Vou fazer pequeno adendo com os produtos das crianças. Por que eu achava que a quantidade de produtos delas era irrisório, apenas 2. Mas ao longo do ano, apesar de ter usado um pouco de um deles, que já é um produto antigo, eu não esperava que acabasse nada. Só que ganhou dois novos frascos em 2019 e depois eu resolvi comprar mais um. Não cobro nem tenho expectativas de que elas terminem algum produto, mas vou colocar para meu controle pessoal, principalmente quando estiver com vontade de comprar alguma coisa.
De tudo um pouco e um pouco de mim. Como na Fábula, a Tartaruga avança lentamente, mas nunca deixa de avançar. Acompanhe meus projetos e minhas leituras
segunda-feira, 16 de janeiro de 2023
Os Perfumes de 2022
Vou fazer pequeno adendo com os produtos das crianças. Por que eu achava que a quantidade de produtos delas era irrisório, apenas 2. Mas ao longo do ano, apesar de ter usado um pouco de um deles, que já é um produto antigo, eu não esperava que acabasse nada. Só que ganhou dois novos frascos em 2019 e depois eu resolvi comprar mais um. Não cobro nem tenho expectativas de que elas terminem algum produto, mas vou colocar para meu controle pessoal, principalmente quando estiver com vontade de comprar alguma coisa.
domingo, 15 de janeiro de 2023
Menos Café, por favor!
Um tempo atrás eu assisti um vídeo em inglês com uma crítica ao consumo do café e esse vídeo mexeu comigo. Não que eu concorde com o vídeo, inclusive bastante sarcástico, ou com a pessoa que compartilhou o vídeo da forma que chegou para mim.
Existe um viés cultural muito forte no tomar café. A primeira refeição do dia no Brasil chama café-da-manhã. Uma pausa no dia de trabalho é uma parada para um cafezinho (coffee break). E país grande produtor de café desde muito tempo, o café é sinônimo de riqueza, felicidade, raiz e pátria, dependendo de que lado você olhe. As crianças, desde pequenas começam tomando seu café com leite (ou pingado para quem é de SP), passam a consumir o café puro como um marco para a vida adulta. Talvez seu mundo seja diferente do meu, mas eu vi e vejo tudo isso o tempo todo.
Voltando ao vídeo, tendo todas estas referências por trás e sabendo que o vídeo era uma crítica às cafeterias americanas, tipo starbucks e tantas outras que existem por lá e são igualmente famosas, fiquei espantada como o café se tornou uma desculpa para o consumo de supérfluos. As pessoas se identificam como fãs de starbucks (ou mcdonalds, etc), viciados em café (ou cafeína, refrigerante de cola, açúcar, batata frita, etc) como se fosse algo positivo, elogiável. E indiretamente reforçam este hábito nos vídeos, filmes, fotos, comentários em redes sociais... Se você não acompanha para um cafezinho, você é anti-social.
Eu vivi este "isolamento" durante as gestações. Não é algo que seja proibido, mas recomendado. Em grande parte do tempo passei a consumir apenas o café descafeinado. E ficar completamente sem o café me fez ter dores de cabeça. Quem fica feliz de saber que um "alimento" torna tão grande a dependência a ponto de você sentir dor?
Eu virei adepta do café quando eu parei de tomar leite, aos 16 anos. O leite me faz mal, não é intolerância a lactose porque o leite de soja também me faz mal. E foi como eu consegui viver até então.
Não serei militante para convencer as pessoas a não tomar café. Mas recomendo que considerem com um pouco menos de paixão o quanto vale a pena, mesmo gostando de tomar café, continuar o consumo exagerado de café a ponto de tornar-se dependente.
Apenas comentando o meu exemplo, resolvi reduzir o consumo de café. Não dá pra tirar bruscamente este hábito tão enraizado no brasileiro. Em 2022 passei a tomar café apenas uma vez por dia, pela manhã. Substituí pelo chá no "café da tarde". Eventualmente, quando saio, estou na casa de outras pessoas, até tomo um café à tarde. Mas algumas vezes eu troco por um chocolate ou um chá.
Depois de alguns meses, optei por tirar também o café dos fins de semana, tomando apenas pela manhã de segunda a sexta. E funcionou bem, mas eu ainda queria reduzir mais. Em novembro passei a tomar café em dias alternados, substituindo pelo suco ou chá nos demais dias. E funcionou melhor ainda. Eventualmente sinto falta de café, mas é cada vez menos. Não tive mais dor de cabeça pela abstinência porque dei tempo para o meu corpo se acostumar em cada redução do consumo. Já não sinto a menor falta depois do almoço, mas em alguns dias sinto sono (porque a minha rotina de sono ainda não está boa).
Não estou com pressa para avançar numa etapa de não ter café em casa, mas admito que esta é uma possibilidade.
Daqui a algum tempo, talvez ano que vem, eu tentarei reduzir ainda mais o café, até conseguir tomar só de vez em quando.
sábado, 14 de janeiro de 2023
Fontana
De novo, entramos naquelas perguntas existenciais para as quais eu não tenho a resposta. Porque a segunda prova é novamente na Califórnia? Não sei. Como em todo calendário de provas que depende do tempo (condições climáticas), nem todos os autódromos possuem iluminação artificial, etc... Vários critérios são considerados na definição do calendário. E a logística não é um deles.
A sede da Nascar é em Charlotte (NC) e a maioria dos circuitos "originais" são nos estados do sul dos Estados Unidos. Às vezes aparece uma prova fora dos Estados Unidos, no Canadá, mas não na categoria principal. Já houve situações da Nascar promover provas em outros lugares, mas não é frequente. E são 36 provas no campeonato, alguns autódromos repetem, alguns estados possuem mais de um autódromo, então tenham em mente que nem de longe todos os estados estão representados.
Esta segunda prova que vale ponto para o campeonato então ocorre num circuito conhecido como Auto Club e fica também na Califórnia, na cidade de Fontana. Muitos pilotos da atualidade são da Califórnia, os comentaristas oficiais de Nascar comentam que em grande parte se deve ao Jeff Gordon, que conquistou muitos fãs e abriu as portas para outros californianos. E assim como surgem outros pilotos naquela região, surgem novas pistas.
Voltando para a prova em 2022, um dos favoritos era Denny Hamlin, o vencedor da primeira prova do ano Austin Cindric que largou na frente e os de sempre. Erik Jones chamou a atenção por uma boa posição de largada e tomou a frente na largada, mas ninguém chegou a considerar ele como um favorito, era mais um azarão (underdog).
Diferente das provas em superspeedway, os carros não costumam ficar muito próximos, logo formam uma linha preferencial na parte externa próximo ao muro, mas fazem o movimento para baixo para conseguir a ultrapassagem. É uma das pistas mais largas, comporta cinco carros lado a lado com certa segurança e por isso os pilotos tomam vantagem quando usam a trajetória mais curta da parte interna da pista, ainda que percam velocidade se não se aproveitarem da inclinação da parte externa.
Mas essa prova ainda mostrou outra coisa, esse novo carro é mais estável quanto a pressão lateral que o carro do ano passado, mas justamente por ser diferente, quando os pilotos estão agrupados, o comportamento é "desconhecido". Longe de dizer que não é um carro melhor, mas eu senti a insegurança em tentar determinadas manobras que teriam sido realizadas sem pensar em anos anteriores. Problemas de aquecimento jogaram alguns carros para trás e raspadas no muro também.
E de novo o mais marcante não foi algo na pista, mas no rádio. Kyle Larson jogou o carro em cima do Chase Elliott para evitar uma ultrapassagem, disse ele no rádio que não viu quem era. Mas desde 2020 a Hendrick era a única equipe que tinha um ambiente amigável entre os companheiros de equipe e o Elliott ficou nervoso. Seja como for, foi uma péssima corrida para o Elliott, começo de temporada ruim, muita expectativa e muita cobrança para um desempenho mediano. Depois dos toques no muro ele parecia receoso de guiar, evitando acelerar demais. Se ele não se resolver, Larson vai ficar com o título fácil.
A vitória ficou com o Larson, sem maiores incidentes, e um campeonato com novos competidores (contenders). Os favoritos parecem estar sem sorte ou perderam a mão. Os críticos especializados comentam que o carro novo é mais fácil de adaptar para os pilotos mais novos, ou com menos tempo para se viciar nos trejeitos do carro anterior. Talvez por isso os favoritos não estejam tão bem.
Por enquanto, só quem anunciou aposentadoria na próxima temporada foi o Almirola. Mas tem outros que estão repensando a decisão.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2023
Terminados em Outubro 2021
quinta-feira, 12 de janeiro de 2023
Resumo da Quarta Semana 2022
Eu deveria estar fazendo 30 Dias de Tartaruga, mas pelo visto vai ficar para outra época. Continuo conseguindo ler e avançar em algumas leituras, mas não exatamente no que eu gostaria de estar avançando. Muita coisa ficou para terminar nesta última semana "completa". Entre 22 e 28 de janeiro consegui terminar algumas leituras.
A Seleção. Enfim eu iniciei outra série, antes mesmo de ter terminado a série anterior. Mas estou com bastante tempo, então estou preferindo intercalar uma leitura de cada série para me manter motivada. Ainda não cheguei ao ponto de ter que intercalar um capítulo de cada livro, mas pode ser o próximo passo. Finalmente comecei a entender o triângulo Aspen x América x Maxon. E eu achava que seria parecido com Gale x Katniss x Peeta. Mas eles são diferentes. E América é mais inocente e imatura que Katniss (embora Katniss tenha sido muito ingênua). O ritmo com que mostram as concorrentes a princesa e as primeiras eliminações foram esquisitas. Não tem uma razão sensata para as escolhas que foram feitas. Mas sinto que vou conseguir ler rápido os demais volumes desta série. Terminei de ler em 22 de janeiro e avaliei com 3 estrelas.
Diário de um Bárbaro Covarde. Este era um dos livros que foi para a pilha de doação da minha filha. É um exemplar de capa dura, baseado no jogo Clash of Clans. O personagem é aquele tipo de herói por acidente. Ainda por cima preguiçoso e covarde. E todo mundo pensa isso dele. Até que não sobre mais ninguém para salvar a vila. Aparentemente é só o primeiro volume, e os demais personagens principais do jogo também receberam suas homenagens nestes histórias curtas. Mas não encontrei nenhuma informação sobre o lançamento dos demais livros. Este mesmo, inclusive, eu comprei em um saldo de livros das Lojas Americanas. E também por isso foi escolhido para doação. Não tenho como manter todos os livros que tenho em casa, então todo ano separo alguns para doação. Li em 25 de janeiro e avaliei com 4 estrelas. Livros infantis em geral eu avalio um pouco melhor (ou sou menos exigente) porque considero as expectativas de uma criança e, na maioria das vezes, elas são mais fáceis de agradar.
Redimida. Foi difícil avançar neste último volume, me forcei a intercalar com outras leituras, mas consegui finalmente terminar. Os livros complementares fizeram toda diferença na minha percepção sobre esta série nesta leitura final. Continuo achando exagerada a quantidade de volumes (e o preço de cada um), mas a história só ficou completa agora e pouca coisa poderia ser cortado. 10 anos atrás, na época do furor desta série, eu já não era adolescente e, por isso, não consegui me conectar realmente. Gostei de ter terminado, mas não acho que valeu todo o furor que teve. E nem achei tão chata como tanta gente diz que foi. A proposta eram os volumes evoluírem como os personagens e a experiência de leitura passa de um livro adolescente para um jovem adulto. Mas acho que o momento e as transições foram mal calculados. O intervalo entre o lançamento dos livros fez com que os adolescentes que começaram a ler se tornaram adultos antes dos personagens. Por isso a série não deu tão certo. Terminei de ler em 27 de janeiro e avaliei com 4 estrelas. Provavelmente a maior nota de todos os volumes da série.
A Elite. E com o fim da leitura de House of Night, a continuação da leitura de A Seleção foi muito fácil. Eu li em praticamente um dia. E o livro é bem romance no sentido de história de amor, mas neste volume tentou-se colocar mais assuntos de política e intrigas. Boa parte do que aconteceu, além das rotinas no salão das mulheres, ocorreu nos alojamentos fugindo dos rebeldes. De novo, o que é mais estranho para mim é o esforço por fazer parecer que todas as candidatas são importantes, sendo que algumas mal aparecem em todos os contextos. Não existe nenhuma dificuldade em acreditar que América vai ser a escolhida. Mas fiquei presa na leitura e tive ímpeto de partir para o próximo imediatamente. Terminei de ler em 27 de janeiro.
Não foram tantas leituras como na semana anterior. E juntou eu ter menos tempo com leituras mais longas. Continuo tentando terminar de ler A Revolta do Atlas, que deveria ter lido em outubro, mas estou conseguindo avançar. Vou tentar terminar este mês, mas vou ter que abrir mão de outras leituras. Continuo animada. Terminei uma das metas atrasadas do ano passado. Só quero manter este ritmo por mais tempo e continuar com muitas leituras este ano. Minhas metas estão audaciosas.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2023
Os Materiais de Escritório em 2021
terça-feira, 10 de janeiro de 2023
Sobre... Revista "Pais & Filhos" edição fevereiro/18
Pior do que publicar atrasado, é demorar tanto tempo para comentar a revista de anos atrás. Vou tentar fazer ainda mais rápido, só para aproveitar o material que já recebi e está parado em casa antes de virar recorte das atividades da escola.



