segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

Os Perfumes de 2022

Tem pelo menos 3 anos que eu tento vir contar como estão os meus perfumes, se estou comprando mais do que estou usando, se eles estão diminuindo para o meu quantitativo ideal e acabo adiando por conta da foto. Queria que a foto repetisse exatamente como estava a anterior para poder comparar bem.
Apenas retomando então a foto de 2018, eu estava terminando o perfume número 2 da foto e eventualmente usava o de número 4. Não vou contar muito sobre eles, mas são os que eu tinha. Contei quando terminei com o 2 e quando o 4 se quebrou. Pois é, eu terminei com um só desde então. Mas o 4, pela foto dá pra ver que eu tinha usado pouco. Quando quebrou estava quase na metade, o que eu considero um avanço e tanto.
E desde então eu estou usando os dois perfumes mais antigos que eu tenho: este rosa grande de número 6 e o 212, de número 10, deitado na parte central da foto. Ainda falando sobre o uso, não tive muito avanço neste perfume rosa grande. Comparado com a foto anterior, reduziu 2 dedos. Para algumas pessoas esse é o uso de um mês. Mas considerando que não tem borrifador, acho que está bom. O cheiro não dura muito tempo e eu não consigo passar muito. Então o que geralmente acontece é eu ficar muitos dias sem usar. E estou tranquila com isso. Tem pelo menos 2 anos que pouco uso de todos os meus produtos, não apenas perfumes. E o perfume de número 10 eu optei por usar quando tenho algum compromisso, que preciso me arrumar mais, nos fins de semana. E como ele tem jato spray já reduziu um pouco do conteúdo, embora pelas fotos eu não perceba nenhuma diferença.

Agora comentando sobre a famigerada foto. Além de ter usado pouco, adquiri muito mais. O perfume 17 e todas as amostras novas eu ganhei, não paguei nada por elas. Mas o 18 e o 19 eu escolhi comprar.
Pensando em minimalismo, parece que eu perdi a mão: ao invés de reduzir, estou aumentando. Concordo, estou aumentando. Mas tem uma coisa importante que precisa ser falada. Eu estou usando pouco perfume agora e leva um tempo até eu mudar a rotina e equilibrar a quantidade que eu tenho com o que eu uso. Comprar 3 perfumes em 3 anos não é tanto assim, já que é praticamente um por ano. E eu tive o cuidado de escolher apenas as versões menores, mesmo não sendo as mais baratas, para ficar adequado ao tanto que eu uso em 1 ano. E mesmo assim, só comprei quando entrou em promoção com pelo menos 30% de desconto.
Outro aspecto controverso do minimalismo que pouca gente entende o que é o correto (não tem certo nem errado, só o que funciona melhor para cada um) é a questão de acabar com os excessos. Na maioria das vezes, as pessoas reduzem o que têm com o descarte. Sim, jogar fora sem usar. Esse discurso de que passa para outra pessoa é muito bom, mas a verdade é que esses são só uma pequena parte. E mesmo assim, muitas pessoas que aceitam estes objetos usados acabam por descartar. Nada contra quem faça desta forma, tem sua relevância, mas é importante entender que este desapego dificulta que você dê a devida importância em adquirir. O consumo consciente. Então seria muito fácil eu simplesmente descartar o que eu não estou usando e não comprar nada, mesmo quando eu tenho vontade. Mas eu pretendo usar todos estes em algum momento da minha vida. E mesmo mudando um pouco o cheiro, nem todos chegam a ficar ruins para uso. Se ficar, eu jogo fora. 

Vou fazer pequeno adendo com os produtos das crianças. Por que eu achava que a quantidade de produtos delas era irrisório, apenas 2. Mas ao longo do ano, apesar de ter usado um pouco de um deles, que já é um produto antigo, eu não esperava que acabasse nada. Só que ganhou dois novos frascos em 2019 e depois eu resolvi comprar mais um. Não cobro nem tenho expectativas de que elas terminem algum produto, mas vou colocar para meu controle pessoal, principalmente quando estiver com vontade de comprar alguma coisa.

domingo, 15 de janeiro de 2023

Menos Café, por favor!

 Um tempo atrás eu assisti um vídeo em inglês com uma crítica ao consumo do café e esse vídeo mexeu comigo. Não que eu concorde com o vídeo, inclusive bastante sarcástico, ou com a pessoa que compartilhou o vídeo da forma que chegou para mim.

Existe um viés cultural muito forte no tomar café. A primeira refeição do dia no Brasil chama café-da-manhã. Uma pausa no dia de trabalho é uma parada para um cafezinho (coffee break). E país grande produtor de café desde muito tempo, o café é sinônimo de riqueza, felicidade, raiz e pátria, dependendo de que lado você olhe. As crianças, desde pequenas começam tomando seu café com leite (ou pingado para quem é de SP), passam a consumir o café puro como um marco para a vida adulta. Talvez seu mundo seja diferente do meu, mas eu vi e vejo tudo isso o tempo todo.

Voltando ao vídeo, tendo todas estas referências por trás e sabendo que o vídeo era uma crítica às cafeterias americanas, tipo starbucks e tantas outras que existem por lá e são igualmente famosas, fiquei espantada como o café se tornou uma desculpa para o consumo de supérfluos. As pessoas se identificam como fãs de starbucks (ou mcdonalds, etc), viciados em café (ou cafeína, refrigerante de cola, açúcar, batata frita, etc) como se fosse algo positivo, elogiável. E indiretamente reforçam este hábito nos vídeos, filmes, fotos, comentários em redes sociais... Se você não acompanha para um cafezinho, você é anti-social.

Eu vivi este "isolamento" durante as gestações. Não é algo que seja proibido, mas recomendado. Em grande parte do tempo passei a consumir apenas o café descafeinado. E ficar completamente sem o café me fez ter dores de cabeça. Quem fica feliz de saber que um "alimento" torna tão grande a dependência a ponto de você sentir dor?


Eu virei adepta do café quando eu parei de tomar leite, aos 16 anos. O leite me faz mal, não é intolerância a lactose porque o leite de soja também me faz mal. E foi como eu consegui viver até então.

Não serei militante para convencer as pessoas a não tomar café. Mas recomendo que considerem com um pouco menos de paixão o quanto vale a pena, mesmo gostando de tomar café, continuar o consumo exagerado de café a ponto de tornar-se dependente.

Apenas comentando o meu exemplo, resolvi reduzir o consumo de café. Não dá pra tirar bruscamente este hábito tão enraizado no brasileiro. Em 2022 passei a tomar café apenas uma vez por dia, pela manhã. Substituí pelo chá no "café da tarde". Eventualmente, quando saio, estou na casa de outras pessoas, até tomo um café à tarde. Mas algumas vezes eu troco por um chocolate ou um chá.

Depois de alguns meses, optei por tirar também o café dos fins de semana, tomando apenas pela manhã de segunda a sexta. E funcionou bem, mas eu ainda queria reduzir mais. Em novembro passei a tomar café em dias alternados, substituindo pelo suco ou chá nos demais dias. E funcionou melhor ainda. Eventualmente sinto falta de café, mas é cada vez menos. Não tive mais dor de cabeça pela abstinência porque dei tempo para o meu corpo se acostumar em cada redução do consumo. Já não sinto a menor falta depois do almoço, mas em alguns dias sinto sono (porque a minha rotina de sono ainda não está boa).

Não estou com pressa para avançar numa etapa de não ter café em casa, mas admito que esta é uma possibilidade. 

Daqui a algum tempo, talvez ano que vem, eu tentarei reduzir ainda mais o café, até conseguir tomar só de vez em quando.

sábado, 14 de janeiro de 2023

Fontana

 De novo, entramos naquelas perguntas existenciais para as quais eu não tenho a resposta. Porque a segunda prova é novamente na Califórnia? Não sei. Como em todo calendário de provas que depende do tempo (condições climáticas), nem todos os autódromos possuem iluminação artificial, etc... Vários critérios são considerados na definição do calendário. E a logística não é um deles. 

A sede da Nascar é em Charlotte (NC) e a maioria dos circuitos "originais" são nos estados do sul dos Estados Unidos. Às vezes aparece uma prova fora dos Estados Unidos, no Canadá, mas não na categoria principal. Já houve situações da Nascar promover provas em outros lugares, mas não é frequente. E são 36 provas no campeonato, alguns autódromos repetem, alguns estados possuem mais de um autódromo, então tenham em mente que nem de longe todos os estados estão representados.

Esta segunda prova que vale ponto para o campeonato então ocorre num circuito conhecido como Auto Club e fica também na Califórnia, na cidade de Fontana. Muitos pilotos da atualidade são da Califórnia, os comentaristas oficiais de Nascar comentam que em grande parte se deve ao Jeff Gordon, que conquistou muitos fãs e abriu as portas para outros californianos. E assim como surgem outros pilotos naquela região, surgem novas pistas.

Voltando para a prova em 2022, um dos favoritos era Denny Hamlin, o vencedor da primeira prova do ano Austin Cindric que largou na frente e os de sempre. Erik Jones chamou a atenção por uma boa posição de largada e tomou a frente na largada, mas ninguém chegou a considerar ele como um favorito, era mais um azarão (underdog).

Diferente das provas em superspeedway, os carros não costumam ficar muito próximos, logo formam uma linha preferencial na parte externa próximo ao muro, mas fazem o movimento para baixo para conseguir a ultrapassagem. É uma das pistas mais largas, comporta cinco carros lado a lado com certa segurança e por isso os pilotos tomam vantagem quando usam a trajetória mais curta da parte interna da pista, ainda que percam velocidade se não se aproveitarem da inclinação da parte externa.

Mas essa prova ainda mostrou outra coisa, esse novo carro é mais estável quanto a pressão lateral que o carro do ano passado, mas justamente por ser diferente, quando os pilotos estão agrupados, o comportamento é "desconhecido". Longe de dizer que não é um carro melhor, mas eu senti a insegurança em tentar determinadas manobras que teriam sido realizadas sem pensar em anos anteriores. Problemas de aquecimento jogaram alguns carros para trás e raspadas no muro também.

E de novo o mais marcante não foi algo na pista, mas no rádio. Kyle Larson jogou o carro em cima do Chase Elliott para evitar uma ultrapassagem, disse ele no rádio que não viu quem era. Mas desde 2020 a Hendrick era a única equipe que tinha um ambiente amigável entre os companheiros de equipe e o Elliott ficou nervoso. Seja como for, foi uma péssima corrida para o Elliott, começo de temporada ruim, muita expectativa e muita cobrança para um desempenho mediano. Depois dos toques no muro ele parecia receoso de guiar, evitando acelerar demais. Se ele não se resolver, Larson vai ficar com o título fácil.

A vitória ficou com o Larson, sem maiores incidentes, e um campeonato com novos competidores (contenders). Os favoritos parecem estar sem sorte ou perderam a mão. Os críticos especializados comentam que o carro novo é mais fácil de adaptar para os pilotos mais novos, ou com menos tempo para se viciar nos trejeitos do carro anterior. Talvez por isso os favoritos não estejam tão bem. 

Por enquanto, só quem anunciou aposentadoria na próxima temporada foi o Almirola. Mas tem outros que estão repensando a decisão.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2023

Terminados em Outubro 2021

Tentando manter algum registro, mesmo com o ano no fim não vou poder fazer uma retrospectiva aceitável. Em relação a metas, estou focando mais nas metas de anos anteriores, os produtos que sobraram, do que olhando para os que eu pretendia usar em 2021.

Produtos Terminados:

A foto ficou escura, mas vou falar um pouco sobre cada produto.
O creme para pentear é de tamanho normal (regular), comprei numa loja de produtos baratos e não tenho muito a contar. O cheiro é bem suave, mas o produto é ok. Por conta disso, estou preferindo comprar produtos mais baratos, desde que o cheiro não me incomode.
Os dois potes pequenos são miniaturas condicionador de hotel que ainda estavam perdidos na gaveta. A minha estratégia tem sido usar um bom shampoo com condicionadores genéricos para acabar com estas miniaturas. Se eu achar uma miniatura de shampoo, vou usar com um condicionador melhor, ou um creme de hidratação para preservar melhor o cabelo e não virar uma palha. Agora que não uso mais tintura posso me dar ao luxo de escolher menos os produtos e conseguir me adaptar a produtos mais baratos.
E os envelopes de creme hidratante devem ser os últimos, já não tenho a gaveta lotada como tinha antes. Nem tenho muito o que falar, ganhei de brinde nas revistas algumas amostras, mas demorei tanto para usar que alguns já saíram de catálogo. Os cremes da Natura costumam ser bem suaves e marcantes. Então dificilmente vou chegar a comprar algum destes quando tiver diminuído o meu estoque infinito. E as amostras não contam na minha expectativa de terminar 3 para poder comprar 1.

Andamento das Metas:
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Produtos Novos:
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Eu lembro que fiz algumas compras durante o ano, provavelmente teve um pedido por esta época, mas não consegui rastrear o pedido no meu histórico. Em grande parte foram produtos para as meninas, então quando for possível fazer inventário eu mostro tudo o que é novo por aqui. Do que eu tinha em casa e vinha usando, ainda tenho bastante coisa, algumas perto de terminar. Mas nem sempre consigo juntar um pouco em cada mês.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2023

Resumo da Quarta Semana 2022

 Eu deveria estar fazendo 30 Dias de Tartaruga, mas pelo visto vai ficar para outra época. Continuo conseguindo ler e avançar em algumas leituras, mas não exatamente no que eu gostaria de estar avançando. Muita coisa ficou para terminar nesta última semana "completa". Entre 22 e 28 de janeiro consegui terminar algumas leituras.

A Seleção. Enfim eu iniciei outra série, antes mesmo de ter terminado a série anterior. Mas estou com bastante tempo, então estou preferindo intercalar uma leitura de cada série para me manter motivada. Ainda não cheguei ao ponto de ter que intercalar um capítulo de cada livro, mas pode ser o próximo passo. Finalmente comecei a entender o triângulo Aspen x América x Maxon. E eu achava que seria parecido com Gale x Katniss x Peeta. Mas eles são diferentes. E América é mais inocente e imatura que Katniss (embora Katniss tenha sido muito ingênua). O ritmo com que mostram as concorrentes a princesa e as primeiras eliminações foram esquisitas. Não tem uma razão sensata para as escolhas que foram feitas. Mas sinto que vou conseguir ler rápido os demais volumes desta série. Terminei de ler em 22 de janeiro e avaliei com 3 estrelas.

Diário de um Bárbaro Covarde. Este era um dos livros que foi para a pilha de doação da minha filha. É um exemplar de capa dura, baseado no jogo Clash of Clans. O personagem é aquele tipo de herói por acidente. Ainda por cima preguiçoso e covarde. E todo mundo pensa isso dele. Até que não sobre mais ninguém para salvar a vila. Aparentemente é só o primeiro volume, e os demais personagens principais do jogo também receberam suas homenagens nestes histórias curtas. Mas não encontrei nenhuma informação sobre o lançamento dos demais livros. Este mesmo, inclusive, eu comprei em um saldo de livros das Lojas Americanas. E também por isso foi escolhido para doação. Não tenho como manter todos os livros que tenho em casa, então todo ano separo alguns para doação. Li em 25 de janeiro e avaliei com 4 estrelas. Livros infantis em geral eu avalio um pouco melhor (ou sou menos exigente) porque considero as expectativas de uma criança e, na maioria das vezes, elas são mais fáceis de agradar.

Redimida. Foi difícil avançar neste último volume, me forcei a intercalar com outras leituras, mas consegui finalmente terminar. Os livros complementares fizeram toda diferença na minha percepção sobre esta série nesta leitura final. Continuo achando exagerada a quantidade de volumes (e o preço de cada um), mas a história só ficou completa agora e pouca coisa poderia ser cortado. 10 anos atrás, na época do furor desta série, eu já não era adolescente e, por isso, não consegui me conectar realmente. Gostei de ter terminado, mas não acho que valeu todo o furor que teve. E nem achei tão chata como tanta gente diz que foi. A proposta eram os volumes evoluírem como os personagens e a experiência de leitura passa de um livro adolescente para um jovem adulto. Mas acho que o momento e as transições foram mal calculados. O intervalo entre o lançamento dos livros fez com que os adolescentes que começaram a ler se tornaram adultos antes dos personagens. Por isso a série não deu tão certo. Terminei de ler em 27 de janeiro e avaliei com 4 estrelas. Provavelmente a maior nota de todos os volumes da série.

A Elite. E com o fim da leitura de House of Night, a continuação da leitura de A Seleção foi muito fácil. Eu li em praticamente um dia. E o livro é bem romance no sentido de história de amor, mas neste volume tentou-se colocar mais assuntos de política e intrigas. Boa parte do que aconteceu, além das rotinas no salão das mulheres, ocorreu nos alojamentos fugindo dos rebeldes. De novo, o que é mais estranho para mim é o esforço por fazer parecer que todas as candidatas são importantes, sendo que algumas mal aparecem em todos os contextos. Não existe nenhuma dificuldade em acreditar que América vai ser a escolhida. Mas fiquei presa na leitura e tive ímpeto de partir para o próximo imediatamente. Terminei de ler em 27 de janeiro.

Não foram tantas leituras como na semana anterior. E juntou eu ter menos tempo com leituras mais longas. Continuo tentando terminar de ler A Revolta do Atlas, que deveria ter lido em outubro, mas estou conseguindo avançar. Vou tentar terminar este mês, mas vou ter que abrir mão de outras leituras. Continuo animada. Terminei uma das metas atrasadas do ano passado. Só quero manter este ritmo por mais tempo e continuar com muitas leituras este ano. Minhas metas estão audaciosas.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2023

Os Materiais de Escritório em 2021

Diferente de 2020, como estamos usando muita coisa em casa, senti a necessidade de comprar materiais para completar o que já tinha ou repor o que acabou. Comprei realmente muita coisa, mas estamos usando muitos materiais também.
Ainda guardo a maior parte das embalagens que eu recebo com os livros, mas também precisei enviar muita coisa. E o que eu pretendia era diminuir o espaço que armazeno estes materiais. Como meu plástico bolha está acabando, corro o risco de ter de comprar mais em breve. Mas plástico, papelão e envelopes tenho em quantidade suficiente.
Acabamos descartando a impressora que tínhamos em casa, então não temos mais necessidade de muitos papéis. Dificilmente precisarei comprar mais.
Com a mudança do escritório precisei rever tudo o que eu tenho. Apesar de não ter conseguido descartar nada, coloquei em uso e me sinto motivada em usar o que eu tenho, que está tudo à mão.
A mais nova terminou o primeiro livro de colorir, mas está radiante com os materiais novos que ganhou.
Dos lápis do estojo que as meninas usam, estamos com muitos bem pequenos. Mas ainda não precisei pegar nenhum que estivesse guardado para colocar em uso. O que eu preciso fazer muitas vezes é pegar todos para apontar, que vão ficando sem ponta e elas não usam.
O mesmo para os gizes. Acredito que acabamos com os toquinhos de um branco, um amarelo, um marrom e um salmão. Mas não precisamos de reposição.
As massinhas e tinta guache fui eu que desanimou em pegar para usar com as meninas. Usar giz e lápis faz bem menos sujeira. 
De um modo geral, entre o que eu comprei e o que as meninas ganharam ficamos com bem mais coisa. Mas eu consigo controlar durante o ano, na compra de material escolar e nas reposições de material quando vem projetos para fazer em casa ou tarefas. 
Das atividades da escola realizadas em casa, gastamos os lápis que já estavam em uso e as canetinhas. O único produto que eu não sei dimensionar para ter reserva em casa e acabo tendo que sair para comprar é a cola líquida. Acredito que comprei uma no começo do ano e depois comprei mais uma.
Finalizando com os meus materiais, apesar de ter usado muitos papéis de rascunho, a pilha aumenta mais rápido do que consigo gastar.
Terminei com a caneta que eu vinha usando mais intensamente e, ao invés de pegar alguma das outras que já estavam gastas e falhavam peguei uma nova. Deixei um estojo com estes materiais para eu tentar usar mas acabei nem pegando. Reconheço que tenho muita coisa.
Também peguei para aproveitar os materiais das meninas que as professoras mandam descartar e fiquei com algumas borrachas a mais no estojo. Terminei com uma. E o lápis que peguei reduzi de tamanho mas não consegui acabar.
E por fim, a agenda que eu vinha usando, está com muito menos páginas, perto de ser descartada. Devo usar só alguns meses de 2022 e termino. Tive até que passar umas listas a limpo e também estou usando papéis de rascunho para algumas anotações que antes estavam na agenda. 

terça-feira, 10 de janeiro de 2023

Sobre... Revista "Pais & Filhos" edição fevereiro/18

Pior do que publicar atrasado, é demorar tanto tempo para comentar a revista de anos atrás. Vou tentar fazer ainda mais rápido, só para aproveitar o material que já recebi e está parado em casa antes de virar recorte das atividades da escola.

O tema da edição de fevereiro é carnaval. E tudo o que isso implica na vida de pais com crianças pequenas. 
A seção sobre respostas do médico foram feitas muitas perguntas sobre protetores solares que você tem a resposta no rótulo do produto e o médico pacientemente informou a resposta. Mas algumas perguntas pertinentes sobre o tipo de protetor solar (creme, gel ou aerossol) poderia ser melhor trabalhado, assim como as roupas com fator de proteção solar.
Outro editorial que teve sobre a rotina de um pai que é piloto de avião e não consegue ter uma rotina de trabalho que combine com a rotina dos filhos e, apesar de estar parte do tempo ausente, nos momentos em que está presente são longos fins de semana.
Na edição anterior eu já reclamei pela escolha de itens mais caros como sinônimo de estilo das "mini celebridades". E desta vez, escolheram uma celebridade internacional, North West, uma das Kardashian e o padrão dos produtos foi condizente com o histórico familiar.
Escolheram acompanhar a rotina de uma mãe que assumir a maternidade em tempo integral ao se mudar para Nova Iorque. E é uma rotina bem comum de qualquer família americana para uma família de brasileiros.
Na coluna do casal Piangers eles falam sobre como estão encarando uma situação preocupante de câncer na família e procuram viver o agora, sem se prender em planos para o futuro. E principalmente por continuar vivendo plenamente o dia presente, sem adiar interminavelmente as coisas para o momento propício que pode nunca chegar.
A entrevista desta edição foi com o Diretor que estava trabalhando no filme Laços da Turma da Mônica. A época da entrevista, ele ainda estava na expectativa de não saber como o público receberia, mas depois de ter assistido o filme, sei que foi um ótimo trabalho e fico feliz com o que relatou.
O brinquedo de destaque foram os bebês reborn, uma febre entre as crianças. Sua origem é até bem popular, o reaproveitamento de partes de bonecas para fazer uma nova, mas o trabalho artístico das versões atuais justifica o alto custo de aquisição destas bonecas.
A dica de livros da vez novamente foi para um autor nacional bem conhecido: Pedro Bandeira. E o livro recente dele foi para crianças mais novas e a importância dos livros para as crianças.  
Outra seção interessante é a de conectando os pontos que traz exemplos de mães/pais empreendedores. Neste mês, a mãe empreendedora é uma artista digital, que faz ilustrações e estampas, trabalho que vem crescendo e não se tem visto muita criatividade. Ter um bom portfólio e conhecer a história de seus clientes faz toda a diferença para esta artista/mãe/empreendedora.
O pai selecionado para contar sobre sua experiência com a paternidade reflete sobre os aspectos comuns, que todos falam, sobre de descobrir pai com a criança no colo. Mas ele sutilmente coloca a preocupação de tentar ser o melhor pai que pode ser e se compara com o pai que ele teve. E acho que poucos se dão ao trabalho de questionar que tipo de pai querem ser e, se como filhos conseguem absorver e reproduzir tudo o que tiveram de bom de seus pais, e mudar tudo o que os traumatizou de seus pais. Vale a reflexão. Ter uma infância feliz não significa ter tido bons pais. 
A família da capa é uma família de músicos, com um pequeno de 1 ano e 3 meses. E por mais que pareça diferente de uma família comum, eles viveram algo que é muito comum: a gravidez no momento inesperado (os dois desempregados), improvisaram o que puderam com a ajuda da família e se reinventaram para trabalhar e estar perto deste menino que não para quieto, super vivo. E se tem uma coisa que é muito real sobre maternidade/paternidade é que nunca acontece do jeito que a gente quer.
A matéria de destaque foi sobre a expectativa de vida dos filhos. Devemos nos preparar para viver 100 anos. O principal ponto desta matéria é a preocupação que os pais devem ter de que seus filhos sejam independentes, o que é importante, indiferente se forem viver 30 ou 100 anos.
E a matéria sobre comportamento aborda o transtorno opositivo-desafiador. É um tema um pouco polêmico. Tenho um extenso histórico de família de crianças que não gostam de seguir regras. Mas é importante diferenciar quando o problema é seguir regras, avaliar e entender o porquê antes de agir ou é o caso do transtorno. Temos toda uma geração questionadora que não gosta de receber ordens e só age pela própria cabeça. E só lembrando que toda criança saudável gosta de desafiar e testar os limites dos pais, questionar as ordens destes e agir conforme a sua cabeça. Os cuidados especiais e as terapias para auxiliar quem tem este transtorno, só com um diagnóstico médico e o acompanhamento prolongado do comportamento da criança. 
A matéria sobre saúde comentou sobre a importância da meditação, inclusive para as crianças. E desacelerar tem sido um desafio cada vez maior neste mundo imediatista. Independente ter ou não um problema de ansiedade, concentração ou hiperatividade, a meditação, quando utilizada, tem se mostrado útil.
Aproveitando a volta às aulas colocaram uma matéria sobre o lanche das crianças. E são dicas relativamente fáceis para preparar, ou nem tanto, mas na verdade tem que ser de acordo com a realidade alimentar de cada criança. Evitar o uso de muitos itens industrializados mas ter um preparo prático é algo a ser negociado. Eu faço um cronograma semanal de lanches e repito todas as semanas o mesmo cronograma. É claro que quando não tenho algum produto em casa, principalmente as frutas que dependem da estação, preciso improvisar, mas vou negociando opções com a criança. Participando do processo é mais provável que ela aceite e coma tudo. E sempre é bom ter um dia livre, nem que seja uma vez por mês. Para os maiores, é bom aproveitar o lanche da cantina, para já acostumar com o valor do dinheiro e o poder de compra.
Nas dicas de organização, focaram no roupeiro, peças de cama, mesa e banho. Algumas dicas são boas, mas voltaram com a ideia dos organizadores, que ocupam espaço e escondem as coisas. Se você precisa usar caixas para separar e etiquetas pra identificar, quer dizer que você tem muita coisa. Pode abrir mão de um pouquinho. E novamente, pressupõe espaços grandiosos de armazenamento, que não são a realidade da maioria das pessoas. A escolha de onde guardar está muito mais em função de onde o espaço está, de preferência no local de uso, ou se tiver disponível um espaço para isso na lavanderia ou em outro armário no corredor são boas opções para organizar.
A receita deste mês chama Buraco Quente, mas é parecido com uma carne louca, para comer com pão. E o ingrediente de destaque é o açaí, que eu também não faço questão de comer, fico só nas frutas com granola.
E na coluna sobre escola, as autoras destacaram a importância de alguns aprendizados que devem começar em casa, ao invés de esperar que a escola ensine: focar em uma atividade de cada vez, respeitar os outros e assumir responsabilidades (sobre si mesmo).

Dos produtos que foram mostrados, eu fiquei interessada em um livro: Pequenos Guerreiros - A Força de Vida do Bebê Prematuro, de Tilza Tavares. Mas não cheguei a comprar. O livro só está disponível para revenda (novo ou usado) e muito caro. É uma pena que temos várias opções de livros sobre os mesmos assuntos, traduzidos e não adaptados para a realidade brasileira, mas alguns livros nacionais sobre assuntos pouco falados sejam tão difíceis de achar.