A grande maioria de livros não-ficção são biografias. É curioso como depois de terminada a história dá vontade de saber o que aconteceu depois, já que nem sempre o fim do livro coincide com o fim da vida. Acho que a única biografia que li que narrava a vida inteira era uma de Galileu Galilei. Foi numa época boa da minha vida que este livro apareceu para mim e senti falta de outros livros do gênero. Não são muito comuns.
Recentemente, por influência do skoob, li cinco obras que eu cosidero muito fortes em seu apelo:"O Doce Veneno do Escorpião", "O Diário de Anne Frank", "Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada, Prostituída,...", "Depois Daquela Viagem" e por último "100 Escovadas antes de Ir para Cama". A narrativa de sofrimento, por si só, já é pesada, cansativa. Seja o sofrimento pela guerra, enfrentando as drogas, prostituição, uma doença incurável ou até a insegurança com relação ao uso banalizado do próprio corpo trazem uma realidade que a maioria das pessoas procura fugir quando procura a leitura como diversão. E o pior é que muito gente acha que essas obras têm valor literário, mas nem todas as têm. Outras acham que é ato de heroísmo o sofrimento que as personagens enfrentaram. É muito perigoso tentar interpretar essas obras. Eu prefiro guardar um sentimento apenas para mim. E não recomendo a ninguém. Posso dizer que essas obras me trouxeram sofrimento. Sofrimento por ver escolhas erradas, baseadas em idéias errôneas, valores escusos. Eu li, e provavelmente lerei outras obras do tipo pela curiosidade de como o assunto é abordado. Ainda quero ler uma sobre Cazuza.
De tudo um pouco e um pouco de mim. Como na Fábula, a Tartaruga avança lentamente, mas nunca deixa de avançar. Acompanhe meus projetos e minhas leituras
terça-feira, 6 de julho de 2010
sexta-feira, 2 de julho de 2010
O mês de Junho
Eu estava olhando que o mês de Junho passou e eu... nada! Pelo tamanho da lista de livros dá para imaginar que eu tenho bastante opinião se formando com as minhas leituras, mas a verdade é que ultimamente as minhas leituras diminuíram e estão sendo mais aleatórias. Então não consigo juntar conteúdo que valha um post.
Como estou com algumas prioridades que não envolvem leitura, mudança e não vou tirar férias em julho, deve demorar mais uns meses para que eu retome direito.
Preciso terminar de ler duas séries muito boas e que pode ser precipitado falar só com o primeiro livro. E quero juntar por assunto mais alguns e ainda preciso de mais um ponto de vista. Só posso adiantar que tem Harry Potter, Eragon, Crepúsculo e Formigas a caminho. Cada uma com uma abordagem diferente: obras de fãs, evolução da obra e escolha do final, paródias e obras de não-ficção. Pretendo em Julho terminar um desses quatro projetos e já estou com idéias para outros. Penso em editar esse post e fazer sempre prévias dos assuntos. Quem sabe até para atender sugestões?
Como estou com algumas prioridades que não envolvem leitura, mudança e não vou tirar férias em julho, deve demorar mais uns meses para que eu retome direito.
Preciso terminar de ler duas séries muito boas e que pode ser precipitado falar só com o primeiro livro. E quero juntar por assunto mais alguns e ainda preciso de mais um ponto de vista. Só posso adiantar que tem Harry Potter, Eragon, Crepúsculo e Formigas a caminho. Cada uma com uma abordagem diferente: obras de fãs, evolução da obra e escolha do final, paródias e obras de não-ficção. Pretendo em Julho terminar um desses quatro projetos e já estou com idéias para outros. Penso em editar esse post e fazer sempre prévias dos assuntos. Quem sabe até para atender sugestões?
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Livros inspirados em Outros Livros
Outro dia navegando por sites de livrarias, fiquei interessada pelo livro "Opúsculo". Não por acaso, também fui procurar o livro "Beber, Jogar, F@#er".
E sim, também teve 'inspiração' de outra obra famosa. Depois que comprei, achei que ia me arepender. O livro não tem sentido, é ficção e o objetivo é tirar sarro de outra obra. Não vejo muita graça nesse tipo de coisa. Gosto de livro que me emociona, que me faz pensar se será que as pessoas são mesmo assim. Mesmo na ficção, gosto quando a história me envolve. Principalmente o conflito de sentimentos. Gosto de livro que me faz rir, mas tem que ter algo de positivo nessa risada. Não gosto de rir da desgraça do outro. Mesmo que seja só ficção.
Ainda não tenho uma opinião muito bem formada do assunto. Estou lendo "Beber, Jogar..." e estou gostando. A história é leve, mas independente. É possível entender o enredo e achar graça ainda que não tenha lido o "Comer, Rezar...". Talvez a pior parte seja que ele de fato traz reflexão. Agora estou mais em dúvida ainda se deveria ou não comprar "Opúsculo". Antes achava que muito provavelmente não iria gostar. Agora não tenho tanta certeza. Parece-me que posso me surpreender. também por que, não tenho muito preconceito e toda obra tem seu valor literário, mesmo que não seja do meu gosto. Acho que esse será outro filão que vou começar a explorar.
E sim, também teve 'inspiração' de outra obra famosa. Depois que comprei, achei que ia me arepender. O livro não tem sentido, é ficção e o objetivo é tirar sarro de outra obra. Não vejo muita graça nesse tipo de coisa. Gosto de livro que me emociona, que me faz pensar se será que as pessoas são mesmo assim. Mesmo na ficção, gosto quando a história me envolve. Principalmente o conflito de sentimentos. Gosto de livro que me faz rir, mas tem que ter algo de positivo nessa risada. Não gosto de rir da desgraça do outro. Mesmo que seja só ficção.
Ainda não tenho uma opinião muito bem formada do assunto. Estou lendo "Beber, Jogar..." e estou gostando. A história é leve, mas independente. É possível entender o enredo e achar graça ainda que não tenha lido o "Comer, Rezar...". Talvez a pior parte seja que ele de fato traz reflexão. Agora estou mais em dúvida ainda se deveria ou não comprar "Opúsculo". Antes achava que muito provavelmente não iria gostar. Agora não tenho tanta certeza. Parece-me que posso me surpreender. também por que, não tenho muito preconceito e toda obra tem seu valor literário, mesmo que não seja do meu gosto. Acho que esse será outro filão que vou começar a explorar.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Livros de Auto-Ajuda
Sempre tive um enorme preconceito com livros de Auto-ajuda. Por definição, o auto-ajuda deve ser simples e proporcionar uma reflexão, então eu não preciso ler.
Em 2008, muita gente achou que eu estava muito desequilibrada e precisaria de ajuda. Mesmo sem acreditar resolvi experimentar algumas coisas, terapia, relaxamento, ioga e me aventurei com os primeiros livros de auto-ajuda. Precisava saber se era apenas preconceito.
Eu li diferentes coisas. Acho que o primeiro foi "O Segredo", mas achei fraco. Comparando com os livros de Paulo Coelho, "O Diário de um Mago" traz quase a mesma mensagem mas na forma de romance.
Na verdade, o primeiro foi "A Meta", mas é considerado livro de administração. Por ter feito (ou quase) mestrado, precisei consultar muitos livros de administração para abordar a minha proposta de trabalho e entendo que dentro da Administração, os livros de Auto-ajuda são muitos. Outro exemplo é a obra do mesmo autor de "A Meta", A "Corrida pela Vantagem Competitiva", é puro auto-ajuda.
Acho que se eu for enumerar, vergonhosamente serão muitos. Recentemente li "Quem Mexeu no meu Queijo", que é um livro típico para sala de espera. Você começa e termina numa sentada. E tem um que é parecido e baseado na obra (pra não dizer outra coisa), "Quem comeu a minha Goiabada" que é ainda menor e menos interessante.
Para terminar a série de auto-ajuda que eu já li, preciso comentar o famoso "Homens são de Marte e Mulheres são de Vênus", inclusive referenciado em "O Diário de Bridget Jones". Nesta linha de auto-ajuda em comportamento e relacionamentos, não funcionou muito o "Homens são..., mas depois insisti em "Porque os Homens Fazem Sexo e as Mulheres Fazem Amor" e o reserva "Porque os Homens Mentem e as Mulheres Choram". Entre esses dois, não tem diferença. Aproveitei melhor o que eu li primeiro. Mas não existe isso de lembrar do que diz o livro e mudar o comportamento.
Alguns livros acabam entrando em discussão na sessão de psicoterapia. "O Monge e o Executivo" foi um deles. Essa história de mudança de comportamento não é exatamente como está descrito no livro, do contrário, não precisava de centro de recuperação de drogados, ébrios, etc.
A lista ficou maior do que eu imaginava e nem citei todos. O que eu posso concluir da minha pequena experiência com esses livros é que: a leitura é muito chata e para valer a pena perder tempo é preciso refletir. A verdadeira lição ou aprendizado que se leva não está propriamente no que está escrito, mas como se direciona o processo de auto-compreensão e mudança, pois não existe fórmula de sucesso. Todas as regras que são descritas são puro lixo. Como você aproveita a informação só quem lê poderá concluir.
Por fim, se eu recomendo algum desses livros? Sim, até tenho alguns para emprestar. Mas nunca veja um livro de auto-ajuda como uma cartilha de comportamento como o livro diz para fazer.
Em 2008, muita gente achou que eu estava muito desequilibrada e precisaria de ajuda. Mesmo sem acreditar resolvi experimentar algumas coisas, terapia, relaxamento, ioga e me aventurei com os primeiros livros de auto-ajuda. Precisava saber se era apenas preconceito.
Eu li diferentes coisas. Acho que o primeiro foi "O Segredo", mas achei fraco. Comparando com os livros de Paulo Coelho, "O Diário de um Mago" traz quase a mesma mensagem mas na forma de romance.
Na verdade, o primeiro foi "A Meta", mas é considerado livro de administração. Por ter feito (ou quase) mestrado, precisei consultar muitos livros de administração para abordar a minha proposta de trabalho e entendo que dentro da Administração, os livros de Auto-ajuda são muitos. Outro exemplo é a obra do mesmo autor de "A Meta", A "Corrida pela Vantagem Competitiva", é puro auto-ajuda.
Acho que se eu for enumerar, vergonhosamente serão muitos. Recentemente li "Quem Mexeu no meu Queijo", que é um livro típico para sala de espera. Você começa e termina numa sentada. E tem um que é parecido e baseado na obra (pra não dizer outra coisa), "Quem comeu a minha Goiabada" que é ainda menor e menos interessante.
Para terminar a série de auto-ajuda que eu já li, preciso comentar o famoso "Homens são de Marte e Mulheres são de Vênus", inclusive referenciado em "O Diário de Bridget Jones". Nesta linha de auto-ajuda em comportamento e relacionamentos, não funcionou muito o "Homens são..., mas depois insisti em "Porque os Homens Fazem Sexo e as Mulheres Fazem Amor" e o reserva "Porque os Homens Mentem e as Mulheres Choram". Entre esses dois, não tem diferença. Aproveitei melhor o que eu li primeiro. Mas não existe isso de lembrar do que diz o livro e mudar o comportamento.
Alguns livros acabam entrando em discussão na sessão de psicoterapia. "O Monge e o Executivo" foi um deles. Essa história de mudança de comportamento não é exatamente como está descrito no livro, do contrário, não precisava de centro de recuperação de drogados, ébrios, etc.
A lista ficou maior do que eu imaginava e nem citei todos. O que eu posso concluir da minha pequena experiência com esses livros é que: a leitura é muito chata e para valer a pena perder tempo é preciso refletir. A verdadeira lição ou aprendizado que se leva não está propriamente no que está escrito, mas como se direciona o processo de auto-compreensão e mudança, pois não existe fórmula de sucesso. Todas as regras que são descritas são puro lixo. Como você aproveita a informação só quem lê poderá concluir.
Por fim, se eu recomendo algum desses livros? Sim, até tenho alguns para emprestar. Mas nunca veja um livro de auto-ajuda como uma cartilha de comportamento como o livro diz para fazer.
segunda-feira, 29 de março de 2010
Livros de Banca
Não lembro exatamente quando foi a primeira vez que vi um romance de banca, mas sei que eles sempre estiveram lá. Se não me engano foi numa feira do livro que eu e minhas irmãs ganhamos uma edição de Bianca, Julia e alguma coisa Selvagem. Mas gozado que não tive paciência de ler. Acho que eu tinha por volta de uns 12 anos. Nessa época eu lia principalmente jornal por falta de outras coisas para ler. Então ficou encostado por alguns anos. Minha irmã mais nova pegou para ler e também não teve muita paciência e largou. Não sei como e quando sumiram.
Antes que me perguntem, eu não tenho preconceito algum. Depois que comecei a ler chick-lit, Melancia foi só o primeiro. Então esses romances me fizeram lembrar os romances de banca e procurei mais sobre o assunto. Descobri que ainda havia muito preconceito e que mesmo tendo uns muito ruins, ainda tem uns muitos bons.
Estou lendo Samantha Jellicoe. O que eu mais gosto nestes romances é que eles são curtos.
A história da Samantha não é focada num grande romance ou num romance impossível. A construção da personagem também traz uma característica forte de independência que a maioria das personagens femininas não tem. Tem a parte que ela está envolvida com crimes e precisa fugir da polícia. Tem o romance forte com alguém de poder que salva ela das dificuldades. Mas pelo menos dessa vez, ele está a salvando em troca de ela ter salvado a vida dele.
Não sei quantos livros são. Já li Flertando com o Perigo e Apaixonada pelo Perigo. Sei que tem pelo menos mais dois. Agora só esperar se consigo os demais.
Antes que me perguntem, eu não tenho preconceito algum. Depois que comecei a ler chick-lit, Melancia foi só o primeiro. Então esses romances me fizeram lembrar os romances de banca e procurei mais sobre o assunto. Descobri que ainda havia muito preconceito e que mesmo tendo uns muito ruins, ainda tem uns muitos bons.
Estou lendo Samantha Jellicoe. O que eu mais gosto nestes romances é que eles são curtos.
A história da Samantha não é focada num grande romance ou num romance impossível. A construção da personagem também traz uma característica forte de independência que a maioria das personagens femininas não tem. Tem a parte que ela está envolvida com crimes e precisa fugir da polícia. Tem o romance forte com alguém de poder que salva ela das dificuldades. Mas pelo menos dessa vez, ele está a salvando em troca de ela ter salvado a vida dele.
Não sei quantos livros são. Já li Flertando com o Perigo e Apaixonada pelo Perigo. Sei que tem pelo menos mais dois. Agora só esperar se consigo os demais.
quarta-feira, 17 de março de 2010
Série Angus
Estou com uma tendência de buscar livros que falem da Inglaterra. Considerando a forma como aconteceu, caíram na minha mão quase sem querer.
Angus eu descobri na livraria. E que maravilhosas são as capas. Outro atrativo: Livros Grossos. Desde pequena, minha mão dizia que não dava alegria comprar livro pra mim, eu acabava muito rápido (para os parâmetros dela, para mim parecia que demorava muito), então eu comecei a me interessar principalmente por livros grossos. Só agora, nos últimos 2 anos, que eu tenho lido livros mais curtos.
Voltando ao livro, ficção, falando sobre guerra, então deve ser bom.
Confesso que ao ler, mudei de opinião. O primeiro livro é ótimo. Relata acontecimentos da mesma época que Crônicas Saxônicas (Bernard Cornwell), mas o que me interessou é que o autor é brasileiro. A história mantém um bom ritmo do começo ao fim e as ilustrações são immpressionantes. Não tinha como não elogiar.
O segundo e terceiro livros (não sei direito qual é qual) contam praticamente a mesma história. Está com uma narração diferente, acrescenta novos detalhes, mas a história é a mesma entre eles. Pelo menos da parte que eu não gostei. Eu não entendi a proposta do autor. Confesso a minha incompetência. Mas acho que um bom trabalho de revisão e edição, os livros poderiam ser melhores. Não sei explicar. Super-recomendo o primeiro que chama: "O Primeiro Guerreiro". Os demais receio colocar a gosto do cliente. Não recomendo nem para teste. Mas novamente, não sou especialista na área. Literatura para mim é hobby. E gosto, cada um tem o seu.
Não sei explicar por que me fascina livros que contam a mesma história por autores diferentes, mas considerando a pesquisa que é feita, eu acho fascinante. Comecei a tentar quando li a Coleção: Os Senhores de Roma (Allan Massie). São obras de ficção, e por isso, não têm compromisso com a verdade. Depois comecei a buscar outras destas obras de ficção baseadas em fatos históricos. E elas de fato fazem sucesso. Acho muito interessante.
sexta-feira, 12 de março de 2010
O nome e o endereço
A uns 5 anos atrás, o meu antigo blog falava sobre corrida, e o nome velocidade de tartaruga era uma ironia, mas que me agradava por ser expectadora e comparativamente estar parada.
Resolvi manter o endereço por que embora seja um diário de leitura, a minha velocidade de leitura é uma velocidade de tartaruga. Ler é uma atividade de prazer, e por isso não admito pular trechos ou fazer leitura "dinâmica". Então a velocidade é lenta mesmo. Comparativamente com outras pessoas, até que eu leio rápido e leio bastante, mas gostaria que conseguisse mais rápido.
O fato é que eu não consegui separar as duas coisas: velocidade e leitura. E sempre vou me alternar nestes assuntos. A maior ironia é que mesmo as corridas de resistência são mais rápidas que o tempo que se gasta com uma leitura simples. Aí posso ter um preconceito a respeito, mas quando penso em leitura não estou contando quadrinhos e revistas, apenas livros. Embora tenha muita gente que fala das boas práticas para leitura e organização, que facilitam desenvolver o hábito e o tornar mais eficiente, se alguém descobrir algo que de fato funcione e diferente do que tudo o que eu já fiz...(Infelizmente não achei nenhuma novidade, todas as dicas eu já havia posto em prática).
Editado em 24/07/2014: Acompanhe as postagens com o marcador metas que trazem algumas dicas que escrevi. Ainda tenho mais algumas dicas sobre hábitos de leitura em geral.
Resolvi manter o endereço por que embora seja um diário de leitura, a minha velocidade de leitura é uma velocidade de tartaruga. Ler é uma atividade de prazer, e por isso não admito pular trechos ou fazer leitura "dinâmica". Então a velocidade é lenta mesmo. Comparativamente com outras pessoas, até que eu leio rápido e leio bastante, mas gostaria que conseguisse mais rápido.
O fato é que eu não consegui separar as duas coisas: velocidade e leitura. E sempre vou me alternar nestes assuntos. A maior ironia é que mesmo as corridas de resistência são mais rápidas que o tempo que se gasta com uma leitura simples. Aí posso ter um preconceito a respeito, mas quando penso em leitura não estou contando quadrinhos e revistas, apenas livros. Embora tenha muita gente que fala das boas práticas para leitura e organização, que facilitam desenvolver o hábito e o tornar mais eficiente, se alguém descobrir algo que de fato funcione e diferente do que tudo o que eu já fiz...(Infelizmente não achei nenhuma novidade, todas as dicas eu já havia posto em prática).
Editado em 24/07/2014: Acompanhe as postagens com o marcador metas que trazem algumas dicas que escrevi. Ainda tenho mais algumas dicas sobre hábitos de leitura em geral.
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