sábado, 30 de janeiro de 2016

Diário de Leitura Resumo da Quarta Semana

E então vou tentar fazer o resumo no momento correto. Na semana de 22 a 28 de janeiro, aproveitei para terminar as leituras que já estavam em andamento. Infelizmente, tenho muitos livros iniciados que são enormes, mas aos poucos estou avançando.

A Estrela que Nunca Vai se Apagar é um livro biográfico sobre a garota que inspirou John Green no romance "A Culpa é das Estrelas". Apesar de jovem, o material que deixou escrito mais o complemento dos familiares (principalmente os pais) e os amigos enriqueceram o conteúdo de uma vida de doação apesar de todo o sofrimento. Fico sempre com a preocupação de se somos capazes de identificar um problema antes da doença se manifestar em toda sua magnitude para mudar o destino de pessoas como a Esther. Não temos uma resposta, mas sei que pode acontecer a qualquer momento. A forma como Esther lidou com o sofrimento e a dor, a forma como a família se uniu em torno dela e a forma como continuou cativando as pessoas com suas palavras, é incrível. Concluí a leitura em 22/01 e avaliei com 4 estrelas.

O Céu Está Caindo é outro romance de Sidney Sheldon anunciado por fãs como uma continuação de O Plano Perfeito. Temporalmente esta história ocorre depois, com alguns personagens que não principais na história anterior, mas as relações terminam por isso mesmo. Dana Evans acompanha um assassinato que pode ter sido fruto de uma ação maior e passa a investigar apesar de ficar cada vez mais complicado encontrar as pontas soltas. Da metade para o final fiquei envolvida pela trama e fui lendo até mais tarde. Concluí em 23/01 e avaliei com 4 estrelas.

A Mão Misteriosa é mais um romance da Agatha Christie. Aparentemente o narrador parecia ser o investigador principal do mistério das cartas anônimas, mas Miss. Marple socorre a pequena vila com uma interpretação nova e uma estratégia ousada para o assassino se revelar. E desta vez, o romance está no ar, como Miss Marple gosta. Diminuí o ritmo de leitura de Agatha Christie mas persisto lendo aos poucos. Concluí esta leitura em 24/01 e avaliei com 4 estrelas.

Depois deste fim de semana produtivo, as leituras continuaram lentas ao longo da semana e ficou por isso mesmo. Estou com muitas leituras em andamento, mas coincidentemente são todos livros grandes, então devo ficar um tempo sem terminar nada e terminar vários em sequência. Espero terminar alguma coisa para o próximo resumo. Não vou atrasar mais.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Férias? Que Férias?

Já no primeiro dia que eu deveria descansar em casa, comecei a correr a minha lista de coisas por fazer e... fiquei com uma baita dor no ombro de não conseguir mover o braço.
Eu estava ansiosíssima na minha lista de tarefas. Finalmente eu veria avanços.
Por conta desta mega faxina, acabei avançando muito pouco. Mas as mudanças foram muito positivas. Tanto o meu quarto como a cozinha agora estão em ordem. Não ter mais uma pilha de revistas também melhorou bastante o visual da minha sala.
Como sempre faço rotineiramente, no começo do ano aproveitei para agendar a revisão do carro e passar no pediatra. A endocrinologista pediu para espaçar mais as consultas, então só preciso voltar nela daqui a alguns meses. E a fonoaudióloga pode não ser necessária.
Parte do motivo de eu estar mais de bem comigo mesma está me ajudando na lista de cuidados pessoais. Tenho conseguido fazer a hidratação do cabelo e depilado as pernas, mas vou considerar cumprido se eu mantiver pelo menos até o fim do verão.
Como disse, a parte dos passeios que eu não tenho conseguido fazer devo deixar para outro momento.
Estou me dando um pouco de férias para outras atividades de crescimento pessoal e não encarei começar nada desde que terminei a pós.
A parte de organização parece a que tenho avançado melhor, principalmente por eu ter encarado de frente. Ainda tenho muitas roupas para costurar e muitas sacolas de roupas e coisas para me desfazer de coisas, mas tenho avançado. O próximo passo será encarar os livros, mas gostaria de reformar um móvel antes disso para abrir mais espaço.
Este ano, com a mudança que fiz para o Caderno de Organização, estou gastando uma agenda antiga que já está bastante usada. Se funcionar, vou gastar todos os cadernos e bloquinhos que eu tenho em casa sem muito esforço. Ainda não tenho espaço para guardar todos os meus lápis, canetas e borrachas, mas já faz um bom tempo que eu não compro mais.
Também gastei muitos tantos sabonetes e a pilha está muito menor.
Precisei iniciar um esforço para descrever tempos e métodos para desenvolvimento de procedimentos. Está muito empírico, mas se eu não descrever, não vou conseguir ensinar e vai ficar tudo travado na minha mão.
Não assisti nenhum dos filmes e séries que estão no plástico e lá continuam. Estou pensando seriamente em assinar Netflix o que me deixaria ao alcance de mais opções sem comprar.
Estou tentando não ir com muita pressa na lista de leitura, já são tantos itens que estão perto de terminar que não posso largar agora. Confesso que poderia estar melhor, mas isso é o que eu consigo. Devo atingir ainda muitos itens até o final de 2016.
Comprei os livros de Em Busca do Tempo Perdido e não vejo a hora de começar a ler. Como em janeiro consegui ler muitos livros meus que estavam parados na estante, pretendo aumentar a quantidade de livros lidos e colocar para troca antes de pegar para ler estes livros mais recentes. Também ganhei alguns livros, então não estou conseguindo equilibrar muito.
Meu total de itens é o mesmo mas com estes itens que iniciei estou com menos itens pendentes. Rumo à metade...

Balanço do Projeto de Organização Pessoal
Décimo Oitavo Mês
itens concluídos: 18
itens em andamento: 37
itens pendentes: 51
itens cancelados: 0

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Bonequinha de Luxo

Eu escolhi comprar este livro depois de ter assistido ao filme. Mas entre eu ter assistido ao filme e ler o livro, também assisti um documentário sobre a atriz Audrey Hepburn. E uma coisa que me marcou neste documentário foi um trecho no final que comenta sobre uma discussão entre a Audrey e o autor do livro, Truman Capote, que participava da produção do filme inspirado em seu livro. A discussão era sobre a forma que a atriz escolheu interpretar a personagem principal. Embora tenha feito outros filmes de sucesso, este teve uma interpretação paradigmática para a atriz e muitas vezes é lembrado como seu melhor trabalho. Eu comento um pouco sobre a presença da Audrey, como Holly, em alguns livros e a minha curiosidade com o documentário aqui.
Considerações sobre o enredo do livro e do filme
A considerar da sinopse do livro e as informações das orelhas, a personagem Holly, que na verdade não se chama Holly, leva uma vida de pouca virtude. Para o autor, é muito claro ao longo do livro que a personagem é uma espécie de prostituta de luxo. No filme, esta é apenas uma sutil insinuação e não é colocado de forma explícita.
Considerações sobre a personagem
Holly representa bem uma figura feminista que tenta curtir a vida, e principalmente, a juventude sem estar presa a um casamento e filhos, aos desmandos dos pais ou a um emprego burocrata. Os patronos de Holly a levam para as festas e pagam suas despesas pelo prazer de sua companhia. Poderia ser apenas uma acompanhante de luxo e caça dotes. Mas a verdade é que Holly abandona as oportunidades de um bom emprego em cinema ou de um bom casamento em prol de sua liberdade. E foi esta a mensagem que Audrey entendia como a mais importante e queria que ficasse e não colocar tanta ênfase ao fato da personagem se prostituir para manter a sua liberdade. Sobre este aspecto fiquei refletindo bastante.
Considerações sobre o livro
O autor foi bastante ousado escrevendo um livro sobre a vida de uma prostituta. Mas a sociedade não teria interesse em conhecer a vida de Holly se logo estivesse claro a vida mundana que levava. O livro é bastante curto, pouco mais de 100 páginas. A edição que comprei ainda veio com 3 contos muito bons. Agora fiquei curiosa para conhecer a obra mais importante do Capote: "A Sangue Frio".
Apesar de ser a mesma história, como assisti ao filme antes de ler o livro, senti falta de algumas informações que o livro tem mas o filme passa muito rápido. E com as duas experiências vejo que foram construídas quase como se fossem independentes. A heroína de Truman Capote não é a heroína de Audrey Hepburn e por isso o autor estava tão bravo pela atriz está alterando o seu personagem.
Considerações sobre o filme
Estou deduzindo que para amenizar o choque e atrair a curiosidade do público que já havia tido acesso ao livro, o produtor colocou de forma sutil e implícita a "ocupação" de Holly. E foi por isso que a atriz discutiu com o autor: Audrey, sem ler o livro, defendia que Holly era apenas uma moça que estava tentando se encontrar e levando uma vida livre. E esta sua heroína como Audrey imaginava e como ela a defendia é lembrada como um exemplo para toda uma geração de moças. Mas considerando a diferença de linguagem entre o que é um filme e o que é um livro, e o roteiro que foi apresentado à atriz é aceitável a liberdade utilizada na construção do personagem.
A história apresentada no filme não tem nada demais para os dias de hoje e inclusive foram feitos muitos mais com a trama parecida. 
Confesso que eu só fui atrás do livro depois de conhecer o filme. E o sucesso do filme é mérito da interpretação de Audrey.
Concluindo:
Não é um Madame Bovary, não é uma história inusitada, mas considerando a época que foi publicado, apresentou toda uma forma nova de encarar a mulher. Recomendo as duas experiências para suas próprias conclusões. São poucos conflitos de livros e filmes que me fazem refletir e este ficou na minha cabeça por alguns dias.

sábado, 23 de janeiro de 2016

Diário de Leitura Resumo das Primeiras Semanas

Uma das coisas que eu gostei do ano passado foram os resumos. Não preciso falar muito e tenho a oportunidade em acrescentar alguma coisa sobre a experiência de leitura. Eu fiquei esperando publicar primeiro os resumos que estavam faltando do ano passado e o encerramento do desafio para depois começar com os resumos de 2016 e então começo tudo atrasado. 

Na semana de 01 a 07 de janeiro estive de férias e consegui reservar um tempinho bom para a leitura. Também estava mais descansada a ponto de concluir muitas leituras que estava enroscada, por isso acabou sendo uma semana produtiva.

Histórias de Fantasmas de Charles Dickens estava na minha lista de leitura a muito tempo e parado na minha estante esquecido. Depois de ouvir outra recomendação junto da minha fase de leitura de contos, acabou funcionando bem. São 13 contos, uma quantidade que geralmente funciona. Como eu só conhecia "Oliver Twist" foi uma experiência meio nova com o autor embora eu tenha ficado procurando um pouco de Poe e de Gaiman não sei porquê. Avaliei com 4 estrelas e terminei dia 01/01. 

Bonequinha de Luxo é outro livro que estava me esperando faz tempo. Não é a melhor obra de Truman Capote segundo o guia de 1001 livros para ler antes de morrer mas é digno de alguns comentários principalmente em relação ao filme de mesmo título. Na edição que tenho da Companhia das Letras, junto com este romance também haviam 3 contos igualmente interessantes. Avaliei com 4 estrelas e terminei dia 03/01.

Morte na Praia é mais uma história instigante de Agatha Christie que Poirot interpreta corretamente o que é dito e o que não é dito e combina os dados até a identidade do assassino, apesar de estar de férias. Continuo tentando ler todos os livros da Agatha de forma cronológica e, com exceção dos livros não publicados no Brasil, estou conseguindo avançar bem. Minha expectativa é concluir em 2016 para encarar outros desafios. Avaliei com 4 estrelas e terminei em 04/01.

M ou N? é mais um livro da Agatha Christie com a dupla Tommy e Tuppence, agora afastados das grandes atividades por conta da idade, sendo "substituídos" por seus filhos. M ou N é um possível infiltrado que passa informações para os aliados durante a Segunda Guerra. Junto aos livros de 007 são obras de ficção muito interessantes sobre a Segunda Guerra. E novamente, a dupla é incrível. Avaliei com 4 estrelas e terminei em 06/01.

E foi uma semana produtiva. A semana de 08 a 14 de janeiro já não tive tanto tempo assim para ler, voltei de férias e tive a casa para por em ordem. O outro porém são os compromissos de fim de semana que voltam a surgir e são bem vindos.

Um Corpo na Biblioteca é uma aventura investigativa de Miss. Marple que estava sumida. Agatha Christie novamente coloca o assassinato no interior da Inglaterra mas em casa de gente importante. Eu não estava muito empolgada com o título mas valeu a avaliação com 4 estrelas. Terminei em 10/01.

Conte-me Seus Sonhos, desculpe o trocadilho, mas me tirou o sono. Eu não conseguia parar de ler. Sidney Sheldon combina novamente um problema de saúde e um julgamento e um problema moral. O final é incrível e cabe interpretações diversas. Também estou tentando ler todas as obras do Sidney Sheldon e acredito que também acabo este ano. Avaliei com 5 estrelas e como li compulsivamente terminei em 13/01.

Capitães da Areia também cabe alguns comentários a mais. É um romance de Jorge Amado sobre a vida das crianças de rua que se uniram em um bando que vivia nas areias da praia chefiadas por um Capitão que é pouco mais que um adolescente: Pedro Bala. Também me vi muito envolvida com a leitura e avaliei com 5 estrelas. Terminei em 14/01.

E então, para tentar não atrasar mais os resumos, a semana de 15 a 21 de janeiro também terminei alguma coisa. Apesar de não ter mais aulas aos sábados, estou aproveitando para me dedicar a outras atividades que estavam paradas.

Os Cinco Porquinhos, novamente da Agatha Christe, trouxe a Poirot o desafio de investigar um caso que já estava encerrado e o culpado já havia falecido. Apesar de eu não ser mega-fã, novamente o resultado foi interessante. Avaliei com 4 estrelas e terminei de ler em 17/01.

O Plano Perfeito também é de Sidney Sheldon e percebi o quanto sentia falta de ler este autor. Foi outra leitura rápida, desta vez envolvendo uma escalada política e drogas. Avaliei com 3 estrelas por conta do desfecho. Fiquei com algumas perguntas que só devem ser respondidas em "O Céu Está Caindo" embora o começo não tenha demonstrado isso. Terminei em 18/01.

Mulheres Alteradas 4 é o último volume da coletânea Mulheres Alteradas da Maitena. Pretendo em seguida ler também a coletânea "Curvas Perigosas" que tenho em casa. Como são tirinhas de jornal, a leitura é super rápida. Ficou muito tempo na minha lista de leitura porque eu não estava conseguindo abrir os arquivos. Avaliei com 4 estrelas e terminei em 20/01.

E então é isso, também estou com três leituras em andamento para terminar no fim de semana. Falta pouco mesmo. E se conseguir, no fim do mês vou atingir um total muito bom. Não espero manter este ritmo até o fim do ano, mas foi bom começar bem. Também espero que os resumos voltem a ser semanais.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Enfeites

Eu nunca sei o que fazer com os enfeites da casa. Prefiro uma decoração minimalista. Mas o pior é que todos os enfeites que eu ganho, resistem e não quebram. Não gosto de deixar enfeites guardados para ir trocando quando cansar. De tempos em tempos precisamos dar uma renovada nos itens. Não tem jeito, a gente se cansa e tem tanta coisa bonitinha que dá vontade de comprar. O ideal aqui é para um novo item entrar, outro tem que sair. O pior são os enfeitinhos feitos de artesanato na escola. Alguns até duram bastante, mas a maioria não. Mas você tem que usar. Uma opção é descartar o do ano anterior. Para mim é difícil já que todo mundo pensa que eu não tenho muita coisa de decoração e me dá coisas novas. Só que se eu não conseguir guardar, não adianta ter em casa. 
Às vezes lembro de alguns enfeites que eu tinha e me surpreendo em encontrar outros que achei que não tinha mais. Isso é a minha memória falhando, mas principalmente reforça um trabalho mal feito ou feito às pressas.
A grosso modo, enfeites nunca são necessários. Se for seguir todas as dicas que achamos por aí, só vai aumentar a quantidade de quinquilharias. O importante é saber quais objetos se identifica e pretende manter, quando vale a pena revitalizar objetos antigos com uma cara nova, quais objetos são úteis ou podem ser convertidos para outros usos. Tudo o que não se enquadrar neste pacote, é melhor descartar. A não ser em museu ou galeria, menos é mais
Na lista do Manter, um dos objetos permanentes são os porta-retratos. Embora eu nunca tenha comprado um porta-retrato e tenha vários, todos são muito diferentes. Tenho fotos espalhadas pela casa e quando lembro vou trocando. Já tive que descartar dois que quebraram, mas mesmo com os dedos ávidos de uma criança em volta, eles duram muito tempo. Tenho observado que as fotos já estão ficando antigas de novo.
Na lista de Objetos Revitalizados tenho três telas com pins. Os pins que tenho eram quinquilharias, não tinham uso algum. Ficavam guardados numa caixinha no armário. Então surgiu a ideia de colocá-los numa tela destas pequenas de artesanato para pintura e prender como exposição. Ficou um pouco com cara de museu, mas já vi fazerem isso com lápis de cor. O problema é que não tem qualquer ordem ou organização entre os pins. Muitos me foram trazidos por outras pessoas que sabem que eu gosto então também têm um valor inestimável. Vou tentar colocar um fundo para a tela e organizar por cronologia que seria a única regra justa já que continuo comprando e ganhando e não tem como deixar uma parte da tela em branco ou ir furando tudo de novo cada vez que tiver que acrescentar mais um. Tentei fazer isso mas não ficou muito bom.
Entre os Objetos Convertidos para Outros Usos tenho uma caixa plástica que veio a cesta de natal alguns anos atrás que encapamos com plástico adesivo para deixar no móvel da sala com cobertores. Onde moro não é tão frio assim, mas parte do ano não é tão quente a ponto de ficar gostoso deitar num cobertorzinho para assistir filme.
Nesta minha temporada mais minimalista estou procurando diminuir a quantidade de coisas que tenho em casa e existe a possibilidade de descartar muita coisa. Estou fazendo várias limpas.
Enfeites de Natal
Tem muita gente que acabou de passar por isso. Na hora de montar a decoração de natal da casa é importante rever tudo o que tem antes de comprar o que está faltando. Sempre tem novidades interessantes. Os enfeites de natal eu deixo num maleiro do escritório. Todo ano eu tiro tudo do armário de natal, escolho o que vou usar e guardo o que sobra. Depois das festas recolho tudo, limpo e guardo. Alguns enfeites eventualmente precisam ser descartados. O único problema desta rotina é que geralmente vejo todos os enfeites nas lojas logo que eles aparecem mas quando enfeito a casa e vejo o que vai combinar já não encontro pra comprar. Em parte é bom porque compro pouca coisa, mas estes também duram bastante.
Em 2015 decorei a árvore exclusivamente com pelúcias e em 2016 quero decorar apenas com bolas de chocolates. O que acham?
Também temos alguns enfeites para outras datas: páscoa, Halloween, festa junina etc. Mas em muito menor quantidade. E ainda tenho alguns enfeites de festa que sobraram e não acho que vai ter muito uso. Estes precisam ser revitalizados ou descartados todo ano para não enjoar.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Experiência de Leitura: Contos

Coletânea de contos nunca havia sido algo que eu procurasse para ler. No fim de 2013 eu li "Laços de Família" da Clarice Lispector. Em 2014 li algumas coletâneas da Lygia Fagundes Telles. E ao longo de 2015 foram vários: "As Mentiras que os Homens Contam", "Comédias para se Ler na Escola", "Mais Comédias para se Ler na Escola", "Amor Veríssimo"; todos do Luis Fernando Veríssimo, além dos dois volumes de "Coisas Frágeis" do Neil Gaiman e outros tantos no kindle. Dos volumes da Agatha Christie que li, alguns também eram contos. Agora, em 2016 comecei com a leitura de "Histórias de Fantasmas" de Charles Dickens e depois emendei na edição de "Bonequinha de Luxo" que na minha edição veio com mais 3 contos.
Eu vejo estas coletâneas como desafios já que alguns contos são meio que histórias mal contadas porque não têm exatamente um fim. Outros são tão curtos que não dá tempo de conhecer os personagens.
Ainda tem o outro dilema de fazer uma resenha para cada conto ou um apanhado geral para a seleção. Eu sempre prefiro fazer uma avaliação geral da coletânea em si do que de cada conto. Claro que sempre tem aqueles que eu gosto mais e os que eu gosto menos. 
De uma forma geral, eu fiquei com a sensação que foram boas leituras e a avaliação foi positiva para todos. Misturar estes livros de contos com os romances mais longos também foi uma experiência positiva. 
Eu só fiquei com a sensação que eu só li livros finos já que estas coletâneas costumam ter pouco mais de 100 páginas enquanto que os outros romances que eu leio costumam ter mais de 200. Não foi de propósito, simplesmente eu fui correndo a minha lista de leitura e vários livros de contos eu havia pulado um tanto de vezes e agora resolvi encarar.
Eu gostei muito do texto de apresentação para os contos que tem nos dois volumes de Coisas Frágeis e fiquei mal acostumada achando que todo mundo explica a construção de seus contos. 
Se você quiser ter opinião sobre a escrita de um autor, leia seus contos. Geralmente os romances são melhores, mas nos contos ele apresenta a capacidade de construir um enredo com começo, meio e fim e a construção de personagens. Nos contos, muitas vezes a história acaba apenas com a descrição, então também dá para saber como a descrição é utilizada pelo autor.
Não passei a ser fã de contos, mas ultimamente encaro com mais facilidade a leitura de contos a ponto de não deixar mais acumular tantos para leitura no futuro. Vejamos como será em 2016.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Desafio 100 Encerramento

Bom, retomando os números: passei de 100 livros mas fiquei longe dos meus propostos 150 livros.
Perto de tudo o que eu passei este ano, considero o resultado um grande sucesso. Mas em termos numéricos, como a proposta é tentar se superar, a proposta do desafio não serve para mim. Em 2014 eu cheguei perto de 200 livros e não tenho sequer a expectativa de alcançar esta quantia de leituras novamente.
Sobre o desafio:
Um princípio que deu muito certo foi não fixar regras, apenas restringindo a quantidade de audiolivros e quadrinhos por mês. Como eu dificilmente leio quadrinhos, coloquei nesta categoria também os livros infantis ilustrados que leio para a minha filha. Mas audiobook nem poderia ser considerado livro. E foi muito positivo eu conseguir aproveitar as leituras que eu já tinha listado nas minhas infinitas listas além das minhas metas para chegar perto desta marca de 150 livros.
Claro que saber que estava comprometida com o desafio me fez tentar direcionar meu tempo livre para leituras e tenho convicção de que aproveitei bastante este desafio. E este foi o meu maior ganho neste desafio, aproveitar meu tempo livre para ler.
Sobre a minha experiência além das regras:
Como eu gosto muito de ler, perto da média, eu leio absurdamente muito. E isso acabou se tornando ruim para cumprir o desafio. Ao longo do ano, ficou chato eu ter que descartar na contagem as leituras que eu estava fazendo porque não seriam aceitas nas regras, tanto que fiz resumo para elas apesar de não ter cadastrado no formulário.
Também estavam tendo sorteios, mas a fórmula não é muito justa e eu não estava muito confortável de questionar já que meu objetivo não é ganhar nada.
Uma coisa que eu aprendi é que as pessoas têm boas intenções, mas não é isso o que as move. A participação num fórum para discutir a leitura é legal, mas ficar falando só: "eu li e gostei", "prefiro a outra capa", "você já leu tal coisa?" não agrega muita coisa. Eu preferiria que os cometários fossem algo como: "mas você achou que este livro é parecido com o fulano?" ou "naquela parte assim e assim, o que você entendeu?"
Outra coisa complicada que eu concordo, é que não existem juízes, mas para tudo funcionar é necessário ser honesto. Se alguém tem alguma dúvida, eu li cada um daqueles livros mesmo que técnicos e nenhum foi utilizado como material de consulta puramente. Encaro todos eles como roteiros de aprendizagem que muitas vezes agregam muito mais informação útil do que um romance adolescente. Acho que tem espaço para tudo sem desapreço por uma coisa ou outra. Aliás, já me formei na faculdade faz tempo e continuo estudando "livros" de ensino médio e superior para outras cadeiras.
Quero deixar bem claro que a intenção é maravilhosa, que as colocações são de boa vontade e eu incentivo bastante esse tipo de coisa. Só descobri que isto não é para mim.
Eu estou mais para estabelecer como meta aproveitar meu tempo com outras coisas, do que tentar ler ainda mais. E os meus valores estão muito bem expressos na minha meta. Principalmente por isso não vou retomar no ano de 2016. Continuo visando a 150 livros lidos em um ano, mas dessa vez com foco em atender a todas as minhas outras metas ao mesmo tempo.
Em toda a minha reavaliação entendi que não preciso me exibir para a quantidade volumosa de livros e nem gastar tempo recalculando algo que eu já iria fazer. Também não faço questão de ter muitos livros. A maior riqueza é a que adquirimos através da leitura.
E é isso. Obrigada à Clauo do blog da Clauo que trouxe nesta iniciativa uma oportunidade para conhecer outras pessoas que leem vigorosamente e por ter me desafiado a me superar. Infelizmente a superação para mim não é a quantidade, neste momento. Esta era alguns anos atrás quando pela primeira vez atingi 100 livros em um ano.
Para acompanhar as minhas leituras, continuarei fazendo os resumos semanais e os balanços mensais. Se quiser saber mais sobre algum livro deixe nos comentários para me avisar de fazer uma resenha. Se preciso, eu leio novamente.