quinta-feira, 7 de março de 2019

Experiência de Leitura: "A Mágica da Arrumação"

Pretendia ler esse livro para saber se era isso tudo o que diziam. Não consigo compreender o suficiente sobre o "Isso te traz Alegria" com os objetos embora sinta que os objetos sempre voltam, como ela diz. Esperava uma resposta mágica que despertaria com a leitura. Ainda não achei.
No começo, repete várias vezes a importância de não organizar por cômodos, mas por tipo e meio que já era o que eu fazia. Veja que eu falo roupas da Ágata ou livros infantis, ou materiais de escritório ou até mesmo papéis. Quando organizei os produtos de higiene e beleza, de cara comentei sobre recolher de outros cômodos e tentar fazer caber tudo num mesmo lugar. Outro conselho importante é sobre o que entra. Se você já tem a quantidade e variedade de objetos daquele tipo, você não vai ter vontade de procurar para comprar. E se comprou algo que não precisava provavelmente o que tinha "não te traz alegria".
Minha grande dificuldade é aceitar o descarte como solução. E mais pra frente, ela até coloca sobre os excessos de produtos de uso comum com que eu me identifiquei bastante. Provavelmente estou me enganando e nunca estarei satisfeita, mas o descarte me parece imaturo e preguiçoso. Se você descarta, gera lixo e muitas vezes volta a comprar. Eu acho importante ter a sensação de satisfação por ter feito um bom uso ou dar para uma pessoa que realmente se importa com o objeto. Claro que jogo muita coisa fora. E alguns aproveitamentos que faço são apenas para satisfação pessoal. Por isso ainda não acredito no simples descarte.
Sobre as roupas, fiquei curiosa com as dobras das meias que eu ainda quero experimentar se ocupam menos espaço. Por enquanto, ainda faço as bolotas.
Já a parte seguinte, sobre livros, eu tenho as minhas próprias convicções. E justamente por isso estou trabalhando fortemente com metas para reduzir o meu total de livros e principalmente ler os meus livros. Como estou indo bem, não pretendo mudar. Ainda sobre livros, o meu ponto de vista é muito diferente. Jamais cogitaria riscar livros ou rasgar as páginas para guardar. Tenho alguns cadernos com algumas anotações de livros que não pretendo reler e para mim, é suficiente. Já não faço questão de ter anotações para todos os livros que leio como cheguei a fazer tempos atrás. A maioria dos meus livros, depois de ler, disponibilizo para troca e algumas vezes doo. O excesso é porque tenho lido devagar. Gosto de pegar livros emprestados também.
O quarto grupo, a papelada não é muito diferente do que eu faço, mas o que eu acumulo, muitas vezes são papéis de rascunho. Aprendi a reaproveitar muito e acabo guardando coisas demais. Tenho tentado diminuir ainda assim.
E o último grupo: komono é onde se enquadra hobbies, objetos de cozinha, enfeites e etc. Ainda tenho muito trabalho pela frente nesta categoria. Por enquanto, mal olhei para ela. Mas pretendo diminuir os meus esforços nos outros grupos para vir para este.

A segunda parte do livro é uma espécie de guia de boas práticas. Acredito que seria muito parecido com o que vão mostrar na série. Uma espécie de: De tudo o que você viu até hoje, o que gostaria de destacar? Eu tiro meu chapéu em como ela fez parecer tão simples. Tudo bem que ela começou a trabalhar nisso ainda muito nova. Mas estou muito longe de onde eu gostaria estar. 

terça-feira, 5 de março de 2019

Retomando a Faxina Parte 2

Não disse que eu sempre avanço um pouquinho. Organizando melhor o meu tempo, já voltei a concluir tarefas que eu nem pensava mais nelas. E o tempo que falta para o ano acabar me faz ter esperança de terminar muita coisa.

Organizar o quarto das meninas: E a nova virada no tempo me ajudou a separar mais um tanto de roupas da mais nova, que por enquanto precisa mesmo crescer e perder roupas. Aos poucos estou tentando terminar de por nome e colocar em uso. Mas por enquanto continuo com muitas sacolas pela casa.
Consegui separar mais alguns bichos de pelúcia e estou tentando abrir espaço entre os brinquedos. De forma geral consigo manter o quarto em ordem.

Armário de documentos: Conforme estou abrindo espaço consigo ver melhor o que eu tenho. Coloquei as vacinas em dia e organizei os documentos das meninas.
Desfiz-me de um boné, que era um item afetivo, de uma forma singela, entregando a alguém que dará o devido valor ao objeto, com todas as lembranças que ele carrega. Acho que estou mais preparada para encarar alguns dos outros objetos que tenho guardado neste armário.

Produtos de beleza: O desafio continua sendo colocar mais produtos em uso. Preciso terminar mais produtos para pegar os demais das gavetas. Terminei pouca coisa, mas estou conseguindo usar alguns produtos que eu tinha parado, como o creme para o rosto e o batom.

Livros, CDs e DVDs: Achei um jeito de voltar a abrir espaço na estante para colocar os livros das meninas, mas preciso trocar livros meus. Consegui ler alguns e enviei três em trocas, mas nem chego a esvaziar meia prateleira.
Terminei terminei com um box que estava assistindo mas ainda não consegui disponibilizar para venda. 

Materiais de Escritório: Finalizando os materiais de escola, coloquei em uso os materiais do ano passado e conseguimos descartar 2 lápis que já não era possível apontar. Também terminamos e descartamos alguns desenhos que foram iniciados. Estou tentando fazer maior controle dos meus materiais da vez, descartei duas folhas da agenda e muito perto de descartar uma borracha.
Ainda estou separando para tentar aproveitar do material do ano passado, principalmente as atividades e cadernos, do ano passado. Consegui finalizar dois livros.

Guarda-roupa: Este não era previamente um item da faxina, mas me coloquei como obrigação tentar tirar algumas roupas do meu guarda roupa. Este mês foram mais uma blusa e um short. 

Cozinha: Terminei com um pacote de queijo que eu resolvi que não vou mais comprar.
Também usei um pacote de framboesa congelada. O desafio maior ainda são os doces, mas tenho comprado pouco e já terminei mais uma caixa de biscoitos.

Sei que não é muito bom ficar aumentando as categorias, mas no fundo estou aumentando o meu esforço e é justo eu vir contar. Achei que a faxina não rendeu nada apesar de ter tirado alguns itens de casa.

domingo, 3 de março de 2019

As Metas de Fevereiro

Comecei o mês empolgada achando que ia fazer muita coisa. Mas eu sempre esqueço que fevereiro é um mês mais curto, então não tem mágica, não dá pra fazer o mesmo tanto de coisas dos outros meses. A minha sorte é que estou conseguindo priorizar algumas atividades minhas para dar vazão a estas tarefas. Enfim, das 21 metas que me propus, muitas sabia que não terminaria, mas consegui mais do que no mês passado: 4. E a melhor parte é que nem todas foram atividades repetitivas.

Organização:
Apesar de não ter terminado a caixa de materiais reserva propriamente dita, estou dando por encerrada agora que estou com os materiais bem guardados num mesmo lugar e de fácil acesso.
Gastei bastante tempo com as roupas mas não estou nem perto de terminar. Eu trouxe muita roupa em tamanho maior, que deve usar ainda este ano, mas por outro lado, tenho o suficiente em uso. Então as sacolas foram se acumulando e não tenho tempo para mexer nisso.

Leituras:
A série Feios faltavam os dois últimos volumes. Como deixei passar muito tempo, foi um pouco difícil retomar a leitura e demorei muito no primeiro. Não deu, por enquanto.
Finalmente terminei uma das revistas e parti para a segunda. Tenho muitas edições esperando em casa, mas não tenho conseguido finalizar a leitura de nada.
Tentei voltar a ler A Mágica da Arrumação para assistir a série e finalmente rendeu. Demorei bastante, mas terminei no fim do mês. Agora, sem tantos desafios na leitura.

Produtos:
Apesar de ter terminado muitos produtos que eu tinha em casa, não terminei nada do que está listado. Novamente, de tudo o que está listado, foi a borracha azul que teve o maior avanço.

Receitas:
E para terminar com o que eu tinha em casa, fiz um smoothie de framboesa com banana e mel. Ficou melhor do que da outra vez que eu fiz.
Gostaria de ter testado outras receitas, mas não tenho conseguido realizar muita coisa no meu pouco tempo. A prioridade ainda é a rotina da semana: guardar roupas e jantar.

Outros:
Novamente é nesta categoria que eu tenho maiores avanços. Aos poucos fui assistindo e terminei a primeira temporada de Full House. E comecei a segunda. Sei que vou demorar bastante tempo para terminar, mas estou aos poucos na minha lista de séries. A prioridade continua sendo as séries que estão no plástico.
Também consegui assistir os dois filmes da cota do mês. Esta é outra meta que não significa muito, mas está me ajudando a reduzir a minha lista de filmes, fazer valer a assinatura do Netflix e terminar um item da minha lista de metas.
E o outro item que concluí foi terminar de descartar mais uma apostila. Minha pilha ainda está enorme, mas sigo tentando descartar ao menos uma por mês.

Enfim, continuo indo aos poucos. Não consegui avanço suficiente, mas também fevereiro é um mês mais curto. Estou conseguindo cortar algumas pendências das minhas listas e espero com isso poder retomar uma rotina e diminuir as minhas listas. A minha lista semanal ficou estável, o que é péssimo, mas esta é a minha vida, por enquanto!

sexta-feira, 1 de março de 2019

Projetos das Crianças - 2018

Felizmente a escola adora fazer brinquedos com materiais recicláveis. De tempos em tempos eles pedem alguns materiais e no fim do dia a criança chega com o seu brinquedo. A maioria destes brinquedos foram muito divertidos de fazer mas depois que chega em casa fica esquecido em uma caixa. A parte mais legal de fazer esses brinquedos na escola é que cada um tem o seu.

Em 2018, dentre muitas coisas que foram feitas na escola, vieram algumas ideias de brinquedos que realizamos em casa. Mas antes disso, resolvi terminar com um projeto que começamos no ano anterior e não tinha terminado. Foram as figuras que fizemos com uma massinha que endurece, também conhecida como massinha de sal. Eu peguei a receita no youtube e fiz em casa, ainda em 2017. Como só usei ingredientes comestíveis, usei alguns cortadores de biscoitos para dar forma às figuras. Depois separamos algumas figuras que viraram ímãs de geladeira e outras viraram chaveiros. Apesar de dizer que a massinha endurece, demorou quase uma semana para endurecer. Depois que secou, achei que ficou esfarelento, mas pelo menos estava duro e meio que eu esqueci delas. Então para finalizar colei os ímãs e pintei com tinta guache. Só faltou passar um verniz para proteger as pontas. No dia que fiz a massinha, ficamos só brincando, e saiu um monte de figuras como essas das fotos.  Não dá pra ver tão bem porque não tem contraste entre a superfície da bancada e a cor da massinha. Não quis usar corante porque não tinha nenhum comestível em casa, depois era só pintar. A maioria não ficou muito bom com os cortadores, então só moldamos e depois descartei. As que viraram ímãs não duraram muito. Como as meninas brincam muito com os ímãs, um determinado dia acabou caindo e quebrando e foi descartado. Durou cerca de um ano. Mas os chaveiros, não pretendo usar, mas estão guardados.

O primeiro dos projetos novos foi o pé de lata. Na verdade nem sei o nome, mas é assim que acabamos chamando. Ela viu na escola as latas com outras crianças andando mas não conseguiu experimentar. Dissemos que era fácil fazer, inclusive fazíamos muito quando éramos crianças. Mas foi divertido fazer em casa porque só tínhamos as latas grandes de leite (fórmula infantil) que a mais nova tomava na escola, então são latas grandes e altas. Fizemos os pequenos furos na lata (com furadeira que é mais fácil que com prego) para passar o barbante e deixamos o barbante no comprimento para as perninhas dela. A lata é usada de cabeça para baixo, com a tampa de plástico no chão e pisa no fundo da lata. Por semanas eram só com isso que queria andar pela casa e era o brinquedo que levava para qualquer lugar que saía. Um tempo depois, como todos os outros, foi esquecendo deste brinquedo e pegando outros. Mas vira e mexe dá vontade, ela volta e pega pra brincar. Ainda cheguei a sugerir enfeitar a lata com figuras e adesivos, mas não quis. O barbante que usei foi reaproveitado de outra embalagem então é esse mais colorido.

E o outro brinquedo que ela resolveu construir, foram os dedoches. Fiquei feliz que tenha saído dela a iniciativa. De acordo com a ideia dela, ao invés de comprar os bonecos, ela iria fazer com as embalagens da bebida láctea (tipo leite fermentado). Ela lavou e guardou a embalagem de cada bebida ao longo de umas duas semanas, depois recortou e separou para ter duas faces de cada imagem. O trabalho, de última hora para variar, foi só colar com cola quente em palitos de sorvete. Na verdade, dá pra fazer com um monte de personagem e depois contar a história. Como a embalagem que usamos tinha a imagem plana e é pequeno, achei que ficava bom no palito de sorvete. Eu não discuto muito, se dá pra fazer sem muito trabalho, deixa usar a imaginação. A parte ruim é que esqueceu de brincar, como os muitos brinquedos que foram mais divertidos de fazer do que de brincar. Por enquanto estão guardados, mas deve vir numa nova leva de separação de brinquedos para doação.

Como são projetos simples, nem me dei ao trabalho de escrever detalhadamente. A partir de então, pretendo fazer um agrupado de projetos pequenos e os projetos maiores eu conto em detalhes à parte.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

A Alimentação em 2018

Em 2018 deixei de controlar a alimentação como eu fazia nos anos anteriores. Na verdade, já fui parando em 2017. Mas muitas coisas mudaram em 2018 e quero fazer diferente em 2019.

Em 2018 eu voltei a repensar comprar alimentos industrializados e manter um estoque mais variado em casa ao invés de comprar alimentos frescos.

Em 2018 eu passei a repensar sobre comer alimentos crus fora de casa e comprar alimentos orgânicos.

Em 2018 eu também repensei sobre comer antes de sair de casa, levar marmita para as meninas e me virar com o que eu tenho.

E eu não cheguei a muitas conclusões.

2018 foi um ano que eu aceitei que a cozinha não é o meu lugar. Simplesmente porque não é a minha prioridade, não tenho a mesma paciência que o marido e sou muito crítica quanto aos resultados. Entre ficar com as crianças e ir cozinhar, eu fico com as crianças. Entre fazer algo rápido ou sair para comer, prefiro sair para comer. E entre comer o que eu fiz com pressa e comer a minha comida feita com cuidado, eu prefiro a feita com cuidado. Então pra fazer de qualquer jeito, eu nem faço.
Também aceitei que eu tenho que encarar fazer o que eu tenho vontade, e continuar fazendo o que eu sei fazer bem. O tempo que eu fiquei sem cozinhar ainda pesa quando eu tempo preparar alguma coisa que não fica tão bem. Eu preciso manter a prática, mas fazer com calma.
Apesar de ter certeza que a minha comida é a mais gostosa, também tenho que aceitar a necessidade de comer fora algumas vezes para economizar o tempo que eu gastaria na cozinha preparando e limpando.
E teve mais uma coisa que eu aprendi em 2017 e refleti muito em 2018 que é sobre experimentar alimentos e ser capaz de comer mesmo o que não se gosta. Eu ainda tenho algumas restrições de alimentos que me fazem mal, por isso continuo tendo medo de experimentar frutos do mar, mas estou mais aberta a experimentar e comer alimentos que eu não gosto para ser mais bem aceita na situação. E isso foi importante para ensinar e demonstrar para as meninas o que é a melhor coisa a fazer na casa das outras pessoas que somos convidados a frequentar e aos eventos sociais que somos convidados. Sem essa de comer antes de sair, nem de levar marmita na casa dos outros.
Voltei timidamente a tomar cerveja, que eu dizia que não iria voltar, mas por outro lado estou comendo peixe com bastante regularidade.
Aceitei comer em fast food de sanduíche, mas modero a frequência com que me exponho a isso. E já não tenho comido marmita tantas vezes na semana, saindo para comer mais vezes.

Enfim, eu mudei muitos dos meus conceitos, mas continuo tentando comer bem e de forma correta, principalmente para influenciar as meninas.
Aumentei a quantidade de produtos na minha lista de controle para acabar e diminuí a quantidade de produtos em estoque mínimo. Reforcei cada vez mais a minha lista de supermercado com as quantidades da semana. Só não estou conseguindo tirar algumas páginas do meu caderno de receitas. Nesse esforço não estou avançando. E vamos ver se atualizo a minha lista de estoque mínimo em 2019. 

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

O que Eu Uso: Mini Melissa

Bom, já faz muitos anos que eu compro a sandália Melissa para as meninas. E agora que eu estou começando a deixá-las partir, percebi que preciso voltar a contar sobre elas aqui. E ao invés de contar na linha do tempo de aquisição e uso, vou contar por tamanho, já que algumas vieram para mim depois de muito usadas.

Tamanho 15. Quando eu tive a minha mais velha ainda não havia a coleção My First... A primeira numeração era 17/18. Então, para esta numeração eu só tive uma sandália, na verdade, uma sapatilha. Cada criança é de um jeito, mas nesta numeração, a maioria das crianças sequer apoia o pé no chão. Por isso mesmo, é muito difícil achar um sapato com solado para esta numeração para as crianças que precisam. 
O modelo que eu "usei" é este da foto, e neste caso, a foto nem é minha porque esqueci de fotografar antes de passar para frente.
Uma coisa muito legal da sapatilha de plástico para o bebê é o tanto que ela é macia e flexível e também é um bom isolante térmico. Só por isso já acho vantajoso.
Este modelo fez parte da Coleção Open Vibes Outono-Inverno de 2018, conforme informações do site. É uma das mais recentes que adquiri, mas na verdade foi um presente. Quanto ao modelo, este modelo tricô é muito bonito, mas considerando o tamanho do pezinho, achei que ficou muito volumoso, digo pela espessura da parede da sapatilha e por isso não era tão confortável. E o outro ponto é este cadarço. É algo muito divertido para a criança ficar puxando, desamarrando e inclusive é perigoso estar desamarrado com a criança aprendendo a andar e experimentando os primeiros passos.
Agora, especificamente a minha experiência, eu tive dois poréns. O primeiro é o tempo (clima) que fazia na fase de desenvolvimento do bebê em que começou a se equilibrar em pé e apoiar o corpo se sustentando. No nosso caso, precisava estar descalça para se apoiar, mas como o tempo estava frio, não adiantava por meia com antiderrapante que ela removia, por isso tentei buscar a opção do sapato. E o segundo ponto é o ritmo de crescimento, que como sempre foi pequena, eu tive dificuldades em encontrar opções de sapatos que conseguisse calçar e que tivessem solado no tamanho do pé. Fiquei com duas opções: este sapatinho e a meia com solado de borracha que não achei em nenhum lugar para vender. E nesse caso, este sapato não resolveu meu problema porque ela sempre arrancava, arrancava o cadarço. Inclusive destruiu outro sapato que tentei usar. 
Enfim, acabamos usando pouco. Muitas vezes usava só até conseguir tirar a foto e depois arrancava do pé. Como foi o caso desta foto.
Recomendo esta opção de calçado para bebês já desde o tamanho 15. No caso da criança que ainda não pisa, este modelo é bonito o suficiente para usar e ainda acostuma a criança a ter alguma coisa no pé. A escolha da cor não é relevante para bebês, combina pelo menos com o bebê. No caso de de bebês que já se equilibram, caso seja opção ficar descalços é melhor do que ter algo ao pé, mas acredito que dentre todas as opções de calçados, o que dá mais firmeza e sensibilidade para a criança é a meia com solado de borracha e na falta desta, um calçado de plástico como as melissas. Infelizmente este modelo quase não usei e por isso passei pra frente antes de fotografar, mas era o momento certo para a criança que a recebeu.

Quando senti que já estava perdendo este sapato, peguei as opções que tenho na numeração 17/18 para usar. Então nem procurei na numeração 16 e em breve venho contar sobre as opções que usei na próxima numeração. Aos poucos vai diminuindo a diferença entre os números e o pé passa a crescer mais devagar, então consegue usar um calçado por mais tempo. Por enquanto, ainda destrói muito o sapato, então vou tentar trazer fotos antes que se desmanche. Eu aproveitei muita coisa entre as meninas da família e só uma precisei descartar, mas eu vou contar uma por uma.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Sobre ... Revista Pais e Filhos - edição out/17

Vamos ver se eu consigo chegar ao que me proponho. Eu troquei uma assinatura da revista Claudia por uma da revista Pais e Filhos. Neste momento da minha vida, é esta a revista que vai me agregar alguma coisa. Apesar de eu ter lido todas as edições de revistas que recebi, geralmente as leio atrasadas, então nem tenho muito o que comentar, alguns produtos saem de catálogo e alguns assuntos estão atrasados. No caso da Revista Pais&Filhos, o conteúdo tem mais aplicação o momento da minha vida do que com o período de publicação. Não quero fazer disto uma regra, então vou tentar comentar o que eu mais gostei de tudo que eu li na edição e que produto eu experimentei em decorrência deste exemplar, seja por ter recebido como brinde ou por compra recomendada. Eventualmente, não vou publicar na ordem, mas este é referente à primeira edição que recebi.

A edição de outubro de 2017 foi a primeira que recebi e a primeira que pretendo comentar. A temática ficou em torno do Dia das Crianças. Obviamente, muito se falou de presente, programas e atividades para fazer com as crianças.
A reportagem da capa, normalmente um perfil com uma família, achei bem sem graça. Não quero ficar com uma má impressão.
Outra seção que me decepcionou foram as perguntas aos especialistas, que responderam coisas mais fáceis sem se comprometer. Os assuntos podiam ser mais explorados. Em resumo: pergunte ao seu pediatra.
Outra seção interessante que pretendo aproveitar é a de receitas para crianças. Esta edição tem algumas opções com abóbora, um alimento que eu sempre tive preconceito.
Por fim, a outra seção que trouxe muita sugestão foram as recomendações de leitura. Apesar de eu ler muito e ter muitos livros para as crianças, sempre tem opções inusitadas que felicito em conhecer.
Tem uma matéria sobre investimentos com os filhos que era algo que eu já pensava, mas coloca muitos pais fora da caixa. Não faz parte da rotina do brasileiro se planejar para longo prazo, a maioria só sonha com o futuro, o que não é a mesma coisa, e por isso muito mais difícil de realizar.
Alguns temas são bastante polêmicos e portanto, não tem como evitar debater. Nesta edição de outubro, creio que o ponto mais polêmico discutido foi a inclusão. A matéria é parcial, é um ponto de vista, mas tem todo o seu mérito. Não é algo que me atinja diretamente, mas tenho conhecimento de muito que isso vem sendo discutido e as opiniões são opostas.
De maneira geral, achei que a revista tem uma ótima diagramação, com muitas imagens. Mas o conteúdo escrito é muito limitado. Gostaria de receber mais material. Eu dividira a revista em duas partes: a primeira de puro ego e consumismo e a outra que tenta ser politicamente correta e leva ao ponto. Digamos que, desde que a proporção de cada uma das partes se mantenha, está ok. Porque não se pode ser perfeito.
Sobre os anúncios, eu sabia que teriam bastantes, mas não achei excessivo. Claro que, se a revista tivesse mais páginas por edição, teria mais anúncios. Mas eu queria mesmo mais informações sobre produtos para me auxiliar na compra. E o outro porém é que muitas propagandas não me atingem. São atrações em São Paulo/SP ou produtos que só se encontra facilmente pela internet.

Junto com a revista veio um encarte da Granado. Eu acho os produtos da marca caros, mas pelo menos a linha baby é acessível e vende em farmácias. O produto que eu não conhecia e resolvi experimentar foi o talco em gel. Minha filha mais velha tinha bastante irritação na pele pelo suor na região da fralda: na perninha e nas laterais. A recomendação do pediatra foi usar polvilho. Eu usei talco e usei polvilho, mas achei que o que mais ajudou foi aumentar a frequência de troca de fralda e alternar a marca e modelo da fralda descartável. Não adianta dizer que a fralda da Pampers não dá alergia e deixa a pele do bebê respirar, tem a menor parcela de plástico... Ela irritava a pele do meu bebê. Enfim, não recomendo nem condeno. Desta vez me propus a testar este novo produto. Apesar de ter comprado em dezembro, depois que o bebê nasceu, só tive oportunidade de usar nos últimos meses já que não estava calor. (Em dezembro e janeiro que também fez calor, era muito nova e ainda não transpirava).
A aplicação é mais segura que o talco e espalha bem fácil. Gostei de usar para dormir porque alivia o incômodo da pele sensibilizada. O produto é indicado para usar como preventivo de assaduras, mas eu prefiro não usar creme preventivo de assaduras para deixar a pele respirar melhor. Só quando percebo que começa a ficar irritada que uso o creme ou a pomada.
Sendo assim, achei que é uma solução um pouco "cara", prefiro fazer uso de produtos mais em conta. Mas considerando o perfil que fizeram na revista, o produto realmente atende aquele público.
Para a irritação na pele, usei algumas vezes e confesso que nem sempre foi suficiente, algumas vezes tive que apelar para a nistadina, mas em geral tem um resultado mais rápido que outros cremes.
No meu caso, a ideia era experimentar mesmo, formar opinião e descobrir o que funciona melhor para mim. Têm outros produtos para bebês que eu gostaria de experimentar e uma das formas de eu me informar sobre os produtos têm sido a revista.
Acredito que não será necessário comprar novamente. Mas fiquei com muitos produtos que experimentei para a mais velha e que não usei depois que cresceu. Entretanto, recomendo este bastante para os casos de pele sensibilizada de bebês.

Espero não demorar muito para comentar sobre a próxima edição. O que mais demora é experimentar o produto, nem é ler a revista, mas estou deixando para fazer os dois meio junto.