domingo, 5 de abril de 2020

Quarentena Dia 14

Deveríamos estar no pico, certo? Tudo o que se sabe é que são muitos os exames sem resultados. Mortos que não entram na conta. Em parte está ajudando a reduzir a quantidade de novos casos confirmados e o número oficial de mortos.
Da situação econômica acho melhor nem falar. Ninguém sabe o que vai ser, até quando vai ter salário ou mesmo se vai ter emprego. O fato é que a maioria está trabalhando, e muito: a atividade profissional, os cuidados e aulas das crianças, o serviço de casa e ainda ajudando um aqui ou outro lá. E isso mais do que ocupa a nossa vida. No meu caso, tem me deixado extremamente cansada. Com dor de cabeça, imunidade vai lá pro pé. Só não está pior porque comemos bem. Sim, o consolo é sempre o estômago. No meu caso é bem grande.
Acredito que as meninas estavam num pico de estresse. Ontem brigaram muito entre si e conosco. Mas também brincaram muito. Hoje estão um pouco mais tranquilas e receptivas para retomar a rotina. Acho importante tentar seguir o planejamento do integral. Já é ruim demais não poder tirar férias e viajar. Estão de férias e sequer podem fazer um passeio diferente.
Acho que estou começando a me entender com a minha rotina de trabalho. Estava entrando em uma de superprodução que não ajuda ninguém. Responder email já é algo que ocupa boa parte do dia na frente do computador.
As minhas leituras continuam lentas. Esqueci de anotar as páginas, mas continuo tentando ler Lugar Nenhum. Ainda não me motivou. Acho que tenho lido umas 4 páginas por noite, apenas. E para não ficar parada, também estou lendo o blog Ideias Debaixo do Telhado que eu finalmente acabei.
Tenho estado cansada e sem paciência. Tarefas relativamente mais simples me irritam mais. Não poder fazer algo que deveria ser corriqueiro, me deixa de mau humor. Eu sei que tudo isso é reflexo do cansaço e da rotina pesada que adotamos, mas eu não sei quanto tempo mais eu vou aguentar isso. É, de novo, aquela sensação de que eu não estou fazendo nada do que eu pretendia.

Terminados Fevereiro

Apesar de estar mais devagar, ainda estou conseguindo terminar alguns produtos que sobraram do mês de janeiro.
Produtos Terminados:

Finalmente terminei com esta embalagem grande do creme para pentear que fazia parte da meta de 2019. Estou usando um óleo que eu já tinha ou o creme das crianças que também está no fim. Em breve vou ter que pensar em substituição.
Precisei reabastecer a embalagem de sabonete líquido das meninas e acabei com mais um frasco grande. Temos algumas poucas opções em substituição mas não pretendo comprar mais por enquanto.

Andamento das Metas:

Ainda sem contagem de itens. Passei a limpo a lista de produtos que eu tinha para ficar mais fácil fazer o inventário. Não mudou muita coisa, mas sei quais são os excessos.
Tenho usado pouco produto para os lábios. Uso principalmente o protetor labial. 
Usei um pouco do protetor facial da meta e um pouco do creme que abri. Mas foi muito pouco.
Usei algumas vezes o perfume do ano, o rosa grande, mas tem muito produto. Não consigo terminar este ano.
Também não mexi nos esmaltes.
Sobre os 5 produtos listados para terminar, terminei com um dos que estava na lista de 2019: o creme para pentear Tô de Cacho. O desodorante continuo usando regularmente, e também usei muitas vezes o creme para pentear que agora precisa ficar de cabeça para baixo. Usei o gel de cabelo da meta do ano passado e achei que iria acabar no carnaval, mas acabou que não. O lápis de olho nem cheguei a pegar. Usei outros sabonetes e o da meta ficou meio esquecido, mas devo terminar este ano. Outro produto de anos anteriores que usei bastante e estou perto de terminar é o creme de tratamento para os cabelos. Em março ou abril devo terminar e quero usar as amostras que tenho para reduzir o inventário.

Produtos Novos:

Como sempre, acabo comprando algumas coisas. Não resisti e solicitei a amostra do creme Beijinho que estava em campanha d'O Boticário. Junto, comprei dois sabonetes e ganhei algumas amostras de fragrâncias.
Precisei comprar um Condicionador para as meninas que o que tem está no fim. Acho que este deve durar até acabar com os shampoos que estão abertos para poder passar para o próximo conjunto.
Acabei comprando um spray de tinta para o cabelo que não usamos. E fica para a próxima festa.
Não estou conseguindo tirar fotos dos produtos. Os que terminam é mais provável eu fotografar, mas os novos tenho perdido. Ao menos estou anotando.

Continuo não me esforçando muito, mas sinto que estou avançando. Passar a lista a limpo ajudou bastante a criar coragem para fazer o inventário. Agora quero reduzir mais alguns produtos ao longo do ano para tentar guardar tudo nos espaços adequados sem ficam mais nada espalhado nos lugares errados.

sábado, 4 de abril de 2020

Quarentena Dia 13

Ontem fui obrigada e finalizar tudo o possível para desobstruir o escritório. Fiquei num maldito mau humor por ter feito às pressas, sem critério só pra liberar espaço. Isso me faz perder o dobro do tempo: separar colocar num lugar, ter que olhar para a bagunça todo dia e depois tirar deste lugar, fazer o que precisa ser feito e guardar de novo no lugar certo.
Eu acreditei que tinha feito mais coisa, mas não foi tão bem assim.
De ontem para hoje tivemos uma leve acelerada e os números aumentaram bastante. Certamente é o reflexo daqueles dias logo antes da quarentena. Mas fico preocupada deste pico se estender por muito tempo. Itália acredito estar atingindo o pico e que deve começar a regredir no contágio da epidemia. Espanha tem poucos dias de diferença. Mas França e Estados Unidos que estão na nossa frente, parecem estar em plena ascensão. Espero que não cheguemos lá.
Perto de ontem eu trabalhei um monte. É que tem algumas tarefas que são demoradas. E tem muita atividade que precisa passar por várias etapas cansativas. Hoje eu consegui tirar uma parte do atraso das tarefas.
O trabalho não rendeu, mas as leituras sim. Estou quase acabando com o Ideias Debaixo do Telhado. Voltei a ler algumas páginas de Lugar Nenhum... Que leitura chata. E achei uma versão melhor de Êxtase que pretendo terminar este fim de semana. Nada bem nas minhas metas de leitura. 
Com a pressão para organizar o escritório, vou voltar a priorizar as tarefas de organização. Pelo menos o que eu já puder lavar preciso ir separando e arquivando.
As meninas entenderam que deviam ficar de férias e assim ficaram. Não realizaram nenhuma das tarefas esperadas e preferiram brincar e assistir filmes. Ontem foi Peter Pan, hoje foi Tinker Bell e mais tarde A Bela e a Fera. A brincadeira preferida foi Lego. Um lego de piratas para uma e um lego de carros para a outra.
A minha indisposição estava tão grande que não voltei para as organizações.

sexta-feira, 3 de abril de 2020

Quarentena Dia 12

Acabei de descobrir que a quarentena católica mais conhecida como quaresma, termina na semana que vem. É isso, ela termina. Mas a nossa quarentena está longe de terminar.
No cenário geral, podemos dizer que o avanço tem sido lento se comparado com os outros países. Sobre as subnotificações, os outros países também deixaram de fazer testes nos casos menos graves então não é possível afirmar que a taxa de letalidade é um parâmetro confiável para fazer a estimativa dos casos reais. Mas a parte boa é que a taxa de mortalidade foi a mesma nos últimos 3 dias, não está crescendo aceleradamente. Continuo acreditando que poderemos sair logo dessa sem tantas mortes como na Itália ou na Espanha. 
Aos poucos, apesar do calor das tardes, tem chovido no começo do dia e tem refrescado bastante à noite. Ontem voltou a chover de tarde. Além do verão estar indo embora, o tempo está mais instável. É bom para quem tem que ficar em casa, mas é ruim porque ajuda o vírus a se espalhar. 
Voltando para as rotinas, estava contando que as meninas teriam férias a partir de amanhã e fomos informados que as atividades online não vão parar. É bom para a mais nova. Mas a mais velha não gostou.
Ontem terminou o primeiro dos cursos de desenho que estamos fazendo. Provavelmente não conseguiremos fazer todos, mas olha que estou confiante de que faça muitos. E certamente vamos acabar comprando vários novos materiais para ajudar nos próximos desenhos. Talvez nem volte a pedir mais cursos depois destes.
As leituras eu gostaria que estivesse avançando mais. Digo as leituras dela. As minhas vão no ritmo que eu consigo com tantas atividades pipocando para lá e para cá.
Estou abismada com as campanhas que os pais estão fazendo por aí. Querem liberação de pedágio para os caminhoneiros (aqueles que nos deixaram na mão ano retrasado...), também querem o aumento dos professores que aguentam as suas crianças (quem que educou mesmo? a escola?) e também querem opções de atividades para fazerem com as crianças (o que eles fazem no fim de semana normalmente? Saem para passear? Só sabem curtir a família ao ar livre?). Acho que é por isso que eu estava com uma enorme lista de coisas por fazer. Normalmente nossos fins de semana são cheios de atividades com as meninas e poucas delas envolvem sair de casa. Por isso estamos muito bem. As meninas não estão sofrendo se sentindo presas.
Mas até agora, fizemos bem poucas das coisas que eu tinha nesta infinita lista. Eu já mostrei as minhas metas bizarras? São bem assim. Tarefas para anos de trabalho.
O trabalho não está fácil. Estou fazendo render, mas também tenho dificuldade em me concentrar para estudar um texto ou outro.
Escolhi tentar ler Lugar Nenhum, apesar de não conseguir avançar mais do que algumas páginas. E uma das leituras que faziam parte da meta do mês e que também não vou terminar. E também tenho tentado avançar numa das leituras do kindle. E também estou muito devagar.

quinta-feira, 2 de abril de 2020

Sobre... Revista Pais & Filhos edição dez/17

Assim como as outras, li com bastante atraso da publicação e demorei bastante para terminar, mas sempre tem algo que desperta para algo mais.

A edição de dezembro de 2017 já está em clima de Natal e fim de ano. E foram tantas coisas para contar.
Na coluna sobre saúde as perguntas foram a respeito de um problema até que simples: o sangramento nasal. Foi bom para desmistificar uma série de recomendações.
O produto de destaque desta edição é a versão da Mini Melissa que eu já comentei aqui.
Também foi bastante comentado sobre o evento da revista, que trouxe palestra com mais do mesmo para mães blogueiras e youtubers. Esse tipo de evento não me interessa.
Foi feita uma entrevista com a Diretora de um documentário que trata de novas formas de elogiar. Na minha singela opinião, as pessoas são preguiçosas. Entregam aquele elogio fácil. Sequer se preocupam o que a criança espera ouvir e o que isso significa para a formação do caráter infantil. O importante do elogio é ele ser sincero. E pessoal. 
Acho importante entender as mudanças nas relações que estão ocorrendo. No caso, pensando nas relações com o dinheiro e nas escolhas de compras, achei a reportagem sobre o aluguel de brinquedos uma iniciativa muito interessante. Algo que aconteceu após o nascimento da mais nova foi ter descoberto que a maioria das pessoas já não compra brinquedos novos para os filhos, opta por brinquedos usados em bom estado. É uma forma mais consciente de consumir sem gerar lixo. Pouco tempo depois, estes brinquedos ficam esquecidos, e os pais de hoje colocam novamente à venda. Esse sistema de aluguel também é vantajoso. Tem uma pessoa responsável por adquirir e repassar estes brinquedos, mediante uma taxa de administração: o aluguel.
A família da capa continua não me empolgando. Eles mostram um exemplo de união e cumplicidade, mas foi o adjetivo escolhido pelo entrevistador. É outra família, parente dos editores, dos donos da editora, dos colaboradores... Enfim, é alguém da família de alguém. Não é um anônimo, não é alguém normal como eu e você.
Em uma matéria sobre o Natal fala sobre os rituais familiares formados nesta época do ano. Não é novidade que, apesar de não ser um costume no Brasil, venho fazendo Calendário do Advento com as meninas. Considero uma forma saudável de se preparar para o Natal, comprometendo a criança com atividades em família e os preparativos para as festividades. Mas o importante é reconhecer o que funciona e achar a sua forma de construir os rituais.
Outro tema trabalhado, a alimentação de bebês daria um livro, mas a reportagem ficou apenas no básico. E a verdade é que não se deve apresentar programas de introdução alimentar como se costumava utilizar. Os princípios se mantem: aleitamento materno tanto quanto possível, introdução da alimentação pastosa e quando a criança possui dentes os pedacinhos. Quando acontece e a duração de cada fase, depende de cada criança e de cada rotina. Adiar temperos mais condimentados, açúcar e alimentos processados deveria ser óbvio, mas não tem uma fórmula mágica. O importante é trazer a alimentação balanceada e sem exagero.
Na época desta edição estavam relançando vários brinquedos que fizeram parte da infância dos pais e avós de hoje. A revista trouxe uma lista destes brinquedos e mais uma lista com recomendações dos tipos de brinquedos para cada idade. Essa lista é ótima para quem não tem filhos. Geralmente os pais sabem o que comprar para presentear outras crianças.
O ingrediente destaca nesta edição é o iogurte. Aqui em casa ele teve um papel fundamental para retirar a mamadeira e até hoje faz parte da alimentação diária da mais velha. Mas não consigo fazer a mais nova experimentar, com ela o que funciona é o leite com cereal.
A receita desta edição é um pudim de rabanada que eu não pretendo fazer. Pudim nunca foi unanimidade em casa.
Demorei muito para terminar a leitura desta edição. Tentei espremer e retirar toda a informação possível desta leitura, mas tenho certeza que muita coisa vou esquecer logo. Vou tentar ler com mais frequência para aproveitar melhor o conteúdo dentro do contexto.

Desta vez, o produto destacado pela edição que eu recebi um exemplar para experimentar foi a Fralda Pompom Colo de Mãe. Ao utilizar a amostra, uma unidade, não tive nenhuma reclamação que desabonasse em relação às demais marcas que uso. Um dos inconvenientes é que recebi a fralda no tamanho G mas a criança é pequena e só pude usar em 2019. Esse foi o menor dos problemas porque tinha já outras fraldas guardadas do chá de fraldas em tamanhos G esperando que a criança tivesse peso para usar. Novamente, com um pouco de planejamento tive oportunidade de usar todos os pacotes de fralda que tinha em casa sem precisar ficar comprando muito, trocando ou até mesmo doando as de tamanho menor que a criança perdeu. A parte boa de publicar atrasado é que tive tempo para experimentar o produto recebido.
A amostra não foi suficiente para me tornar consumidora da marca simplesmente porque esta marca não está tão disponível quanto as outras marcas que eu costumo comprar. O outro argumento na escolha da fralda é o preço unitário que eu recuso a pagar mais de 1 real. E para conseguir este preço numa fralda que tenha um bom resultado em casa, acabo comprando no atacado. E nos supermercados atacados que tem perto de casa não tem essa marca de fralda Colo de Mãe. Já aconteceu de comprar fraldas na farmácia ou em outros supermercados e ainda assim, dependendo do tamanho eu também não acho esta marca.
Enfim, com uma boa estratégia de distribuição e preço competitivo, facilmente estaria presente na casa de mais pessoas porque não falta qualidade no produto.

Quarentena Dia 11

A situação continua complicada na Itália, na Espanha e nos Estados Unidos. Não dá pra dizer que estamos melhor porque não dá pra saber se tudo que é divulgado é verdade. Mas o fato é que aqui parece estar avançando mais devagar.
Ainda me incomoda as pessoas acharem que vai passar logo e tudo vai voltar ao normal. Provavelmente não vai voltar ao que era antes, mas vamos voltar para uma vida de menos reclusão.
Estou tendo dificuldades de conciliar o meu sono. Apenas uma semana e já estou despertando sozinha sem sono às 06 da manhã. Apesar de hoje ser um domingo, levantei antes das 06.
Estou com tanta coisa atrasada que acabo me atrapalhando e não termino nada. Eu queria tomar banho cedo e costurar antes das meninas acordarem. Também queria pegar uma revista para ler e terminar de editar umas fotos. Mas fiquei jogando um pouco, lendo notícias e não fiz nada disso.
Ao longo do dia tentei fazer parte das atividades que estavam pendentes. Organizei algumas fotos da memória do celular. Agora preciso montar as pastas de backup.
Achei que o serviço da serra estava terminado, mas hoje foi dia da furadeira. Eu realmente achava que teria um domingo sem obra e que teria tempo para me dedicar para as minhas tarefas, mas não foi bem assim. Ainda havia muitas coisas a serem feitas para terminar o móvel do escritório e por conta disso era a minha vez de ficar com as crianças, de novo, e o dia inteiro até o móvel ficar pronto e a cozinha limpa de novo.
Eu até entendo o desespero de tentar terminar, mas eu não acho justo que os planos dele sempre sejam mais importantes e tenham que ser feitos de uma vez, enquanto que eu faço várias pausas e atividades pequenas. Aí sempre que termina um projeto já engata em outro e fica parecendo que eu não faço nada, não colaboro e fico deixando as coisas por fazer na bagunça da casa.
Penso eu que estou conseguindo realizar parte da "minha lista". Vou me concentrar apenas nisso para não me chatear mais.
Também consegui editar algumas fotos para publicar. Continuo com atraso, mas agora está um pouco menor.
E estou tentando terminar de ler Paixão. Mesmo não estando com muita vontade de ler este livro, consegui avançar mais umas 50 páginas e estou perto de terminar. Apesar da demora, estou curtindo este finzinho. Não é suficiente para tirar o atraso das leituras, mas está me fazendo sentir bem.
Fiquei um tempo costurando, o suficiente para retirar uma sacola, mas não terminei todas as peças que estavam nela.
Tive muito sono durante todo o dia. À tarde começou a chover e choveu por muito tempo. É bem desanimador, mas acaba ser um consolo para quem não deve sair de casa.
Enfim, mais um fim de semana com cara de semana.

quarta-feira, 1 de abril de 2020

Quarentena Dia 10

Apesar da quarentena, fim de semana ainda é um fim de semana. Eu precisava ter o direito de acordar mais tarde e escolher o que fazer sem precisar ficar tensa em ter que trabalhar. 
Para as meninas é mais fácil, apesar da mais nova ter pedido para fazer tarefa. Ela adora fazer tarefa. E mais uma maratona de Peppa Pig em casa.
De qualquer forma acordei relativamente cedo, o corpo já está condicionado. E aproveitei para ler um pouco. Gostaria de ter terminado de ler ontem, mas deixei cerca de 15 páginas para hoje. Não estou avançando muito nas leituras e principalmente dentro do que eu tinha estipulado para meta. Mas o fato é que estou conseguindo ler uma coisa ou outra. Ufa. O livro que eu terminei foi O Complô de Whitechapel, mas quando for fazer o resumo da semana eu conto mais sobre ele.
A minha leitura do dia passou a ser Paixão. Eu havia começado a ler e deixei parado. Não sei se consigo terminar ainda este mês. Provável que não.
Também avancei em alguns blogs, mas nenhum em especial. De acordo com a minha filha, eu devia fechar um pouco das janelas que eu tenho abertas no computador.
As notícias do país e do mundo não são muito animadoras, mas ajudam a passar o tempo refletindo sobre tudo o que temos passado e no que podemos mudar os nossos hábitos.
Além das leituras, a outra tarefa do fim de semana são as roupas. Finalmente terminei com a pilha de uniformes. Demorei muito mais tempo do que imaginava. Mas com isso pude guardar uma grande sacola. O escritório ainda está intransitável, mas um pouquinho menos lotado.
Estar trancados em casa te faz querer o quê? É, isso mesmo, reformar a casa. Eu tinha zilhões de projetos de organização e decoração. Além das limpezas profundas para retirar algumas coisas que não usamos e não pretendemos mais usar. Mas o marido preferiu comprar ferramentas e começar a reformar os móveis da casa. Não é prático e nem fácil fazer com os moradores dentro da casa, mas com certeza vai deixar o espaço mais amplo e prático para uso. Espero ter paciência para lidar com isso. Com certeza de projeto passará a outro, enquanto durar a quarentena.