais realistas, por serem crianças e adolescentes entre seus 10 e 15 anos na maioria, teria sido muito proveitoso ler por volta desta idade. Claro que é muito diferente e talvez não dê para se colocar no lugar dos personagens, mas é uma forma de entender um pouco como funcionam.
Eu gostei muito da experiência, pretendo conhecer outras obras do autor e também reforço a importância de que este tipo de obra faça parte das leituras obrigatórias de vestibular.
Ainda estou com uma grande lista de leitura, não terei como resenhar todos, mas aos poucos a lista vêm diminuindo. Se quiserem sugerir alguma coisa...

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Quantos perfumes uma pessoa precisa ter?

Precisar, provavelmente de nenhum, mas como é um objeto cativante, eu acho válido usar.
Quando comecei a rever os meus perfumes eu tinha 10. E alguns são muito antigos. Ao menos eu já havia dado um que eu ganhei mas não gostei do cheiro (este bom senso eu já tinha!). Mas percebi que eu não tinha nenhum perfume para escolher de aniversário porque eu já tinha muitos e todos com os potes cheios. Claro que o cheiro se modifica com o tempo e tal. A proposta de rever era testar os que ainda dava para usar e gastar. E os demais, jogar fora. Uma dica é já passar para frente um perfume que não gostou do cheiro. Ele vai te irritar e você vai acabar não usando.

Depois da primeira limpa, foram estes da foto que sobraram. Ainda tinham mais dois que acabaram antes de eu pensar em fotografar. Acrescento alguns aspectos: os perfumes têm potes mais bonitos mas menores (em volume). E as colônias têm potes mais simples mas maiores.
Bom, a minha ideia agora é só escolher o próximo quando o atual acabar, mas qual a quantidade mínima que eu poderia ter sem considerar exagero?
Separei alguns mais fortes para usar para sair e os de cheiro mais suave para usar no dia a dia. Também aproveitei um vaporizador para colocar na bolsa e fui abastecendo com o perfume da vez. Uma dica é usar vaporizador para o perfume penetrar e espalhar melhor na pele.
Então meio que defini como aproximadamente dois: um forte e um fraco, ou um perfume e uma água de colônia. Se você sai pouco para ir em festas ou se não gosta de cheiro muito forte, pode pensar em um só, colônia. Mas como eu prefiro as colônias de bebê (desde os 15 anos uso desses de bebê) acabo usando também perfumes.
E eu não vou mais comprar perfume pelo frasco, nem experimentar amostra e nem procurar conhecer as novidades a não ser que o meu atual esteja acabando. E se eu ganhar vou tentar trocar por outra coisa.
Nesta imagem tenho duas colônias que devem demorar perto de 2 anos para acabarem no meu ritmo de uso quase que diário. E os perfumes devem demorar muito mais. Vou tentar gastar um por ano, do mais antigo para o mais novo (eu sei a ordem que ganhei/comprei).
Assim estou diminuindo até ficar com 2. Depois vou me controlar para só comprar quando acabar.
Tenho algumas poucas amostras de perfumes e miniaturas de brindes que eu levo em viagens. Como faz tempo que não ganho, espero terminar com elas e passar a carregar o pote com vaporizador.
E daqui eu vou traçando novas metas.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Armazenamento de Mantimentos em Uso

A maior parte dos alimentos que compramos não é consumida de uma vez, por isso armazenamos. Produtos como arroz, feijão, farinha, sal, açúcar, café e etc, mesmo que comprados na embalagem de tamanho mais adequado para o consumo, dificilmente não sobra para fazer depois. A partir da preferência de cada família, precisa decidir qual o tamanho do pote para armazenar cada coisa e o que manter armazenado.
Se você for procurar opções de potes, têm muitas. Recomendo os potes de fechamento herméticos ou de rosca que vedem muito bem para impedir a entrada de bichos. Outra opção é manter na geladeira, mas não gosto desta opção.
Uma dica muito boa é preferir as versões transparentes que dá pra ver rapidamente o que é e quanto tem.
Eu tenho dois conjuntos de potes da Sanremo como este da foto que eu acho ótimos, são transparentes, vedam bem e não ocupam muito espaço desnecessário. E eles funcionaram bem pra mim por mais de 10 anos, até eu perceber que não eram suficientes e que eu não tinha mais espaço no armário para colocar mais já que teria que colocar tudo em potes para acabar com os bichos.
Na busca de uma solução, eu percebi que alguns potes eu nunca enchia e que os potes quando empilhados ainda deixavam uns espaços que não cabia mais nada. E resolvi trocar todos os potes para os que me atendessem e tive outra longa saga para achar.
Nada contra potes redondos, mas veja bem, os armários são retangulares, então ocupo melhor os espaços com potes retangulares, ok? A maioria das opções de potes são de base redonda. Nunca reparam no formato dos armários de cozinha?
Outro dilema: preciso de potes de volumes diferentes, mas porque não os potes não podem ter a mesma dimensão da base e variar apenas o cumprimento para permitir empilhar desperdiçar os espaços em volta? Não entendo porque os fabricantes oferecem a oportunidade de conjuntos de potes que cabem uns dentro dos outros para guardar sendo que quando estão ocupado ocupam muito mais espaço.
Bom, para não dizer que não tem opções, achei alguns bem legais. Tem uns da Brinox de acrílico com fecho hermético como este da foto, mas que são muito caros. Acabei comprando apenas alguns pela internet no tamanho menor (1 litro de volume) e combinei com outros do supermercado Extra da marca Finlanken que tem a mesma dimensão da base mas a altura maior (1,4 litro de volume. Consigo mantê-los empilhados embora de dimensões diferentes sem ocupar muito espaço.
A maioria das pessoas gosta destes produtos de armazenagem da Tupperware que não sai de linha. Eu ainda tenho um destes, mas não pretendo manter. Também tem outra linha de armazenagem da Tupperware do estilo deste de tampa amarela. Apesar de serem cilíndricos, vedam bem e têm a facilidade de serem empilháveis ocupando pouco espaço. Resolvi que era uma boa opção para colocar na frente sem ocultar os potes de trás, aproveitando o espaço que sobra. Neste modelo, gostei dos de volume próximo de 500 ml, só que os da Tupperware já estão fora de catálogo e não consegui comprar: antes de saber quantos de quais volumes eu precisaria já não tinha para vender. Acabei ficando com uns poucos que ganhei mesmo e resolvi completar com alguns de outra marca.
E por fim, achei uma linha de potes de rosca da Sanremo que tem os modulares compridos de base redonda. Por enquanto só estou com o de macarrão com tampa vermelha ao lado que eu adorei. Ainda quero comprar mais 3 do tamanho deste de tampa amarela para terminar de organizar esta parte da despensa.
Eu não cheguei a fotografar antes, mas além dos potes, eu tinha várias caixas e saquinhos com pregadores ocupando duas prateleiras suspensas acima da pia.
Este projeto de organização começou com o dilema para acabar com os carunchos em dezembro de 2014, primeiro reduzi a quantidade de produtos armazenados e depois procurei e comprei os potes que precisava para manter todos os produtos que acho importante ter em casa.
Foi um esforço grande para conhecer meu padrão de alimentação e não comprar comida para depois jogar fora.
Não me desfiz de todos os potes que tinha, já que todos são muito bons. Dei alguns, substituí por outros e joguei fora uns poucos. Nesta foto de janeiro de 2016, está bem perto do que eu espero ser a versão definitiva. Ainda vou me desfazer deste pote de leite e de um dos potes de sal embaixo. Em cima, os potes pequenos de temperos vão sumir e tem mais algumas coisas que estão na despensa e vão vir para esta parte do armário. Qualquer outro alimento que eu comprar não será em embalagem de mais de 500 g. Então vou usar os potes que ainda não comprei.
Antes eu não via muito bem onde as coisas estavam e também não tinha mais espaço para colocar os potes, então deixava improvisado em saquinhos. Por falta de espaços, colocava produtos semelhantes em lugares diferentes a ponto de ter dois potes de sal grosso. Eu agora consigo ver tudo o que eu tenho e acesso mesmo os potes de trás já que os da frente não encobrem. Agora tenho muito mais espaço, meu armário está organizado, todos os alimentos abertos estão em potes e não encontro mais bichos. Esta foi a melhor parte de tudo isso.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Diário de Leitura - Resumo da Sexta Semana

E então pela primeira vez aconteceu de eu passar uma semana inteira lendo de tudo um pouco e não terminando nada. Nem quando estive travada sem conseguir ler o resultado havia sido tão terrível. Eu tenho anotado todas as leituras que fiz entre 5 e 11 de fevereiro e vou listar só para não parecer uma completa mentirosa: Li Tess D'Urbevilles (por volta de 28 páginas), Aircraft Flying Handbook (44 páginas) que são em inglês e estavam há muito parados. Também são livros grossos.
Li um pouco de Irmãos Karamázov (26 páginas), A Hora das Bruxas II (54 páginas) e A Bicicleta Azul (22 páginas), todos livros com mais de 450 páginas.
O total desta conta está com pouco mais de 170 o que ainda é pouco. Mas entre feriado, festas e tudo o que me aconteceu, está bom.
Eu assisti muitos vídeos no youtube, joguei muito freecell e também li revistas. Mas livros não li o suficiente para valer o resumo.
A próxima semana promete um resultado bem melhor.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Minimalismo

Cada vez mais eu tenho certeza de que é nesta frente que eu vou precisar investir. Eu não sei porque tem gente que não se incomoda, mas eu sempre recebi muita reclamação daqueles acúmulos de coisas que não querem dizer nada. Desde que eu fiz a lista de 101 itens coloquei como parte central da lista os itens de organização que em grande parte significam dar um fim no que está acumulando.
No começo eu nem sabia direito onde eu iria chegar com aquelas metas. E no fim, descobri que eu conseguia desapegar de muita coisa.
Um exemplo é que a primeira coisa que eu fiz quando resolvi inventariar os cremes hidratantes foi jogar todas as embalagens de produtos retornáveis fora. E isso me permitiu voltar a ver o fundo do armário.
Também descobri que para esvaziar o armário, ter poucas coisas e nada vencido, não adianta eu mexer apenas nos cremes hidratantes, tem mais coisa: maquiagem, óleos, algodão, esmalte, produtos para o cabelo...
Acabei descobrindo ainda mais um item que eu tenho em excesso: bijuterias. Mas o primeiro passo é separar o que eu usaria e o que eu sei que não vou usar. 
Depois que fiz uma grande limpa no meu guarda-roupa, restaram duas seções que eu não fiz a limpeza: camisetas e roupas de ginástica e roupas de baixo. Foram desafios que eu não estava pronta para encarar. Até as camisas eu consegui.
Na sala ainda preciso encarar duas arrumações na papelada. Mas felizmente eu consegui encarar um grande desafio: já não compro mais estes itens de papelaria como comprava antes.
Ao que parece, eu tive um período da minha vida que gastei muito tempo e dinheiro comprando coisas em promoção ou adquirindo coisas que eu sempre quis, sem perceber que não significavam mais nada para mim. Ainda me pego procurando coisas para comprar ao invés de perceber que eu não preciso comprar nada. E eu compro coisas que provavelmente eu não preciso, tipo livros... Isso ainda é reflexo de outras coisas mal resolvidas comigo mesma. Quanto mais passamos por uma análise de auto-conhecimento isso tende a desaparecer.
E todo este processo significa que eu ainda vivo com muitos excessos, estou me desapegando aos poucos mas principalmente estou tentando ensinar valores saudáveis para minha filha lidar com a posse das coisas. Para ela é muito claro que eu só vou comprar roupas, brinquedos, alimentos para o lanche e coisas que ela gosta, quando estivermos precisando. E aos poucos tenho feito ela entender que algumas coisas que ela não aproveita mais podemos dar para outras crianças. Fiz ela conhecer o neném que recebe as coisas que não cabem mais nela e não rolou ciúmes. Também fizemos ela separar alguns brinquedos para doar. E aos poucos tenho tentado facilitar este desapego que eu não tenho tanto.
Meu objetivo não é ter uma vida frugal, mas apenas não ter acúmulos desnecessários.
Gostaria de poder resumir em pequenos projetos, mas seria muito parecido com as minhas metas listadas.
Alguns itens são simples: eu consumo e não volto a comprar. Parte da arrumação que eu fiz na cozinha requereu adquirir novos potes e descartar outros velhos. Neste caso preciso ter alguém para quem passar. Mas livros por exemplo, tenho tentado fazer trocas pela internet tipo 2 x 1 e depois passar pra frente. Fiz doações a bibliotecas e escolas. Os arquivos digitais também tenho tentado apagar os repetidos. No próximo backup preciso fazer uma grande limpa. Em alguns casos não sei bem o que fazer. Espero conseguir encontrar soluções.
Uma coisa que é muito importante para esta prática são as fotos. Vou tentar encarar isso melhor.
Pretendo usar este marcador para todas as vezes que vier comentar uma vitória ou talvez remoer alguma derrota em desapegar com algum excesso.